6 razões porque a sua compra de supermercado é tão alta (e como economizar)

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(Imagem: Shutterstock)

Nos momentos de crise, o primeiro passo para economizar e manter o saldo bancário no azul é encontrar quais gastos podemos cortar ou diminuir. E isso vai muito além da sua manicure, academia ou conta na Netflix. É possível fazer reduções significativas também naquelas despesas necessárias que acabam fazendo um rombo enorme no nosso orçamento.

A compra de supermercado é uma delas! Já notou como cada comprinha básica parece ficar cada vez mais cara? Pensando nisso, separei uma lista de motivos pelos quais você pode estar gastando muito mais do que precisa e como fazer para economizar daqui pra frente. Espia só!

1. Falta de planejamento
Nunca, nunca mesmo, vá ao supermercado sem uma lista de compras pré-definida. Uma dica simples, mas super eficiente, é criar um cardápio para toda a semana. Defina com antecedência quais serão as suas refeições nos próximos sete dias, liste também o café da manhã e o lanche da tarde e se comprometa a comprar apenas o que foi estabelecido.

2. Não conhecer seus produtos básicos
Alguns itens a gente costuma comprar toda vez que vamos ao supermercado. Limão, leite e banana são bons exemplos. Pensando nisso, faça uma lista daqueles produtos que são presença garantida na sua lista a cada compra e tome decisões mais inteligentes de quando eles valem a pena serem comprados – promoções, estação especifica do ano, xepa…

3. Não experimentar algumas mudanças no cardápio
A carne, por exemplo, costuma ser uma parte cara dos gastos com supermercado. Já pensou então em reduzir o consumo semanal da proteína e fazer trocas inteligentes e mais econômicas? Você pode aumentar o consumo de feijão, incluir hummus, usar especiarias como o coentro e a páprica… Assim, você não só economiza, como também varia o cardápio. Bom, né?

4. Você esquece do seu freezer
Muita gente esquece que é possível, sim, comprar, cozinhar e guardar as sobras das suas refeições no freezer sem perder a qualidade e o sabor. Separar o que vai ser congelado em pequenas porções é uma ótima forma de economizar nas refeições futuras e ganhar tempo, ainda mais naqueles dias em que bate aquela preguicinha de cozinhar.

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(Imagem: Shutterstock)

5. Você ignora as estações
Essa dica é simples, mas muita gente deixa de lado. Frutas, verduras e legumes, por serem produtos sazonais, variam de preço de acordo com a época do ano. Pesquise o que está em alta nessa estação e escolha receitas que deem prioridade para esses alimentos. É economia na certa!

6. Você exagera nas promoções
“Compre 3, pague 2”, “Receba 50% de graça”… Não dá pra negar que essas promoções chamam muito a atenção, mas será que elas são realmente positivas para o seu bolso e, mais ainda, para a rotina da sua casa? Além de calcular o preço original do produto e o quanto você está prestes a pagar, é importante considerar também se o excesso de comida vai ser aproveitado ou desperdiçado. Vale a pena comprar o dobro de um alimento, por exemplo, se você mora sozinha e grande parte ficará apodrecendo na geladeira? Conheça seus produtos básicos e compre-os em grande quantidade quando estiverem em oferta. Só tenha cuidado para garantir que eles estejam frescos ou sejam congelados. As ofertas de alimentos frescos que você não pode congelar, geralmente acabam no lixo.

Dicas anotadas? A ideia aqui não é tornar suas idas ao supermercado e o preparo das suas refeições numa tarefa difícil, mas sim te ensinar como se planejar para comprar menos, desperdiçar menos e economizar mais.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Tudo o que você precisa saber sobre o orçamento de um casamento

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(Photo by Fernanda Méndez on Unsplash)

Na hora de planejar seu casamento, existem detalhes importantes que você não pode deixar de fora: os gastos com papelaria, bufê, decoração… Mas como saber quanto você deve investir em cada um? Pedimos para a assessora de eventos Ana Lúcia Ribeiro revelar as melhores dicas dos especialistas. O ponto de partida é organizar seu budget e, a partir disso, definir suas prioridades. “O importante é saber exatamente o que você quer que seja o destaque da sua festa. O casal não dispensa uma boa música? Então, reserve uma quantia maior para os gastos com a banda ou dj”, explica.

