5 hábitos financeiros de mulheres bem-sucedidas pra você copiar já

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Arianna Huffington, fundadora do The Huffington Post. Exemplo de sucesso na carreira e nas finanças (Foto: JEFF LIPSKY/CPI SYNDICATION)

Muito mais ganhar rios de dinheiro, para se tornar uma mulher bem-sucedida e com um bom capital, o segredo está na forma como você administra seus lucros e como são seus hábitos financeiros.

Se a meta é aumentar seu saldo bancário e garantir estabilidade financeira para você e sua família, aqui vai uma boa notícia: cinco hábitos simples de mulheres bem-sucedidas vão te ajudar a chegar lá rapidinho. Ficou curiosa? Reveja suas atitudes e decisões, e anote já essas sugestões certeiras.

  1. Economize… em tudo!

Qualquer centavo que você puder economizar hoje, acredite, vai valer a pena no futuro. Seja cortando o cafezinho no meio da tarde, ou as compras de liquidação, quem já chegou lá e hoje tem uma boa quantia na poupança, garante: valores pequenos somam (e muito!) a longo prazo.

  1. Fique sempre conectada

É isso mesmo! Para quem está buscando poupar e garantir uma maior estabilidade financeira, entender sobre finanças é imprescindível. Por isso, procure por sites, aplicativos ou até mesmo canais no YouTube que te ajudem a verificar seu saldo bancário, te ensinem mais a fundo sobre investimentos ou até programem o seu pagamento de contas. Afinal, não dá pra passar o dia todo pensando em dinheiro, né? O ideal é deixar todas as suas finanças organizadas e ter tempo de sobra para produzir ainda mais. Que tal embarcar comigo no projeto #NósMulheresInvestidoras? Em parceria com a Easynvest eu falo sobre educação financeira e investimento de maneira leve e livre de regras. Clique aqui para saber mais!

  1. Faça das suas dívidas suas prioridades

Em certos momentos da vida, fazer uma dívida ou outra é inevitável. O segredo das mulheres bem-sucedidas financeiramente, entretanto, é que elas não deixam essas dívidas aumentarem com o tempo. Pelo contrário, montar um plano de ação para quitar todas elas no menor espaço de tempo, acaba virando uma missão – seja criando uma poupança, cortando gastos supérfluos, vendendo bens, aumentando a produção, fazendo horas extras… Não importa! Acabar com a dívida deve ser sempre o seu foco, não importa qual seja o tamanho dela ou para quem você está devendo.

  1. Para de comprar, comece a investir

Mais do que mudar alguns hábitos, se tornar uma mulher bem-sucedida financeiramente exige uma mudança de mentalidade. Quer um exemplo? Experimente deixar de comprar várias peças baratas e invista em uma mais cara, mas que vá durar mais. A regra, aqui, se aplica a qualquer tipo de bem: carros, roupas, móveis, celulares, eletrônicos, eletrodomésticos… Qualquer compra que possa ter um “prazo de validade” deve ser repensada e avaliada com cuidado.

  1. Não trabalhe sozinha

Muita gente acha que vai chegar mais longe se percorrer a caminhada sozinha, mas é aí que está o erro! Mulheres bem-sucedidas sabem que não são capazes de dominar todas as áreas de um negócio e admitem a importância de bons companheiros de equipe para atingirem suas metas financeiras. Não tenha receio de contratar um contador, pedir ajuda ao seu gerente, e, no caso de um empreendimento, ter funcionários capazes de suprir todas os setores (produção, venda, marketing, finanças…). O resultado vai ser muito mais rápido e eficiente, pode acreditar!

Bjs,
Fabi Scaranzi

Autoconfiança: como não deixar a autocrítica atrapalhar seus planos e sonhos

comunicação - autocrítica foto de destaque

Pra muita gente, celebrar pequenas vitórias parece impossível. Ao invés de reconhecer o progresso (seja na vida pessoal, na carreira, na prática de exercícios físicos, nos hábitos de alimentação…), muitas pessoas preferem esperar o resultado final ou, até julgar a si mesmas por não terem feito mais, melhor ou mais rapidamente.

Esse é o efeito da tão perigosa autocrítica! E ela quem nos impulsiona para sermos as melhores versões de nós mesmas, mas, ao mesmo tempo, é ela também quem pode nos impedir de alcançarmos nossas metas, sonhos e objetivos.

