Como economizar e sair do vermelho

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(Imagem: Pinterest/oprah.com)

Algumas emergências acontecem mesmo: a perda do emprego, um problema de saúde, uma cirurgia de emergência… situações assim podem mudar a situação financeira de uma família, principalmente quando elas surgem sem o mínimo de planejamento. Em outros casos, simplesmente não somos muito regradas e perdemos a mão no controle dos gastos. Para isso que isso não aconteça, é preciso muita disposição e alguns sacrifícios para se livrar de dívidas ou não cair no vermelho. Com a ajuda da Fundação Procon-SP separamos algumas dicas que vão te ajudar a economizar e manter as contas sempre em dia.

1. Organize suas finanças
O primeiro passo para sair do vermelho é avaliar friamente sua situação financeira. Deixe a vergonha de lado e procure saber exatamente quão grave é o problema. Anote tudo (tudo mesmo!), desde os seus gastos mais simples, até os mais significativos, para sabe com quem você tem dívidas, quanto e há quanto tempo. Depois, liste suas despesas fixas e essenciais, como aluguel, luz, água… Por fim, anote outros tipos de despesas, como roupas, viagens, gastos com cursos. Somente assim você saberá que gastos cortar e assim, quitar dívidas passadas.

2. Controle os gastos
Se a situação estiver crítica e você se vê presa a dívidas a longo prazo, é fundamental controlar os gastos e cortar todos os supérfluos, como a TV a cabo, a assinatura de revista que você mal tem tempo de ler… Tente diminuir as saídas no fim de semana, troque o carro pela bicicleta e procure atividades gratuitas para se divertir em parques ou praias. E nada de levar o cartão de crédito. Saia com uma quantia limitada para gastar, assim você gasta o mínimo possível.

3. Deixe o cartão de crédito de lado por um tempo
Cartão de crédito não é sinônimo de dinheiro grátis! E com a facilidade de comprar pela internet, deixar o cartão em casa já não é mais uma solução fácil para reduzir os gastos. Por isso, o melhor é deixa-lo de lado por alguns meses. Lembre-se que o crédito oferecido através do cartão possui taxas bem altas, atingindo até 200% ao ano. E o pior: se não for paga em até 6 meses, o valor da dívida pode dobrar.

4. Abandone o cheque especial
Se você se vir pendurada no cheque especial, o melhor é pedir um empréstimo mais barato (consignado ou CDC, por exemplo), para cobrir a dívida e ajustar o orçamento sem precisar usá-lo novamente. Por que? Os juros do cheque especial são bem altos e, ao liberar essa linha de crédito automaticamente, o banco faz com que você passe a pagar juros, taxas e tarifas pelo uso sempre que você ficar sem salto e precisar desse plano B.

5. Negocie com quem você deve
Agora é hora de verificar o quanto você tem disponível mensalmente para saldar suas dívidas. Em seguida, entre em contato com seus credores para negociar o pagamento dos seus débitos e assim, limpar seu nome. Se a quantia ainda não for suficiente, que tal trocar uma dívida mais cara como a do cheque especial, por uma mais barata, como o crédito consignado? Analise valores, taxas e juros e sempre, sempre mesmo, documente toda a negociação.

6. Eduque-se
Para controlar seus gastos, é necessário reeducar seus hábitos e avaliar exatamente no que você gasta seu salário. Se for o caso, envolva sua família para que a economia seja feita por todos. Acompanhe diariamente também seu saldo bancário e despesas pagas no cartão.

7. Não saia da linha
Agora que você está com as dívidas negociadas e com os gastos sob controle, é necessário ter muita força de vontade para se manter na linha. Por isso, não ceda a tentações que surgirem pelo caminho! Pague todas as contas em dia, não atrase nenhuma parcela e sempre que possível, escolha o pagamento à vista.

8. Reserva de emergência
Para não passar pelo susto de se ver endividada novamente, que tal poupar todo mês uma quantia para compor uma reserva de emergência? Escolha um valor fixo para poupar mensalmente e assim que receber seu salário, transfira-o para a poupança. Assim, você não corre o risco de ter que recorrer ao cheque especial quando um imprevisto aparecer e muito menos se encontrar no vermelho novamente. Prevenir é sempre a melhor opção.

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(Imagem: Shutterstock)

Como acabar de vez com as dívidas já existentes:

1. Tenha noção do tamanho da dívida

2. Negocie o pagamento. Explique ao credor que está disposta a pagar o que deve, mas que precisa de um prazo maior e juros mais baixos

3. Troque várias dívidas por uma menor

4. Faça uma planilha e anote seus gastos futuros

5. Planeje suas finanças

6. Liste suas contas atrasadas. Para cada item, anote o valor do pagamento mensal, a taxa de juros e o total da dívida

7. Analise as taxas de jutos dos bancos, já que em muitos casos vale a pena fazer um empréstimo pessoal e quitar todas as dívidas

8. Organize todos os seus gastos para que eles não fujam do controle e avalie a melhor forma de arcar com as despesas

9. Considere a situação atual – não só a sua, mas a do país também – antes de fazer novas dívidas

10. Pense quantas vezes for preciso antes de realizar uma nova compra. Será que esse gasto no momento é realmente necessário?

Mais quais dívidas devo dar prioridade?

1. Dê mais importância para as dívidas com juros mais altos, como cheque especial e cartão de crédito. Afinal, elas só tendem a aumentar e em pouco tempo se tornam uma bola de neve.

2. As que têm bens como garantia. Se existe o risco de perder o veículo ou imóvel, o ideal é pagar essas dívidas primeiro.