Para não extrapolar em nenhuma área, nem esquecer de qualquer detalhe, uma sugestão é dividir os gastos da seguinte maneira:
– 33% em alimentação e bebidas
– 15% em decoração e buquê
– 12% com o local da cerimônia e recepção
– 10% com a roupa do noivo e da noiva
– 8% em fotografia e filmagem
– 8% com a música (tanto da cerimônia, quanto da festa)
– 8% em gastos extras
– 3% com as cerimônias religiosa e civil
– 3% em papelaria

Toda ajuda é bem-vinda
Não tenha vergonha de pedir ou aceitar a ajuda de amigos e parentes se eles se oferecerem para pagar algum dos itens do seu casamento, mas garanta que eles se envolvam em áreas que, de fato, tenham interesse. Sabe aquele seu tio que não nega um bom uísque? Caso ele se ofereça, deixe que ele assuma as despesas com as bebidas, afinal, ele saberá escolher a melhor opção e o gasto não pesará no seu orçamento. Ana lembra ainda que aquela história de que é o pai da noiva é quem deve arcar com a festa, hoje virou lenda. “Não é vergonha nenhuma sugerir que os pais dos noivos paguem metade da festa e a outra metade seja dividida entre o casal, assim as despesas não pesarão tanto no bolso de cada um”, diz a assessora.

Não perca o controle
São tantas coisas lindas nas revistas e sites de noivas que fica difícil não querer extrapolar os gastos um pouquinho para ter o casamento dos sonhos, né? Mas, lembre-se de quanto você e seu parceiro batalharam para conquistar aquele dinheiro no fim do mês e não gastem mais do que realmente podem. Para não passar do limite e se ver toda endividada meses depois do casamento, o ideal é ter em mãos pelo menos 50% do custo total da festa e deixar para financiar os outros 50%. Se a festa de casamento ainda é uma deia a longo prazo, Ana Lúcia sugere que você e seu noivo estipulem juntos uma quantia que poderão guardar todo mês para gastos exclusivos com a festa e, assim que começarem a fechar contratos, criarem uma planilha, essas no Excel mesmo, para não perderem o controle do que já foi pago e no ainda falta investir.

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(Imagem: Shutterstock)

Compare orçamentos
Nada de fechar contratos com a primeira empresa que você visitou só porque deixou a emoção tomar conta. Para fazer bons negócios é preciso agir racionalmente e pesquisar (e muito!) valores e condições de pagamentos em diferentes estabelecimentos. Se você gostou muito do serviço de uma empresa, mas o preço está um pouco salgado, marque uma reunião e apresente as outras propostas que recebeu. Com jeitinho, tente negociar um desconto ou se o estabelecimento em questão não pode cobrir a oferta do concorrente.

Na hora de fechar o negócio, tome cuidado para não contratar uma empresa fantasma, que provavelmente vai sumir do mercado e levar com ela todo o seu dinheiro. Para não correr o risco, pesquise muito as referências do fornecedor e, principalmente, pague apenas 50% do valor na hora da contratação e os outros 50% nas vésperas da sua festa.

Acerte na conta
Existe uma continha que nos ajuda a calcular exatamente a quantia ideal de comes e bebes para cada convidado. Tome nota antes de fechar o contrato com o bufê:
– Uísque e vodca: 1 litro para cada dez pessoas.
– Espumante: 1 garrafa para cada duas pessoas (que tal checar no Duty Free por preços mais em conta?)
– Doces: cerca de cinco unidades por pessoa.
– Bem-casados: de dois a três por pessoa se forem entregues como lembrancinha.