Já parou para analisar como, diante de cada nova tarefa, nos obrigamos a sermos perfeitas? Ou que por mais satisfeitas que a gente esteja, sempre pensamos que poderíamos ter feito melhor? Aí, não tem jeito: não demora até a autocrítica se transformar em insegurança, frustração e vergonha. Em muitos casos, ela pode, inclusive, nos convencer de que, se não for para alcançar os melhores resultados, o melhor é não fazer nada.

Se você deixa a sua autocrítica constantemente te impedir de progredir na vida pessoal ou na carreira, e seus objetivos ficam sempre estacionados, confira minhas três dicas para você colocar sua autoconfiança de volta aos trilhos.

1. Observe, não julgue
É difícil transformar uma atitude excessivamente crítica em uma atitude extremamente positiva da noite para o dia. É por isso que é importante dar passos pequenos. Que tal começar apenas observando? Ao invés de ver a si mesma e as suas ações com a lente da autocrítica, tente permanecer neutra e observar a situação como um todo. Analise os cenários, os resultados, as inúmeras possibilidades e desfechos.

Quer um exemplo? Na próxima vez que você se perguntar: “Por que é que eu só consigo finalizar cinco relatórios por mês? Eu deveria conseguir mais”, dê um passo para trás, mude seu tom negativo, observe seu progresso e diga: “Hoje eu já consigo entregar cinco relatórios por mês. No ano passado eu conseguia apenas três”.

2. Encontre seus cinco motivos
A gratidão é uma boa arma contra a autocrítica negativa. Para afastar qualquer sentimento de julgamento que possa abalar sua autoconfiança, procure listar cinco características pessoais pelas quais você pode ser grata. Seja sua resiliência, curiosidade ou persistência, escolha suas melhores características e coloque-as na sua “caixa de ferramentas”. Assim, cada vez que a sua autocrítica negativa der as caras, você vai ter munição de sobra pra lembrar a mulher maravilhosa que você é!

3. Esqueça o conceito de “bom” e “ruim”
Já reparou como a maioria dos nossos pensamentos, escolhas, ações e decisões são medidas pelo conceito de “bom” e “ruim”? Aqui vai outro exemplo bastante comum: conseguiu ir na academia três vezes essa semana? Isso é bom! Não resistiu a um brigadeiro no dia do dia? Isso é ruim!

Ao analisarmos cada uma de nossas ações como “boas” e “ruins”, deixamos nossa autocrítica fora de controle e o pior: não criamos espaço para o nosso crescimento e progresso. Bora então se dar uma folga, abandonar esse pensamento tão “8 ou 80” e se lembrar que “dificuldade” e “erro” não significam, necessariamente “fracasso”? É superimportante se permitir apreciar a jornada, os tombos e os aprendizados, e se dar o crédito por cada micro passo que você der. Afinal, são eles quem vão te dar ainda mais força contra a autocrítica negativa e te estimular a “chegar lá”, onde quer que o seu sucesso esteja!

Bjs,
Fabi Scaranzi

De volta ao trabalho depois da Licença Maternidade

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(Imagem: Shutterstock)

Se você está passando por este momento natural de ansiedade de ter que voltar ao trabalho depois de quatro ou seis meses de Licença Maternidade – afinal seu filho nasceu e até a lei reconheceu que era seu direito e dever dedicar-se exclusivamente a ele – não pense que é só você que passa por isso!

Principalmente depois do nascimento do primeiro filho, é natural ter a impressão de que todo esse tempo afastada a colocou em outro mundo e que será difícil se readaptar ao ambiente de trabalho, ao mesmo tempo que a sensação de separação do seu pequeno pode gerar sentimentos de culpa, além da própria dor da distância depois desse tempo em que estiveram tão grudados.

O primeiro passo para encarar essa ansiedade, os medos e expectativas da volta ao trabalho depois da Licença Maternidade, é ter em mente que toda essa revolução interna é absolutamente natural e não vai prejudicá-la na sua atuação profissional, desde que você saiba lidar com a nova realidade de ser mãe e mulher profissional, sem que as funções se choquem ou acumulem. É um período de adaptações, concessões e de ouvir bons conselhos também, principalmente de quem já passou por isso.

Na avaliação do psicólogo clínico Eduardo Reis Penido, deixar seu bebê em casa ou numa creche e dedicar-se ao trabalho pode deixá-la incômoda, a princípio, mas isso tende a passar rapidamente. “Aprender a lidar com as frustrações e perdas é uma necessidade do processo de crescimento, que se faz presente a cada momento de nossas vidas”, explica. “Vai existir uma certa sensação de luto, num nível muito menor, pois você e o bebê voltarão a se encontrar em poucas horas.”

