Vivemos nos preocupando em como manter a nossa saúde, beleza e qualidade de vida. Falamos em exercícios (tão necessários para combater o sedentarismo) e quando falamos em alimentação precisamos nos lembrar sempre de que apesar de a máxima ser antiga, ela é totalmente verdadeira: “somos, em grande parte, aquilo que ingerimos”.
A nutrição precisa ser mais levada a sério desde que a gente nasce (pelos pais), nas compras de supermercado que os pais fazem para os filhos, e depois por nós mesmos pelas escolhas do que vamos comer. Tudo isso faz parte de campanhas e simpósios sobre nutrição quando se discute o quanto temos deixado a escolha do nosso cardápio pessoal nas mãos de quem produz e comercializa alimentos.

Tive o prazer de participar como debatedora no último Forum Nacional de Nutricão realizado em São Paulo. O tema? “Imposições, Razões e Felicidade Pessoal. Quais os limites?”- que foi abordado pela psicanalista Maristela Temer. Especializada em obesidade e transtornos alimentares, ela teve ao seu lado Antonio Sproesser, clínico geral, médico de família e especialista em qualidade de vida e foi questionada sobre inúmeras questões que nos levam muitas vezes a “consumir errado”, baseados no poder da mídia e da nossa desinformação. Falamos ainda sobre prazer e compulsão, na área alimentar.
Convido vocês a verem este vídeo que é parte dos debates que tivemos sobre esse tema, e que nos levam a repensar sobre como estamos nos alimentando e o que nos leva a isso. Re-educação alimentar é saúde. E a saúde para chegar ao corpo tem que vir da cabeça também. Mas eu acredito ser importante ter prazer naquilo que a gente come, numa época de “sem lactose”, “sem gluten”.. daqui a pouco é “sem comida” também. Isso é pra quem tem intolerância ou alergia. O equilíbrio sem neuras é sempre o melhor caminho, na minha opinião. Clique no play. E depois quero saber a sua opinião.
bj pra vcs
Fabi Scaranzi