Somente o necessário
Existem alguns detalhes que podem facilitar a vida dos noivos, mas podem levar os gastos do orçamento às alturas. E, se pensarmos duas vezes, será que são mesmo necessários? Ana Lúcia acredita que uma cerimonialista é imprescindível para que tudo corra bem no grande dia, mas será que você precisa mesmo dela um ano antes do evento? Peça a ajuda de toda a família para garantir que cada item do seu casamento esteja definido e pronto para ser entregue, e só contrate o serviço de uma assessora no último mês, para alinhar se tudo o que você fechou nos contratos está sendo entregue. O valor pode sair até 30 vezes menos que o pacote completo.

Para economizar no bufê e no salão, abra mão da festa durante o final de semana. Locais de eventos costumam cobrar até 50% menos se a festa for realizada durante um dia útil. E para finalizar: mesmo que se vestir noiva seja um sonho seu desde a infância, talvez seja melhor considerar a opção do aluguel na hora de escolher o vestido. Peças já usadas podem sair até 30% mais em conta do que uma exclusiva. Agora, se você não abre mão de ter um vestido só seu, considere comprá-lo no exterior, ou em sites internacionais, mas tenha certeza de suas medidas antes de efetuar a compra para não correr o risco de receber um vestido curto ou apertado, semanas antes do casamento.

E muitas felicidades pra você!!

Bjs,
Fabi Scaranzi

6 ideias criativas para ganhar um dinheiro extra no Carnaval

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(Imagem: Shutterstock)

Que tal deixar a folia de lado e aproveitar o feriado de Carnaval para dar um up no saldo bancário? Principalmente para quem está com o orçamento apertado, a data é perfeita para colocar a mão na massa e apostar na criatividade para fazer um dinheirinho extra. Abaixo, separei seis sugestões de produtos e serviços que podem ser vendidos na rua, pela internet ou até de casa mesmo. Dá uma olhada!

  1. Fantasias

Se você é criativa e adora costurar, agarre já essa ideia! Fantasias de Carnaval estão a cada ano mais em alta e podem ser usadas por qualquer tipo de folião, inclusive por aqueles que também estarão na rua trabalhando. Aproveite a ousadia da data para criar fantasias bem diferentes. Vale de tudo: glitter, plumas, brilho, transparência… só não se esqueça que, nesse calor, quanto mais leves e fresquinhas forem suas fantasias, melhor! Depois, é só divulgar seu trabalho nas redes sociais com fotos lindas e até aceitar encomendas para modelos específicos, por que não?

  1. Maquiagem

Não tem o dom da costura, mas faz uma make como ninguém? Divulgue no Instagram, Facebook e grupos do WhatsApp seu serviço como maquiadora! Em lojas de produtos de beleza você encontra de tudo – desde sombras purpurinadas, até sprays de cabelo coloridos, glitter, batons metalizados e pedras adesivas para colar no rosto. E o melhor: por preços bem em conta! Aí é só definir o que é melhor pra você: ir até a casa da cliente ou pedir que ela vá até você.

  1. Acessórios

Outra ideia simples e super bacana para quem está a fim de fazer uma grana extra nesse Carnaval é confeccionar acessórios! Tudo o que você precisa é de cola quente, pedras coloridas, conchas, lantejoulas, plumas, glitter e muita criatividade para fazer adereços lindos. E as opções são muitas, viu? Chapéus, coroas, tiaras, colares, pulseiras… O preço pode variar de acordo com a quantidade de detalhes presentes no acessório. O bom desse tipo de negócio? Ele não toma muito do seu tempo e pode ser facilmente desenvolvido nos finais de semana. Quer outra sugestão? Pochetes! Cada vez mais em alta, elas são uma “mão na roda” para quem vai curtir a folia nos blocos de rua e não quer levar bolsa ou colocar celular e documentos no bolso. Escolha tecidos ousados e diferentes, aposte em modelos divertidos. É sucesso  garantido!

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(Foto: Shutterstock/Canaltech)

  1. Comidinhas rápidas

O seu forte é cozinhar? Invista já nesse dom para fazer um dinheiro extra no Carnaval! Tenha em mente que os dias costumam ser quentes, por isso vale a pena apostar em opções leves e refrescantes, como lanches naturais, pratos vegetarianos, poke (famosa receita havaiana!) geladinho ou sucos detox. Que tal? E não se esqueça: higiene sempre, hein, além de coolers ou bolsas térmicas para manter os snacks sempre refrigerados e bem conservados.