3. As que deixarão seu nome sujo. Caso você receba uma notificação de que seu nome será encaminhado ao SERASA ou SPC, é fundamental eliminar essa dívida primeiro para não perder o crédito.

4. A dívida mais alta. Tente se livrar da dívida mais alta, assim você irá se acostumar apenas a pagar uma parcela menor mensalmente.

5. Dívidas com serviços básicos. Nada de deixar o pagamento de contas de água, luz ou outros serviços sempre necessários para depois, hein? Esse tipo de situação sempre gera uma certa dor de cabeça até se normalizar.

Como se manter livre de dívidas?

1. Compre apenas o necessário. Calcule quantas horas de trabalho – inclusive as extras – essa nova aquisição irá lhe custar.

2. Não desista da planilha. Pense no que fará com suas economias e avalie todos os investimentos para fazer o melhor negócio.

3. Respeite seu saldo bancário. Aquele sapato pode ficar perfeito com seu vestido preferido, mas será que o custo vale a pena? Evite comprar apenas pelo prazer de consumo se o gasto pode render dores de cabeça se deixarem seu saldo negativo no fim do mês.

4. Use o débito automático. Assim, você não deixa que as dívidas atrasem e, consequentemente, evita os juros.

Tem dificuldade em economizar? Conte pra mim nos comentários com o que você mais gasta dinheiro. Estou curiosa!

Bjs,
Fabi Scaranzi

Fontes:
*Sociedade Brasileira de Coaching
* Procon: http://www.procon.sp.gov.br/

Dicas poderosas de comunicação para mulheres empreendedoras

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(Imagem: Shutterstock)

Como mulheres, sabemos como é difícil sermos ouvidas no mercado de trabalho. Infelizmente o preconceito ainda existe e a desigualdade de gêneros continua enorme. Como empreendedoras, esse desafio pode ser ainda maior.

É verdade que vender um produto ou serviço inovador e de qualidade é importante, assim como a propaganda e a excelência no preço e na entrega, entretanto, existe, sim, uma última habilidade que pode fazer a sua empresa se destacar no mercado: sua comunicação como gestora.

Separei algumas dicas especiais para mulheres empreendedoras que precisam melhorar sua comunicação e atrair com sucesso até o mais difícil dos públicos. Anote aí!

Aposte na lógica
Vai apresentar seu produto ou serviço para um novo cliente em potencial? Aposte em argumentos lógicos ao invés de apelar para o emocional para enfatizar seu ponto de vista. Dica importante: evite frases emocionalmente carregadas, como “eu sinto que”, uma vez que elas podem prejudicar sua credibilidade. Apresente seus pontos com uma linguagem que mostre que você tem um plano de ação a longo prazo. Mas, atenção: apostar na lógica não significa, necessariamente, fazer uma apresentação fria. Entre dados, gráficos e planilhas, é preciso criar uma relação de proximidade com o público ou cliente, mesmo que seja através de exemplos, inclusive pessoais.

Fale com convicção e autoridade
O Incedo Group, empresa de consultoria de desenvolvimento organizacional americana, lançou em 2018 um artigo explicando que nós, mulheres, precisamos equilibrar credibilidade, simpatia e autoridade – três habilidades cruciais para uma comunicação eficaz – principalmente se estivermos entrando agora no universo do empreendedorismo. Como? Projete sua confiança conduzindo a conversa e trazendo-a de volta ao tópico quando/se ela sair do curso. Nunca comece uma frase com “eu posso estar errada sobre isso”, ou “infelizmente não sei se posso”. Seja direta! Esses “avisos” podem passar a impressão de fraqueza ou incerteza, desvalorizando seu serviço. Por fim, não se deixe ser interrompida. Se alguém cortar você, diga educadamente, mas de maneira direita “com licença, ainda não terminei” e continue seu discurso.

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(Imagem: Shutterstock)

Seja breve
Seja sucinta nas conversas de negócio, incluindo apenas os detalhes pertinentes. Embalar seu público numa primeira conversa com uma avalanche de informações pode confundir e até fazer com que ele perca o interesse. Além disso, dar muita explicação ou levar muito tempo para chegar ao ponto mais importante do seu argumento diminui sua credibilidade. Seja direta ao se comunicar, mesmo se estiver tendo uma conversa difícil.

Preste atenção na linguagem corporal
O modo como você se comporta e interage com os outros tem tanto impacto quanto as palavras que você diz, então aprenda a usar a linguagem corporal também a seu favor. Ao interagir com colegas, equipe de trabalho ou clientes, demonstre confiança e assertividade ao fazer contato visual e apertar a mão de alguém com firmeza. Preste muita atenção à linguagem corporal do outro para avaliar sua conexão. Por exemplo: a outra pessoa está sorrindo e balançando a cabeça ou franzindo a testa e cruzando os braços? Aprenda também as diferentes maneiras pelas quais homens e mulheres usam e interpretam a linguagem corporal. Homens tendem a acenar com a cabeça quando concordam com o que estão ouvindo, enquanto as mulheres tendem a acenar para reconhecer que entendem a outra pessoa. Estude essas diferenças de gênero para garantir que seus clientes vão compreender você e como você pode precisar alterar sua linguagem corporal para garantir que suas ideias sejam 100% captadas.

Bjs,
Fabi Scaranzi

8 dicas para quem quer começar a empreender

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Sabia que hoje, segundo dado da PNAD e do relatório GEM Brasil 2014, dos 130,7 milhões de brasileiros entre 18 a 64 anos, 45 milhões são empreendedores? Bastante, né? E a pesquisa mostra ainda que a taxa de sucesso de quem se prepara antes de abrir um negócio próprio é bem superior à de quem não toma as medidas necessárias antes de abrir uma empresa por necessidade.