Lidando com o desapego
De volta ao trabalho depois de meses de Licença Maternidade, você precisará se organizar emocionalmente e conseguir focar em suas tarefas para ter um bom desempenho. Eduardo Penido destaca que muitas pessoas gostam de dizer que controlam as emoções, porém, isso pode repercutir na saúde física e você precisará mais do que nunca estar saudável com sua nova “dupla jornada”. Então, a dica é trabalhar as emoções para que elas não fiquem bloqueadas. “O uso da respiração como mecanismo de mudança é muito importante”, observa o psicólogo.

Segundo o especialista, para amenizar o impacto da distância, antes do retorno ao trabalho as mães podem adotar alguns comportamentos para passar segurança ao filho. Um deles é fazer pequenos testes para deixá-lo por momentos, minutos ou horas com outra pessoa que possa cuidar dele. Assim, tanto a mãe, quanto o bebê sentem na prática o impacto da distância e conseguem, aos poucos, praticar o desapego.

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(Imagem: Shutterstock)

Preparando a volta
É superimportante voltar ao trabalho se sentindo segura e acolhida. Minha dica é que você entre em contato com os seus colegas de equipe dias antes da sua Licença Maternidade expirar e pergunte como estão as coisas na empresa, se algum projeto novo está sendo trabalhado, se houveram mudanças na equipe… Assim, você já chega sabendo o que vai encontrar. Um email simpático ou um telefonema para se reconectar com o seu chefe também pode ser um bom caminho, ou até passar no escritório para uma visita e um cafezinho antes de encerrar o período de licença.

Mas e o bebê?
Outra dúvida frequente das novas mamães diz respeito ao que deve ser levado em conta na hora de decidir quem vai ficar com o bebê, enquanto ela trabalha. A orientação do especialista é deixar a criança com quem você mais confia. Pode ser a mãe, a irmã, uma vizinha, a sogra ou até o pai, se ele trabalhar em esquema home-office (se ele topar, é claro!). Outra opção são as creches, que possuem uma estrutura física e multidisciplinar e podem acolher melhor a criança. Eduardo Penido recomenda que se dê preferência às creches onde já estiveram alguns filhos de conhecidos e amigos, além de observar se há uma boa impressão das pessoas que cuidarão do bebê.

Entre as vantagens da creche, estão a facilidade de socialização da criança, o estabelecimento de limites sociais, a imunidade (que vai ficar fortalecida devido as bactérias que circularão por todos) e um controle mais especializado de profissionais credenciados para observar e relatar o comportamento do bebê – experiência que uma babá, ou irmã podem não ter. “A proximidade da creche com a casa ou o trabalho também é importante, principalmente em cidades de trânsito intenso. A comodidade e a segurança da mãe e criança são fundamentais”, reforça Penido.

Estando a segurança e conforto do seu bebê garantidos, é hora de separar esses dois mundos aos poucos, pois você faz parte de ambos e claro, que não quer decepcionar a ninguém. Só não deixe que isso seja uma “preocupação”, ok? No final, tudo dá certo. Sucesso no retorno!

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

3 truques de moda para dar um toque profissional ao seu look

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Principalmente para nós, mulheres, a imagem ainda conta (e muito!) na hora de conseguir uma promoção ou fechar um contrato com um cliente. O jeito como a gente se veste para trabalhar pode passar credibilidade e demonstrar ainda mais a profissional competente e responsável que nós somos!

Levando em conta que o look de trabalho serve também para passar uma mensagem, hoje trago três dicas pessoais pra você garantir sua autoridade no trabalho, inclusive através das roupas que usa. Aprenda já!

1. Na dúvida, vá de branco!
Não é à toa que uso muito branco nos compromissos de trabalho. O branco atrai luminosidade, ao mesmo tempo que chama atenção sem pecar pelo exagero. Curinga, ele pode ser usado durante todo o ano e, para as mais ousadas e divertidas, se combinado com detalhes coloridos (como bolsas, sapatos e acessórios), o look de trabalho fica ainda mais bonito.

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2. Use as cores certas a seu favor!
Não tenha medo de usar a cor a seu favor, só cuidado com as escolhas! Pesquisas já revelaram que cores sólidas, como marinho e preto ajudam a passar credibilidade. Já o verde transmite equilíbrio e harmonia, enquanto o cinza passa solidez e competência, características importantes no mundo profissional.

