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Amores antigos fazem bem ao coração
Todo mundo tem aquela pessoa que foi especial em algum momento da vida, não adianta esconder. Mesmo depois de ter feito a fila andar, não tem problema se o seu coração bater mais rápido quando vocês se encontram. Na verdade, esse sentimento é saudável. Entenda aqui.
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(Photo by Sylwia Bartyzel on Unsplash)

Sabe aquele amor antigo, que mexeu com você loucamente, mas infelizmente não deu certo? Vai ver precisou acabar simplesmente porque não era certo para você — não porque o amor ou a paixão, necessariamente, tenham diminuído. Ou, sei lá, um dos dois foi morar fora, o timing não bateu, alguém pisou na bola… Enfim, o tempo passou, sua vida mudou — mas ele não saiu da sua cabeça. Não, não é pecado se seu coração sair pela boca toda vez que vocês se esbarram — mesmo se hoje você já estiver comprometida e feliz com outra pessoa. Também não significa que você ainda seja apaixonada pela pessoa. “Na maioria das vezes, você nem está presa ao cara, mas, sim, ao relacionamento que idealizou e que por algum motivo não foi pra frente”, explica a terapeuta de casal Arlete Gravanic, de São Paulo.

A boa notícia é que você não precisa mais fazer terapia para tentar entender ou matar de vez esse sentimento. Até porque… Talvez nem dê para matá-lo. Afinal, essa pessoa pode ser alguém de quem você vá gostar por toda a vida. Que só de encontrá-la, vai despertar felicidade, carinho, ternura e até saudade. Mas nem por isso fará com que você largue tudo — muito menos seu relacionamento atual –, para lutar por essa relação. Mesmo porque, você já tentou uma vez e não deu certo. Fora que sentimentos assim fazem bem ao coração e têm muito a ensinar ao seu relacionamento atual ou ao futuro. “Você aprende a ver o outro como alguém que te complemente em vez de te completar, além de ajudá-la a ser mais paciente, a relevar bobagens e a ceder a alguns desejos do parceiro. Descobre, também, que pode mostrar ao seu amor (do seu jeito, é claro!) tudo aquilo que gostava no antigo relacionamento e mudar o que não gostava.”

Pense que ao preservar esse amor antigo no peito é como guardar uma joia de família, que você guarda a sete chaves, sem ter coragem de usar ou mostrar para alguém. Mas que te traz boas memórias e que, vira e mexe, quando você reencontra, é familiar, confortável. “Quando se tem um grande amor, independentemente da idade, o coração se acalma e, nesse caso, passa a ocupar um cantinho próprio na memória, que não precisa ser remexido a toda hora. E, com o tempo, vai ficando menor”, completa Arlete.

Portanto, agora é a hora de mudar! Passar a ver o sentimento que antes te incomodava de um jeitinho diferente. Trate-o como uma motivação para correr atrás de tudo o que você idealiza em um novo relacionamento. Ele pode pode ser a peça que faltava para você encontrar o equilíbrio na sua vida amorosa e, por mais que tenha feito sofrer você antes, hoje não faz ideia do bem que lhe traz. Que seja sempre assim!


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