A verdade é que abrir um negócio próprio sempre é motivo para ansiedade, euforia… e medo! Afinal, se aventurar em um universo totalmente novo gera uma certa insegurança. Para não pisar em um campo minado e começar a empreender se sentindo segura e confiante, antes de tudo é preciso muito planejamento. Por isso, nada de ser impulsiva! Confira algumas dicas oferecidas pela Small Business Trends para começar a empreender com cautela e cuidado.

1. Comece criando um plano de negócio, estabelecendo, inclusive seu público-alvo e área necessária para montar seu estabelecimento. Depois, pesquise a situação do mercado atual e se o seu plano de negócio se encaixa nessa oferta e procura.

2. Avalie os custos. É preciso lembrar que leva tempo até que sua empresa passe a dar lucros. No começo, além do pagamento mensal dos funcionários, é preciso tentar recuperar todo o dinheiro investido no negócio e ainda pagar taxas comerciais, como a emissão do alvará, por exemplo. E elas não são nada baratas!

3. Aprenda a economizar. Quem está começando a empreender vai ter que aceitar a fazer pequenos cortes, seja nos gastos com funcionários ou até mesmo na quantidade de material de escritório. Para isso, a melhor saída é dividir seus gastos compartilhando o escritório com estabelecimentos, unificando as despesas.

4. Aumente sua rede de contados. Lembra do famoso ditado: “quem é visto sempre aparece”? Só com muita propaganda e visibilidade para fazer seu negócio crescer. Crie perfis nas redes sociais (Instagram, Facebook, Twitter), amplie a rede de contatos e, principalmente no começo, invista em uma boa jogada de marketing, como um site ou anúncios no rádio e televisão.

5. Faça cursos de capacitação. Quanto mais você estudar, melhores serão suas chances na hora de fazer contatos ou consultar especialistas. A boa notícia é que você não precisa gastar nada com isso, já que atualmente existem várias plataformas que oferecem cursos gratuitos para quem quer começar a empreender. Disponíveis tanto em inglês, quanto em português, vale a pena dar uma olhada no coursera.org, FGV online, edx.org e endeavor.org.br e começar sempre com cursos básicos. Assim que você tiver as primeiras noções de empreendedorismo bem embasadas, parta para estratégia e plano de negócios, inovação, vendas e marketing, inclusive a digital.

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6. Aprenda com os profissionais da área. Procure quem já tem seu negócio estabelecido ou é um expert no assunto e não tenha medo de pedir dicas e conselhos. Escute as dicas com cuidado e tente identificar pontos em comum com o seu negócio. Pergunte sobre seus erros e acertos, o que faria de diferente e quais as principais dificuldades existentes no mercado atual. Se necessário, anote as dicas e lembre-se delas antes de tomar qualquer decisão futura.

7. Frequente encontros e palestras sobre o assunto. Sabia que muitas escolas de negócios e até universidades têm centro de empreendedorismo que oferecem encontros e palestras gratuitos? Essa pode ser uma ótima maneira de aprender como empreender ouvindo conceitos e dicas práticas, além de aumentar seu leque de empreendedores conhecidos que, porque não, podem vir a se tornar futuros parceiros. É preciso ter em mente que um negócio só vai pra frente se você fizer um networking com pessoas do meio antes mesmo do momento da inauguração do seu estabelecimento.

8. Invista em uma consultoria especializada. Depois de usufruir tudo o que puder do planejamento que criou por conta própria e começar o colher os frutos do seu investimento, vale a pena começar a considerar os serviços de consultoria, que servem para alavancar seu negócio com jogadas de marketing um pouco mais diferentes. Só não se esqueça que esses serviços normalmente custam caro e só devem ser requeridos se você tiver uma reserva segura de lucro para gastar, afinal, no mundo dos negócios nós estamos sempre aprendendo.

Bjs e boa sorte!
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

 

Cuidados para manter a pele firme e durinha depois dos 30 anos

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A atriz Andreia Horta com a pele linda aos 34 anos! (Imagem: Divulgação)

Depois dos 30, os cuidados com a pele do rosto e corpo precisam ser redobrados! É nessa época que começam a aparecer os primeiros sinais de flacidez, além de manchas e rugas. Além de cosméticos e tratamentos estéticos, é preciso melhorar a alimentação, não abusar de bebidas alcoólicas, praticar exercícios, evitar o estresse…

Quer manter a pele firme e durinha depois dos 30 anos? Dá uma olhada nessas dicas sugeridas pela dermatologista de São Paulo, Carolina Pacheco.

1. Use filtro solar diariamente
O uso do filtro solar diário é ainda mais importante depois dos 30 anos e o motivo é simples: “O excesso de raios UV podem prejudicar a pele dessa mulher, uma vez que, com a idade vamos ficamos cada vez mais sensíveis às ações do envelhecimento”, explica a especialista. Para evitar manchas, rugas e até câncer de pele, use filtro solar com FPS 40 ou mais todos os dias, não apenas no rosto, mas também no pescoço, mãos e colo.

2. Tire a maquiagem antes de dormir
Depois dos 30, é fundamental tirar a maquiagem e aplicar loções tônicas antes de dormir, uma vez que ficamos mais sensíveis a descuidos. Resíduos da maquiagem pode deixar manchas e marcas com facilidade, além de entupir os poros, facilitando o surgimento da acne adulta. Então, não se esqueça: passe demaquilante (sem óleo) por todo o rosto com a ajuda do algodão, lave bem e aplique o tônico para limpar e purificar a pele.