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3. Crie uma assinatura visual!
Que tal escolher um elemento visual para criar uma marca pessoal? Seja com uma cor de esmalte mais forte, blazers, lenços ou colares, esse cuidado com a sua imagem profissional – principalmente em reuniões e encontros de negócios importantes – ajuda a deixar seu visual mais poderoso, além de garantir que você seja sempre lembrada pelo seu estilo e elegância.

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Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

5 truques de home office para aproveitar ao máximo seu espaço

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Ter um espaço dentro de casa exclusivo para trabalhar é maravilhoso, mas nem sempre um sonho possível. Se você mora em uma casa ou apartamento pequeno, aqui vão algumas dicas simples para você deixar seu cantinho de home office mais organizado, confortável, motivador e o melhor de tudo, todinho seu! Assim, fica fácil (e até mais gostoso!) de trabalhar.

1. Evite as áreas de passagem
Organize seu espaço de forma que mesas e cadeiras fiquem longe do tráfego, não apenas para evitar o movimento, mas também para não se distrair facilmente com as idas e vindas dos seus familiares ou animais de estimação. Que tal colocar a cadeira virada de costas para a porta? Vale a pena avaliar o ambiente de forma geral e realocar os moveis de forma que a vista te inspire a trabalhar a continuar produzindo.

2. Não ignore suas paredes
Para quem faz home office e não tem um espaço muito amplo, as paredes não só podem, como devem ser usadas como ferramenta de trabalho. Comece pintando-as com cores que estimulem a criatividade, como o verde o azul e o amarelo e deixe de lado cores mais quentes, como o vermelho e o laranja, já que elas aumentam a irritabilidade. Depois, decore as paredes com tudo o que possa te ajudar no trabalho: fotos inspiradoras, quadros de recados, tabelas e planilhas, calendários… Ter fácil acesso a essas informações vai te ajudar a se manter constantemente organizada e inspirada.

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(Imagem: instagram.com/easyinterieur)

3. Use e abuse da luz natural
Se o seu espaço de home office é pequeno e você não tem condições de colocar luminárias e abajures próximas a mesa, organize seu móveis de forma que você tenha maior acesso à luz natural possível! Diferente das lâmpadas, ela não faz mal à nossa saúde e nem deixa a nossa vista cansada depois de algumas horas. Caso seu cantinho não tenha janelas, use espelhos para canalizar alguma luz solar em seu espaço de trabalho. A solução, além de funcional, deixa seu home office mais sofisticado e elegante.

4. Organize fios aparentes
Pesquisas já comprovaram que ao trabalharmos num ambiente limpinho e organizado, nossa produção rende bem mais, mesmo que o espaço em questão seja pequeno. Por isso, esforce-se para manter o visual o mais clean possível. Se você trabalha com vários dispositivos eletrônicos – computadores, celulares, tablets… – vale a pena conectá-los a um único adaptador na parte inferior de uma estante de livros ou de arquivos, ou até criar um fundo falso dentro de armários e estantes a fim de esconder todos os cabos em excesso. O detalhe parece simples, mas faz toda a diferença.

5. Aposte em gaveteiros móveis
Espaço disponível para guardar pastas, papéis e documentos é uma das maiores queixas de quem faz home office. Minha dica? Apostar em gaveteiros moveis – aqueles com rodinhas que podem ser realocados a qualquer hora e posição. Pequenos, esses gaveteiros têm espaço suficiente para guardar tudo aquilo que não precisa ficar ao alcance dos nossos olhos todos os dias e ajudam a aliviar a nossa mente do estresse de ver aquele monte de pastas e papeis desorganizados sobre a bancada. Um truque? Coloque etiquetas nas gavetas, determinando o que encontrar exatamente em cada uma delas: documentos, contas, arquivos, projetos, rascunhos… E, se no final do dia, você notar que o espaço está muito apertado, dá até para mover o gaveteiro para outra região da sua casa, como o quarto de hóspedes, por exemplo.

Agora é com você: quando o assunto é home office, qual é o maior desafio pra você: Montar um espaço prático e aconchegante? Deixar as distrações de lado? Organizar sua agenda e dividir seu tempo entre lazer e trabalho?

Bjs e bom trabalho,
Fabi Scaranzi

 

Como ser feliz sem descuidar do seu orçamento financeiro

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Você não precisa sair fazendo vários cortes nos seus gastos mensais para terminar o mês no azul e, principalmente, se sentindo super feliz. Trabalhar e manter as contas em dia é importante, mas você não só pode, como deve receber algumas recompensas por todo o esforço que faz diariamente (e muitas vezes até nos finais de semana).