3. Tome suplementos vitamínicos
Está sentindo a pele do rosto ou corpo flácida e sem vida? Os suplementos vitamínicos podem ajudar. Sabia que depois do 30 nosso corpo passa a perder a capacidade de produzir colágeno naturalmente? Além das balas de colágeno, cosméticos ricos em vitamina C e E ajudam a clarear manchas e combater o fotoenvelhecimento. “Procure seu dermatologista antes de comprar qualquer produto. Só um especialista será capaz de indicar a vitamina necessária para o seu organismo”.

4. Procure cosméticos contra flacidez
Procurando por cosméticos a fim de garantir uma pele firme e durinha? Escolha aqueles com colágeno e retinol (vitamina A). Mas, fique de olho: o retinol não tem nada a ver com ácido retinoico, viu? “É o retinol o principal responsável por renovar as camadas da pele, melhorando a textura e a elasticidade”, explica Carolina Pacheco.

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(Imagem: Shutterstock)

5. Não esqueça a limpeza de pele
Para deixar a pele firme e durinha, é imprescindível fazer uma limpeza facial mensalmente. Segundo a dermatologista, ela é a única capaz de desobstruir os poros, ajudando o rosto a respirar melhor e evitando imperfeições visíveis. “Esse cuidado promove a renovação da pele, eliminando a camada com acne, oleosidade, manchas… Um cuidado essencial para quem sonha em manter a pele firme mesmo depois dos 30”, diz.

6. Faça peelings, laser e luz pulsada
Se a ideia é manter a pele do rosto durinha e impedir o envelhecimento precoce, o peeling superficial pode ser uma boa opção! Ideal para quem já tem mais de 40 anos, ele remove as manchas da face e estimula a produção do colágeno. “Já a luz pulsada e o laser dão viço e luminosidade à pele, melhorando a textura e firmeza, tratando casos de rugas, cicatrizes de acne, estrias e olheiras”, explica a dermatologista.

7. Adeus moleza
Quer dar um jeito na aparência de gelatina da barriga, bumbum e pernas? Que tal testar o famoso aparelho de radiofrequência Thermage? O tratamento estético promete deixar tudo durinho e uma única sessão. O aparelho dispara ondas que, quando chegam à derme, elevam a temperatura a 60 graus em menos de um segundo. Assim, ocorre uma contração das fibras de colágeno da região, garantindo uma pele firme e durinha.

8. Pratique yoga e pilates
Exercícios como yoga a pilates ajudam (e muito!) a melhorar nossa  elasticidade e condicionamento físico, sem exigir aquela rotina louca e super esforço, como crossfit e HIIT. A prática fortalece os músculos e mantém a pele firme, além de melhorar o foco, o equilíbrio e a concentração. Bom, né?

Bjs,
Fabi Scaranzi

10 maneiras de melhorar sua autoestima no local de trabalho

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Principalmente no mundo dos negócios, nossa confiança se abala à medida que cometemos erros e aumenta conforme realizamos tarefas e superamos limites. A maneira como reagimos a críticas e a nossa capacidade de aprendermos conforme as decisões que tomamos ao longo do dia também interferem (e muito!) na nossa autoestima.

Se você tem o costume de se comparar com outras pessoas no escritório, vive buscando por aprovação ou validação de chefes e colegas, se duvida da sua competência, sente um medo constante de perder o emprego ou se acha incapaz de conseguir uma promoção, essa matéria pode te ajudar. Aumentar a confiança e a autoestima no ambiente profissional é possível, desde que você esteja preparada a fazer algumas mudanças nas suas atitudes com alguns hábitos diários. Preparada?

1. Comece a tomar mais decisões

Para construir sua autoestima, você precisa começar a confiar mais em si mesma. Como? Tomando mais decisões, mesmo que pequenas. Quanto mais decisões você fizer, mais confiante você ficará em faze-las. Avalie em cada etapa o que funcionou, o que não funcionou e o que você precisa fazer diferente da próxima vez.

2. Confie nos seus instintos

Muitas vezes, as pessoas precisam da validação de terceiros para sentirem que estão fazendo a coisa certa e esquecem de ouvir sua intuição. Sempre que precisar tomar uma decisão, respire fundo 10 vezes e se pergunte: “Qual é o resultado que eu estou procurando? Qual o passo mais apropriado a partir daqui?” Seja fiel a si mesma. Não deixe o medo dominar você.

3. Diga exatamente o que você quer dizer

Esconder o que realmente sentimos ou pensamos ensina a nossa mente, mesmo que inconscientemente, que não é correto expressar quem somos ou o que queremos. Com o tempo, a atitude prejudica diretamente nossa autoestima e leva a uma comunicação e relacionamentos ruins, seja com clientes, com seu chefe ou colegas de trabalho. Defenda o que acredita e garanta que você se comunique da forma mais clara e positiva possível.

4. Faça uma análise SWOT de suas habilidades

A análise SWOT vem da sigla em inglês que significa Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). A ideia é que você avalie suas habilidades e identifique onde estão suas lacunas. A partir daí, fica mais fácil desenvolver um plano de ação para suprir as aptidões que faltam em você, seja com treinamentos, leituras, workshops… Ao acabar com essas limitações vai se sentir uma profissional muito mais competente e capaz.

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5. Pare de tentar agradar as pessoas

Se você está constantemente tomando decisões com base no que as outras pessoas gostam ou pensam, você automaticamente deixa de lado tudo aquilo que te motiva. As pessoas com alta autoestima sabem do que gostam, do que nos gostam e quais ideias aprovam e, principalmente, não têm medo de expô-las.