Esse é o foco dessa matéria: te ensinar como ter qualidade de vida e curtir momentos de diversão e lazer dentro do orçamento que você tem hoje. O segredo está em priorizar aquilo que você mais gosta e adequar os gastos à sua realidade. Aprenda já!

Com o que você anda gastando?

Antes de mais nada, é preciso ser sincera quanto aos seus gastos supérfluos. Por exemplo: você consegue se controlar quando passa a tarde num shopping ou não resiste a levar uma peça ou outra na promoção? No supermercado, você enche o carrinho de besteiras ou compra apenas o essencial? Tenha em mente que as compras impulsivas trarão em efeito de alegria imediata, mas não é difícil imaginar a dor de cabeça e as noites mal dormidas que você terá se extrapolar seu orçamento. Melhor evitar!

O que faz você feliz?

Agora que você já se policiou e sabe onde pode e onde não pode gastar seu dinheiro, o truque para ser feliz com o seu saldo bancário é criar um equilíbrio entre todas as contas que você tem que pagar mensalmente e os prazeres que você não abre mão.

Uma dica simples para quem adora uma vida social ativa e está sempre frequentando bares e restaurantes é substituir os locais mais caros por outros mais em conta, além de ficar sempre atenta aos sites de compras coletivas e dias e horários de promoção.

Outra saída para quem está com as contas mais apertadas é trocar os bares e baladas por encontros em casa com os amigos mais próximos. O ideal é que cada um leve o que for beber e, juntos, vocês dividam os gastos com comida.

Independentemente do que faz você feliz – uma bolsa nova, entradas vips para shows e baladas, restaurantes… – é importante avaliar o impacto que esse gasto terá no seu futuro. No caso da bolsa, por exemplo: o uso justifica o investimento? Você será capaz de usá-la no trabalho, numa reunião, numa boate, ou ela ficará encostada no armário? A peça é curinga e pode ser usada a qualquer hora do dia e estação ou logo cairá de moda? De que outras maneiras voltadas ao seu lazer você poderia usar essa quantia? Será que o valor da bolsa não equivale a uma parcela de uma viagem com o namorado no final de semana, por exemplo?

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Diferente de economizar e usar esse valor apenas para pagar contas, a ideia é que você reflita sobre como usar seu dinheiro de forma a bancar sua felicidade sem 1) estourar seu saldo 2) investir tudo numa “felicidade” que tem tudo para durar apenas algumas horas.

Como digo sempre aqui no site e volto a reforçar, a regra do 50-30-20 é uma das mais eficazes para quem não só tem dificuldade em guardar dinheiro, mas também sofre para direcionar os gastos de lazer com o que realmente importa. O segredo é reservar 50% do seu salário para despesas essenciais (como moradia, alimentação, transporte, saúde e educação); 30% para quitar dívidas e outros gastos e os 20% restantes dividir em dois: 10% para poupança e 10% para manter seu estilo de vida e focar somente em você: seja com viagens, com shows, teatros, spas, tratamentos estéticos, restaurantes, bares, baladas, livros, roupas… não importa. O importante é não se esquecer nunca de ser flexível e tomar cuidado para não se precipitar antes de gastar essa quantia tão preciosa.

Dicas anotadas?

Bjs,

Fabi Scaranzi

Como perder o medo de gravar Stories ou aparecer nas redes sociais

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(Imagem: Shutterstock)

Quando eu falo nas minhas palestras e workshops sobre comunicação e autoconfiança, uma das queixas constantes que eu recebo é o medo de gravar Stories no Instagram e dar as caras nas redes sociais. O problema é que, principalmente para quem é empreendedora e tem um negócio próprio, as redes sociais são uma ferramenta fundamental para tornar o produto ou serviço conhecido e, mais ainda, consolidar a marca em meio a um mercado tão competitivo.

É aquela coisa: quem não é visto não é lembrado! Mas, então, como perder esse medo e superar essa insegurança?

Primeiro, é preciso identificar o seu real motivo do seu medo. Será que essa limitação está ligada a dificuldade em se comunicar? Ou seja, como falar de maneira envolvente, assertiva, que deixe o outro curioso e interessado… Ou será a necessidade de se expor e correr o risco de passar vergonha, de ser julgada ou de “fazer papel de boba” para um grande número de seguidores?

Medo de gravar Stories x Síndrome da Impostora
Engajamento, aproximação… Não tem jeito, os Stories são fundamentais para aproximar você do seu público e tornar a relação cliente/empresa mais humana e pessoal.

O que pouca gente sabe é que esse medo de gravar Stories está ligado diretamente a Síndrome da Impostora. Nunca ouviu falar? A Síndrome da Impostora nada mais é do que se autojulgar incapaz e subestimar as próprias habilidades. No caso dos Stories ou de gravar vídeos para outras redes sociais, como o Facebook ou LinkedIn, a Síndrome aparece quando a pessoa não se acha boa o suficiente, bonita o suficiente, quando não acredita que tem conteúdo interessante e significativo para passar a diante. Resultado: o próprio medo e falta de confiança em si mesma viram seus maiores sabotadores.

Como perder o medo de gravar Stories e aparecer nas redes sociais
Precisa superar o medo de gravar Stories e não sabe por onde começar? Confira as minhas dicas para ganhar mais autoconfiança e dominar as redes sociais:

– Não se assista. É isso mesmo! Quanto mais você assistir um vídeo que gravou de si mesma, mais “defeitos” você vai encontrar. Tenha em mente que a ideia dos Stories é ser natural, espontânea. Eles não precisam ser perfeitos.

– Não se intimide com piadinhas. Quem é ativo nas redes sociais, normalmente é seguido por tios, primos, colegas de faculdade… Aí, bastou um Story para você ser chamada de “blogueirinha” ou ser perguntada sobre os famosos “recebidos”. Entenda que não importa o que você faça ou qual seja o seu ramo de atuação, sempre haverão pessoas para te julgar ou criticar. Se você der ouvidos a cada um desses comentários maldosos, nunca vai ser capaz de dar um passo à diante.

– Treine seu Stories até pegar confiança. Se o seu medo é tanto que faz sua mão tremer e a voz gaguejar, experimente treinar algumas vezes antes publicar seus vídeos nas redes sociais. A prática e o tempo vão ajudar a deixar sua relação com essa ferramenta cada vez mais leve e natural.

 – Aceite que ninguém mais “acha esquisito”. Quando os Stories surgiram, era comum mesmo a gente estranhar ao ver uma pessoa gravando vídeos dentro de um supermercado ou na fila do cinema. Hoje, ninguém mais liga! A gravação se tornou algo tão comum no dia-a-dia que ninguém vai achar estranho se você decidir gravar Stories no meio de um evento, numa loja ou ao ar livre. Acredite, os autojulgamentos são muito mais fortes e sabotares do que aqueles vindo de pessoas que presenciaram a sua gravação.

– Encontre seu diferencial. Está com medo de parecer boba na frente das câmeras ou de as pessoas acharem que o que você disse ou mostrou não é importante o suficiente? Pare para pensar no diferencial do seu produto, serviço ou mensagem. Encontre algo que só você tenha a oferecer e faça desse o seu foco. Fica muito mais fácil mostrar as caras e se expor quando você acredita no valor único e exclusivo daquilo que está prestes a dizer.

Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

7 maneiras de se reinventar no trabalho

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Existe uma série de razões pelas quais você pode estar querendo se reinventar no trabalho: se você cansou de ser uma assistente e acha que merece um cargo maior, se você se apaixonou por um departamento diferente do que trabalha hoje, ou até se sente que tem muito mais potencial para oferecer do que seu chefe exige de você. Não importa qual seja o motivo da mudança: nós vamos ajudá-la a dar os primeiros passos e se tornar uma nova profissional, completamente repaginada. O segredo? Fazer com que aqueles que trabalham com você estejam cientes de que você está pronta para uma mudança !

1. Entenda como as pessoas veem você
Você tem múltiplos talentos e qualidades quando se trata do seu trabalho, mas será que você está fazendo de tudo para destacá-los? Para ter certeza de que você está passando a imagem certa para seu chefe e colegas de equipe, peça para as pessoas próximas a você para descrevê-la em três palavras. Assim você poderá avaliar quais são seus pontos fortes e quais são as características da sua personalidade, ou até mesmo suas habilidades mais marcantes, que você precisa trabalhar para que os outros prestem atenção.