6. Nunca fale mal de si mesma

Fale de si mesma como se fosse sua melhor amiga: com amor e respeito! Ao falar mal de si mesma, interna ou externamente, você não apenas se desrespeita quanto leva sua autoestima lá no chão. É hora de dar um passo em frente e ser a sua maior incentivadora. Comemore cada uma das suas vitórias, por menores que sejam. Você – e a sua autoestima – merecem!

7. Estipule suas metas e objetivos

“Essa é uma ideia estúpida”. No momento em que ouvimos isso, nossos sonhos são destruídos e deixados de lado. Pessoas com alta autoestima ignoram o que as outras pessoas pensam e mantêm o foco em seus objetivos. Por isso, não importa o que aconteça, defina suas metas e escolha seu caminho. Você pode, você consegue!

8. Aprenda a dizer “não”

Dizer “sim” para tudo e todos, envia uma mensagem ao nosso subconsciente que estamos sempre em segundo lugar. O que queremos e precisamos deixa de ser importante quanto o que nos rodeia. Dizer sempre “sim” leva ao esgotamento! Você gasta muito tempo se concentrando em outras pessoas e negligencia a si mesma, afetando negativamente seu desempenho no trabalho e, consequentemente, sua autoestima.

9. Pare de se comparar com os outros

O caminho mais rápido para a baixo autoestima é se comparar constantemente com os outros. Se alguém se mostra superior a você em alguma área do trabalho, ao invés de se sentir inferior, pergunte a si mesma se você deve correr atrás para suprir essa lacuna e, principalmente, use outras pessoas como inspiração para desenvolver essa habilidade.

10. Pare de ser tão perfeccionista

Pessoas com baixa autoestima costumam ser bem perfeccionistas, seja por medo da crítica ou por acreditarem que só têm valor se apresentarem um trabalho perfeito. O resultado? Pressão e estresse constante! As pessoas com autoestima alta não temem as críticas porque as consideram um feedback positivo ao invés de um ataque pessoal. Elas sabem que são boas na área que atuam, mas entendem também que podem melhorar ainda mais. Que tal ser menos exigente consigo mesma? Você se sentirá muito mais leve e confiante, pode acreditar.

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

3 alternativas mais eficazes do que tentar negociar uma contraproposta

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No mundo dos negócios, contrapropostas parecem sempre tentadoras, mas, acredite: a ideia nem sempre é positiva! Especialmente quando o assunto é dinheiro, muitas vezes é possível fechar uma negociação no valor desejado, mas se um acordo parece impossível para uma das partes, aqui vai uma boa notícia: existem outras maneiras – até mais eficazes – de todos os envolvidos alcançarem o que desejam. Quer saber como? Dá uma olhada abaixo!

1. Crie um plano para sua contraproposta

Está prestes a sugerir uma quantia para a compra ou venda de um carro, deseja pedir um aumento ou contratar um serviço? Antes de partir para a negociação, tenha documentado todos os motivos pelos quais você acha que o valor sugerido é justo. Uma vez que você mostra através de dados porque o valor sugerido está dentro da realidade, fica mais fácil convencer o outro de que, sim: seu carro está em boas condições, que os resultados do seu trabalho merecem um reajuste salarial, ou que os serviços oferecidos pelo outro não valem o preço cobrado.

Procure estatísticas, pesquise os valores da concorrência, mostre seus planos a longo prazo, torne mais fácil para a pessoa aceitar suas ofertas. Entretanto, não trate a conversa como um ultimato. De maneira agressiva, dificilmente você vai conquistar o que deseja!

2. Deixa claro o que você quer

Não dá pra negar: colocar nossos pensamentos e sentimentos para fora e correr o risco de enfrentar uma rejeição pode ser bem assustador, especialmente quando o assunto envolve dinheiro. Mas, uma coisa é certa: ser clara e honesta sobre o que (e quanto!) você precisa é o melhor caminho. O resultado pode nem sempre ser positivo, mas é somente com uma primeira conversa que você será capaz de avaliar as possíveis oportunidades. Por exemplo: você pode, a princípio, pedir um aumento de salário, mas quem sabe você não descobre a possibilidade de uma recolocação na empresa, trabalhando em um cargo novo e mais interessante financeiramente? Junto com novos desafios, normalmente vem mudanças financeiras bem positivas. Pense no seu plano de carreira a curto e longo prazo antes de aceitar a contraposta de um aumento salarial abaixo do esperado. Se for preciso, diga não! Valorize o que você tem a oferecer, seja no trabalho, ou numa negociação de compra e venda de um produto ou serviço. Assim como no poker, somente blefando uma vez ou outra é possível alcançar o melhor resultado.

3. Seja razoável

Ok, você tem todos os dados que precisa, está pronta para oferecer ou solicitar um valor justo e tem seu discurso todo pronto. Aí entra uma última questão: será que agora é a hora ideal? Tenha em mente a atual situação econômica do país, o crescimento muitas vezes lento das empresas e o quanto as pessoas estão precisando se virar nos 30 para conseguir manter seu empreendimento, muitas vezes aumentando o preço de produtos e serviços. Talvez, a curto prazo, seja melhor esperar, ou então estabelecer um deadline para a sua proposta. Dê ao outro a oportunidade de pensar, de voltar até você, mas sem mostrar que a sua oferta estará sempre disponível.

Entre em contato de vez em quando e pergunte se ainda há interesse em uma negociação. Quanto mais honesta você for, melhor. A princípio, a espera pode até não parecer tentadora, mas talvez seja o tempo necessário para o que o outro valorize o que (ou quanto) você está oferecendo. Seja esperta, razoável e corajosa para iniciar a conversa quando o momento parecer pertinente. Nunca se sabe aonde isso vai dar e o resultado pode ser muito melhor que o esperado! E, se no final, você não ouvir a resposta que estava procurando, pelo menos você vai ter certeza que tentou.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Qual é o seu estilo de comunicação? Descubra já!