2. Aprenda a dominar novas habilidades
Se você quer se tornar uma profissional ainda melhor e, porque não, se reinventar e renovar a imagem que você passa dentro e fora do escritório, é fundamental que você conquiste cada vez mais conhecimento e experiência. Dan Shawbel, autor de “Promova-se”, um best-seller do New York Times, disse à revista Business Insider que você pode dominar novas habilidades lendo livros, aprendendo com seus mentores e participando de cursos e aulas. “Assim você fará que com que as pessoas saibam sobre suas novas capacidades, não por vanglória, mas buscando ativamente projetos na empresa onde você pode exibi-los através do seu trabalho”. Seja voluntária em novos projetos e neles, procure incorporar tudo aquilo de novo que você tem aprendido atualmente.

3. Encontre uma fonte de inspiração
Para se reinventar no trabalho e assumir uma postura totalmente nova, procure pensar em mulheres que inspirem você. Em seguida, tente se conectar com elas em busca de inspiração, seja na vida real ou até mesmo pelas redes sociais. Iniciar um networking com pessoas de outras empresas e até mesmo de profissões completamente diferente da sua é uma forma de tornar sua transição mais suave e divertida. Assim, você vai conhecer pessoas que estão na carreira que você está interessada e ainda aprender sobre quais habilidades você precisa trabalhar para ser bem-sucedida na área.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, é vista por muitos como modelo de inspiração.
A ex primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, ainda é vista por muitos como modelo de inspiração.

4. Crie novos relacionamentos profissionais
É natural criar vínculos com certos colegas de escritório. O cargo, o departamento, a idade… tudo isso são fatores que levam você a se aproximar mais de um companheiro de trabalho do que de outros. Para crescer e se reinventar no trabalho, entretanto, é preciso expandir ou até mesmo mudar esse círculo. Schawbel lembra o papel essencial que essas relações desempenham para quem está procurando mudar sua imagem no trabalho. “Pessoas de círculos diferentes podem ajudá-la a descobrir novas ideias e identificar seus pontos fortes. Estabeleça, como meta, se conectar com pelo menos um novo profissional por mês. Essas conexões podem fornecê-la a orientação que você precisa para criar uma marca pessoal forte esse ano”. Mostre interesse nas habilidades dos novos colegas e, durante uma pausa para o café, pergunte como eles chegaram ao cargo que ocupam e peça para que eles compartilhem seus conhecimentos sobre a empresa.

5. Dê um up no visual
Se sua meta for um determinado cargo ou posição, avalie como se vestem os profissionais que atuam nessa mesma área. Schawbel explica que a sua aparência determina como as pessoas veem você. Não é preciso fazer nenhuma mudança drástica, mude apenas o necessário para que você se sinta mais confiante na nova área de trabalho e para que passe a imagem correta que seus novos colegas de trabalho terão sobre você.

6. Proponha uma competição saudável
Todo escritório tem aquela pessoa que trabalha para ser o destaque da equipe. Ela pode ser assustadoramente eficiente na maioria do tempo, mas ao invés de se afastar dela, ou até mesmo sentir aquela pontinha de inveja, faça da sua missão tornar-se uma pessoa melhor que ela. De acordo dom Lindy DeKoven, vice-presidente executiva da NBC, o pensamento de competir com seus colegas de trabalho pode ser assustador, no entanto, ele é essencial para que você cresça na carreira, se destaque diante do seu gestor e descubra quais são os fatores externos que distraem você e constantemente tiram seu foco e concentração.

7. Seja persistente
Leva tempo para se reinventar no trabalho, portanto, tenha paciência. Esse processo de rebranding deve levar muito mais que uma semana, afinal, não é de um dia para o outro que você vai provar para o seu chefe seu valor e capacidade de crescimento, certo? DeKoven enfatiza que as mulheres tendem a esperar sua vez. “Parece que estamos condicionadas a querer mais, mas aceitar menos. Temos de fazer perguntas e também dizer o que queremos. Não devemos desistir. A persistência compensa”.

Lembre-se: você trabalhou duro para reinventar -se. Não desista e mantenha-se firme e forte na busca por seus sonhos!

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Pinterest

Aprenda a usar as diferentes bocas do seu secador

Usando o bico de secador certo, você é capaz de criar penteados incríveis!

Acredite, seu secador é capaz de fazer muito mais do que você imagina. Usando o bico certo, você cria penteados incríveis sem precisar recorrer a um profissional, bom né? Aprenda já!

Bico largo: Perfeito para usar na hora de fazer aquela escova bem marcada, pois espalha o vento quente, o que facilita o alisamento. Para quem faz questão da chapinha depois de secar os cabelos, esse tipo é ideal, já que não deixa as madeixas armadas enquanto seca.