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(Imagem: Shutterstock)

A comunicação é a chave do sucesso para basicamente tudo o que você for fazer na sua vida. Especialmente na carreira, a comunicação é uma habilidade fundamental que você precisa dominar. Mas, será que para todo mundo, ela deve ser aprendida da mesma forma?

Nosso estilo de comunicação influencia (e muito!) nosso foco no que vamos falar e ouvir. Por isso, entender seu próprio estilo e aprender a se adaptar aos estilos do outro é fundamental para que você passe suas mensagens com clareza e assertividade e, mais ainda, que absorva completamente as mensagens dos outros.

4 estilos de comunicação
Existem quatro estilos básicos de comunicação. Cada um tem como prioridade uma orientação básica de valor:

– ação
– processo
– pessoas
– ideias

Esses estilos podem ser encontrados em todas nós, entretanto, tendemos a nos sentirmos mais confortáveis dentro de um dele, e obviamente, ele se torna o “dominante”. Num momento de pressão, por exemplo, é esse estilo dominante que aflora na nossa comunicação.

Cada estilo tem particularidades e são influenciados pela nossa personalidade, formação cultural, experiências passadas e contexto atual. Espia só as características de cada estilo. Assim fica fácil de descobrir o seu!

* Ação: Quem se comunica através da ação está focado em resultados e desempenho. Se você faz parte desse time, provavelmente precisa ver e ouvir sobre projetos realizados e resultados alcançados para se sentir estimulada a superar desafios. Pessoas regidas pelo estilo de ação na comunicação tendem a dar respostas diretas e rápidas, são consideradas pragmáticas e impacientes, e passam de um tópico para outro em uma conversa num piscar de olhos. A intenção é sempre se manter em movimento!

* Processo: O comunicador que se orienta pelo “processo” está focado em fatos e provas. São pessoas sistemáticas e lógicas, que realizam cada etapa de um processo com cautela. A comunicação desse grupo é rica em detalhes e nenhuma decisão é fechada antes de analisar todas as possibilidades.

* Pessoas: Se você se comunica com foco em sentimentos, motivações e relacionamentos em geral, seu perfil é o de “pessoas”. Quem tem esse estilo de comunicação tende a ser perceptivo e emocional, e são consideradas pessoas sensíveis e espontâneas. A intuição é peça-chave dentro dos seus diálogos e decisões, e a necessidade de agradar e garantir que os outros tenham o que precisam é um problema constante, inclusive na tomada de decisões.

* Ideias: Quem se comunica com foco nas ideias prioriza conceitos e visões. São pessoas criativas e intrigadas em aprender novas maneiras de fazer as coisas e solucionar problemas. Pessoas com o estilo das “ideias” se preocupam com possibilidades, não com detalhes. São pessoas provocativas e carismáticas, centradas no ego e no imediatismo. Enérgicas, elas preferem se concentrar mais no quadro geral do que na conclusão de cada etapa.

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(Imagem: Shutterstock)

>> Aprenda a se adaptar a outros estilos!
Não é difícil identificar o estilo de comunicação de alguém, basta se fazer algumas perguntas específicas:

– Essa pessoa usa números e dados para defender suas ideias e opiniões?
– Ela se prende a detalhes ou recorre logo ao resultado final?
– Ela considera os sentimentos dos outros na hora de tomar uma decisão?
– Num diálogo, ela se mantém focada no assunto ou sugere novas pautas para serem discutidas a seguir?

Tendo essas respostas em mente, fica mais fácil se preparar para uma conversa ou apresentação com alguém com um estilo diferente do seu. Espia as minhas sugestões:

* Para conversar com o perfil de AÇÃO:
– Comece apresentando os resultados
– Não apresente várias opções para resolver um problema. Sugira a que você considera melhor
– Seja breve
– Dê ênfase nos benefícios práticos
– Use recursos visuais

* Para conversar com o perfil de PROCESSOS:
– Forneça dados, fatos e detalhes
– Monte sua apresentação em ordem lógica (contexto, problema e solução) ou cronológica (começo, meio e fim)
– Peça recomendações e sugestões
– Inclua uma lista de opções prós e contras
– Não apresse o outro na tomada de decisões

*Para conversar com o perfil de PESSOAS:
– Não abra mãos de conversas paralelas que possam vir a surgir do assunto principal
– Mostre como essa ideia já funcionou no passado
– Exemplifique o impacto que essas decisões vão ter na vida das pessoas
– Garanta que você tenha o apoio de pessoas respeitadas e que sejam exemplo de credibilidade e sucesso

* Para conversar com o perfil de IDEIAS:
– Comece contextualizando a situação ou problema
– Abra espaço para discussão
– Dê ênfase nos resultados futuros e a longo prazo
– Exponha as singularidades das suas sugestões e mostre como elas podem sair do senso comum

Dicas anotadas? Tenha em mente que seu estilo pessoal é apenas um elemento da comunicação eficaz. Saber em que tipo de informação as pessoas estão mais interessadas, quem é o seu público e de que forma eles preferem receber informações (recursos visuais, dados estatísticos, gráficos…) é um ótimo ponto de partida.

Bjs,
Fabi Scaranzi

 

Networking: saiba como criar uma rede de contatos

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Quem trabalha fora sabe a importância de criar uma rede de contados. Aliás, é essa rede – conhecida como networkingque muitas vezes fazem a nossa carreira alavancar. Afinal, nunca se sabe quando um desses relacionamentos não vai ter um conselho profissional pra te dar, ou conhece uma vaga pra te indicar.

E o ponto de partida para a criação desse networking é mais fácil do que se imagina. O primeiro passo é adicionar às suas redes sociais todo os conhecidos em geral, desde amigos, até vizinhos, colegas de faculdade ou academia. Em seguida, deixe claro seus projetos e pretensões profissionais, preenchendo seu perfil da forma mais clara e objetiva possível.

Networking: aumentando sua rede de conexões
Agora é a hora de descobrir novas conexões dentro do mercado de trabalho. E pra isso, não tem jeito, só através de muito boca a boca mesmo. Como? Pedindo indicações para seus conhecidos e agendando encontros com aquelas pessoas na mesma área e em cargos superiores ao seu. Que tal um convite para um café?

“Nesse encontro, tente levar a conversa da forma mais casual possível, sem destacar num primeiro momento seus talentos e aptidões. Use o encontro para conhecer melhor a empresa e ter certeza que se encaixa no perfil de profissional que eles costumam contratar antes de sair pedindo um emprego”, explica Alinne Correa, coach de carreira de São Paulo.

Sentiu que aquela empresa tem tudo a ver com você? Então use o networking pra mostrar seu interesse pela companhia, tirando, inclusive, qualquer dúvida que possa surgir ao longo da conversa. Alline aconselha até mesmo perguntar que tipo de competências você precisa ter para conquistar uma possível vaga, ou se o cargo exige alguma especialização. “Pedir para ser apresentada para alguém que já passou por essa transição também é super válido”, afirma.

Cursos extracurriculares e bom mentor = sucesso!
Frequentar cursos, palestras e grupos de discussões (tanto presenciais, quanto virtuais) ligados à sua área de atuação ou a área que pretende trabalhar também é uma boa forma de networking, afinal, você vai estar se relacionamento diretamente com pessoas mais experientes que você.

Se apresente, conte brevemente onde trabalhou ou trabalha atualmente e porque achou importante se inscrever naquele curso e, assim que possível, escolha um mentor para guiar você no seu processo de promoção na carreira.

E não precisa ser desconhecido. Só tenha certeza se ser guiado por um profissional mais experiente. “Na verdade, é até mais indicado que você escolha um ex-chefe ou gestor como mentor. Alguém em quem você confie e que admire a personalidade e forma de trabalhar”, diz a especialista.

É nessa etapa de networking que vocês planejarão juntos uma forma de você alcançar seus objetivos. E não tenha medo de pedir que ele te apresente bons contatos e que aja liberdade entre vocês para que você entre em contato com ele sempre que precisar de ajuda.

Linkedin online social network

Redes sociais: grandes aliadas!
Depois de criar seu networking, é preciso cuidar para que sua rede de contatos se mantenha sempre ativa e atualizada. Como? Sendo presença marcante nas redes sociais – em especial no Facebook e LinkedIn. Quer aumentar sua conexão com o líder da empresa que trabalha ou deseja trabalhar? Então entre em contato com ele em momentos significativos, como aniversários ou quando souber que rolam boatos de uma promoção ou abertura de vaga. Mas lembre-se de sempre fazer essa abordagem de forma leve, sem ser inconveniente nem invasiva e somente quando sentir que teve abertura, aí sim marque uma reunião ou aquele bom e velho cafezinho e entregue seu currículo.

No caso do LinkedIn, ainda dá pra ir além. Siga as empresas onde gostaria de trabalhar e pesquise o máximo que puder sobre elas. O próprio site vai te mostrar como chegar à conexões importantes, por meio dos seus conhecidos. Nos grupos de discussões, você poderá conhecer outros colegas de profissão. E não se esqueça de manter seu perfil sempre atualizado, compartilhando vídeos, notícias e artigos pertinentes à sua área de atuação.

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

5 maneiras de escolher o que dar ou manter no guarda-roupa

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(Imagem: Divulgação/De repente 30)

Sou bem desapegada de tudo aquilo que eu não uso mais, principalmente roupas, sapatos, bolsas e acessórios. Tem coisa melhor do que comprar uma peça nova e ainda ter espaço de sobra no guarda-roupa para guardar tudo bem organizado?

Doar peças que eu não uso mais, entretanto, vai muito além do fato de que algumas já estão gastas ou com manchas causadas pelo tempo. Apesar de que eu acho que a energia tem que fluir. Desocupar o lugar do velho pra entrar o novo na vida da gente. Algumas roupas fazem parte de tendências que ficaram lá atrás ou que não condizem mais com a minha personalidade, aí não tem porque voltar a usá-las, né? E mais: tem sensação melhor do que dar roupas pra quem tanto precisam? Eu faço isso sempre.

Se você tá com dúvida de se desfazer de algumas peças porque acha que a moda vai voltar.. vou te ensinar cinco testes certeiros que sempre aplico quando faço um faxinão no meu guarda-roupa. Eles não deixam dúvidas!

1. Vale a pena todo o trabalho?
Tire do seu guarda-roupa todas as peças que você acha que podem estar ficando velhas. Leve-as para um lugar com bom iluminação (as luzes do banheiro costumam ser ótimas para isso!) e cheque minuciosamente o estado das costuras internas e externas, o forro dos bolsos e veja, principalmente, se a cor da roupa é a mesma nas mangas e costas. Depois, avalie se vale a pena investir seu tempo e dinheiro nos possíveis reparos ou se não é melhor desapegar e se jogar nas tendências da próxima estação.