Bico pequeno: Ideal para quem precisa modelar a franja ou topete, uma vez que o jato de ar é mais concentrado. Este bico ainda pode ser usado por quem pretende fazer uma escova mais modelada, com as pontas trabalhadas e viradas para cima. Uma dica é usá-lo em mechas de um a dois dedos. O processo pode ser demorado para quem tem bastante cabelo, mas fica lindo.

Difusor de ar: Além de secar melhor a raiz e garantir um look mais natural e duradouro, é ótimo para quem gosta de fios ondulados. Recorra a essa opção sempre que estiver atrasada, mas ainda assim não quer sair de casa com os fios úmidos. Ele dá um look moderno nos cabelos, mesmo se você não tiver tempo para fazer uma escova mais caprichada.

Difusor universal: Deixa os fios cacheados, com aparência natural. Para potencializar o efeito, use produtos como pomadas e cremes finalizadores termoativos. Um truque inteligente também é amassar os fios enquanto os seca. Isso reduz o volume dos cachos.

Acerte na posição:
Não importa qual seja seu próximo penteado, tenha a certeza de usar o secador na posição correta. Jamais aproxime DEMAIS o aparelho dos fios. Além de ressecá-los, você ainda compromete a cutícula do cabelo, aumentando a chance de romper os fios. Mantenha uma distância de, pelo menos, cinco centímetros entre o secador e seu couro cabeludo — ou até mais se o aparelho estiver ligado na temperatura máxima. Assim que terminar de secar os fios, passe um jato de ar frio por toda a sua extensão. A prática evita aquela sensação de ressecamento e opacidade.

Viu como é fácil?

Bjs,
Fabi Scaranzi

Reflexologia: ótima alternativa para relaxar e livrar-se de dores

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(Imagem: Shutterstock)

Antes de recorrer a analgésicos, que tal experimentar exercícios de reflexologia para aliviar dores nos ombros, nas costas, pescoço e relaxar pés e tornozelos? Comigo já funcionou algumas vezes.

A pressão do dia­-a-­dia, a rotina puxada, o stress e o cansaço… Quer combinação mais perigosa para tensionar os músculos do corpo e fazer você se sentir como se tivesse acabado de participar de uma luta de box?

A boa notícia é que você não precisa (e nem deve!) recorrer aos analgésicos por conta própria para aliviar esses pontos de tensão, já que alguns medicamentos são tão fortes que, apesar de resolver o problema, acabam atacando nosso estômago, fazendo apenas que troquemos uma dor por outra. O ideal é procurar um médico e se a consulta tiver um período de espera, recorrer a uma técnica alternativa, como a da massagem chamada reflexologia. Ela funciona basicamente pela aplicação de pressão em pontos de áreas reflexas do nosso corpo, como as mãos, pés e a face. Cada um desses pontos nessas áreas corresponde a um órgão, glândula ou sistema em particular.

O resultado? Além de melhorar nossa circulação, a prática do exercício reduz nossa tensão corporal e relaxa algumas áreas do nosso corpo, quase que imediatamente. Vamos tentar?

Para aliviar a tensão no pescoço:

Com o polegar direito, pressione com força ao redor da base do polegar esquerdo. Repita o exercício algumas vezes.

Para reduzir dores nas costas:

Segure a lateral do pé esquerdo, colocando uma mão de cada lado. Balance o pé de um lado para o outro, entre as palmas das mãos, fazendo movimentos rápidos quantas vezes achar necessário. Em seguida, realize o mesmo movimento com o pé direito.

Para relaxar os ombros:

Lentamente, deslize o polegar direito no dedo mindinho da mão esquerda. Realize o exercício partindo da base do dedo até à ponta. Repita o movimento algumas vezes e depois faça o mesmo com a outra mão, usando agora o polegar esquerdo para massagear o dedinho direito.

Para liberar a tensão dos pés e tornozelos:

Quem sofre de artrite nos pés deve praticar esse exercício regularmente. Ponha as mãos em volta dos tornozelos, com as pontas dos polegares apontadas em direção aos pés. Delicada, mas rapidamente, balance o pé em movimentos circulares. Nada de colocar força nos movimentos, nem pressionar demais a área do tornozelo. Faça o mesmo com o outro pé!

Se não conseguir fazer sozinha, chame um reflexologista! Ele faz uma super-massagem e lhe ensina todos os pontos. Outra opção também é pedir pro maridão te ajudar!

Bj pra vcs
Fabi Scaranzi

*Imagem de destaque: Shutterstock