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(Imagem: Divulgação/ Sex And The City)

2. Brechó imaginário
Na hora de organizar seu guarda-roupa, finja que você está num brechó. Será que essa sua peça em questão passa no teste de qualidade para a compra? Se você fosse uma cliente, será que investiria seu dinheiro nessa roupa? Mas não vale mentir! Pra avaliação ser criteriosa,  – afinal, a missão aqui é se livrar de tudo o que não usa mais, lembra? – você tem que ser beeem sincera.

3. Amigas sinceras
Que tal fazer como a Carrie da série Sex And The City e convidar algumas amigas para uma tarde de champagne e desfile na sua casa? A ideia é bem simples: peça para que cada uma delas escreva as palavras “pegar” de um lado de uma folha, e “doar” no verso (“take” e “toss”, em inglês). Aí, é só servir as bebidas e uns petiscos e começar o desfile! Vista aquelas roupas em que você está em dúvida se vale a pena doar ou guardar um pouco mais e deixe que elas votem. Amigas de verdade não deixarão que você continue usando peças que não te favoreçam.

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(Imagem: Divulgação/Sex And The City)

4. Teste online
Acesse uma loja virtual que você goste e veja se você consegue substituir a roupa em questão por uma similar. Isso vai te mostrar se a peça ainda faz parte das principais tendências atuais ou se já está ultrapassada. Se nada semelhante aparecer, você não precisa pensar muito: coloque já a roupa na sacola de doações!

5. Cabide invertido
Se aquele seu casaco ainda te deixa em dúvidas, guarde-o mais um pouco. Ao arrumar seu guarda-roupa, coloque todos os cabides na mesma posição, virados para trás, por exemplo. Conforme você for usando suas roupas, guarde os cabides na posição inversa, virados para frente. Se dê o prazo de três meses. Se nesse tempo o cabide com o casaco continuar na mesma posição em que foi guardado quando você arrumou seu armário meses atrás, é porque você não teve interesse em usá-lo e, por isso, pode doar a peça ou vende-la a um brechó sem peso na consciência.

Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

 

5 vitaminas e minerais essenciais a partir dos 40 anos!

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Vitamina C
Tem perdido a cabeça por coisas pequenas? A culpa pode ser dos seus hormônios! “Aos 35 anos você passa a produzir cada vez menos progesterona, hormônio responsável por manter a calma e equilibrar nossos picos de estresse”, explica a endocrinologista Sara Gottfried. Para recuperar sua sanidade você precisa de uma boa dose de vitamina C.

Onde encontrar: Consumindo uma boa dose de frutas diariamente, especialmente morango, kiwi, lichia, manga e goiaba, além de repolho, aspargo e rúcula.

Magnésio
Quando o assunto são vitaminas e minerais essenciais para qualquer mulher, o magnésio não pode faltar! O motivo? Além de aliviar espasmos musculares, ele ajuda a aliviar sintomas comuns da menstruação, como cólicas, falta de sono, ansiedade e até aquela vontade louca por uma barra de chocolates. Além disso, o magnésio ajuda a produzir a serotonina – neurotransmissor responsável por melhorar o nosso humor e disposição.
batata-florao-brancaOnde encontrar: Banana, abacate, grãos e derivados como a granola, gérmen de trigo e aveia, sementes e nozes como amendoim e castanha, além de leite, soja, batata, peixes, beterraba, couve e espinafre.

Vitamina D
A menopausa é uma velha conhecida, mas e a perimenopausa, já ouviu falar? Ela nada mais é do que uma pré-menopausa, ou seja: a fase em que o nosso corpo começa a apresentar os primeiros sinais que a menopausa está chegando. Com ela vem sintomas importantes: sensibilidade nos seios, alteração do peso, queda de cabelo, ressecamento vaginal, cansaço, alterações de humor, diminuição de libido, dificuldade de concentração e déficit de memória, além de perda de massa óssea. A vitamina D é a grande responsável por nos ajudar a absorver cálcio e ferro, prevenindo uma série desses sintomas citados acima.
ovoOnde encontrar: Peixes e frutos do mar, como salmão, sardinha e mariscos, e alimentos como ovo, leite, fígado, queijos, cogumelos e vegetais de folhas verde-escuras.

Ômega-3
Você come peixe todos os dias, especialmente salmão e sardinha? Se você respondeu que não (como a maioria de nós), um suplemento de ômega-3 pode ser exatamente o que você precisa. “Não é fácil consumir apenas através de alimentos a quantidade de ômega-3 que precisamos a partir dos 40 anos. Por isso, os suplementos podem ajudar a reduzir seus níveis de cortisol e reduzir inflamações – raízes de muitas doenças, como ansiedade e depressão”, indica a especialista. Considerando que mulheres de 40 a 59 anos encabeçam o ranking de doenças mentais, como depressão, fazendo essa reposição você ajuda a prevenir problemas futuros.
salmãoOnde encontrar: Salmão, sardinha, atum, sementes de chia, sementes de linhaça ou através de suplementos vitamínicos (200g por dia).

Selênio
Uma curiosidade: sabia que as mulheres são até oito vezes mais propensas a apresentar problemas de tireóide do que os homens? E esse número aumenta a partir dos 40 anos ou durante e após a gravidez. Por isso, agora é a hora de repor as vitaminas e minerais do seu organismo e incluir mais selênio no cardápio. A prevenção é o melhor remédio!
Imagem relacionadaOnde encontrar: Consumindo duas castanhas-do-pará por dia. Simples, né? As nozes possuem a quantidade diária de selênio recomendada e são uma maneira segura e saudável de consumi-lo, sem contar que é uma delícia!

Que tal incluir todos essas vitaminas e minerais na sua próxima lista de supermercado? Sua saúde agradece!

Bjs,
Fabi Scaranzi