  1. Transporte

Não, a sugestão aqui não é trabalhar como taxista ou motorista de aplicativo, mas sim propor uma permuta com foliões que estiverem indo para o mesmo lugar que você, como uma “carona paga”. Você pode, inclusive, fechar pacotes com amigos e familiares, com os vizinhos do seu prédio ou com o pessoal do seu trabalho e fazer várias “viagens” durante as tardes e noites de folia. É um jeito fácil de garantir uma grana a mais e ainda se divertir em meio a bagunça.

  1. Banheiro

Se você já curtiu os blocos de rua ou pulou atrás do trio sabe como é desesperador morrer de vontade de ir ao banheiro e não ter nenhum por perto. Então, aqui vai uma ideia simples e diferente, mas bastante lucrativa: que tal alugar um dos banheiros da sua casa durante o Carnaval? Especialmente para quem mora em cidades turísticas ou pertinho de onde vão acontecer as festas, aproveitar a localização privilegiada e cobrar pelo uso do banheiro é uma ótima estratégia. Quer cativar seus clientes? Deixe balas, fio dental, absorventes, curativos, grampos de cabelo e outros produtos de primeira necessidade sobre a pia. Eles vão adorar a hospitalidade e você com certeza terá fregueses o dia todo. Simples assim!

Bjs,
Fabi Scaranzi

 

3 dicas para reorganizar as finanças depois do divórcio

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(Imagem: Shutterstock)

Depois que passa a morar junto, é normal o casal criar uma rotina e compartilhar as tarefas domésticas, as responsabilidades com os filhos e os gastos e contas com a casa. O problema é que, diante de um divórcio, além de todo o desgaste emocional, é preciso ajustar novamente essa divisão. E, especialmente quando o assunto é dinheiro, essas novas adaptações podem dar uma grande dor de cabeça.

Se você está passando por um divórcio e precisa reorganizar suas finanças – afinal, contas como as de condomínio, água, luz, TV a cabo e a internet, por exemplo, agora serão só suas – eu separei algumas dicas inteligentes e super simples pra você ajustar o orçamento e tomar as rédeas, sozinha, do próprio dinheiro.

1. Crie uma nova planilha
Agora é hora de recomeçar! O primeiro passo pós divórcio é fazer uma lista de todas as despesas fixas que você tem mensalmente e o quanto elas consomem do seu salário. Especialmente depois de um divórcio, o melhor para colocar a vida em ordem é focar apenas no essencial. Depois de ter um custo médio fixo por mês, você será capaz de incluir outros tipos de gastos, como um passeio ou até mesmo a troca de um eletrodoméstico ou eletrônico.

2. Faça trocas inteligentes nas contas da casa
Depois que você criou uma planilha com os gastos fixos mensais, sugiro que você faça o mesmo com aquelas compras que você faz algumas vezes a cada 30 dias, outras vezes a cada duas semanas, como as compras de supermercado, por exemplo. Depois de três ou quatro meses compare os gastos e veja onde você pode economizar. Que tal tomar banho na academia e diminuir os gastos com a água na sua casa? Ou aproveitar os preços baixos da xepa ou invés de comprar frutas e verduras no mercado? Já pensou em fazer um esquema de rodízio com outros colegas de trabalho ao invés de ir de carro todos os dias e gastar mais do que precisa com gasolina? Essas trocas parecem inofensivas, mas fazem uma diferença enorme no nosso extrato no fim do mês.

3. Considere mudar para um espaço menor
Agora que você é uma mulher solteira, será que precisa de todo esse espaço onde mora? Especialmente para quem não tem filhos, a casa ou apartamento depois do divórcio, além de estar repleto de memórias da vida a dois, tende a ser muito maior do que a gente realmente precisa. E o pior: os gastos permanecem os mesmos, apesar de você não ter mais com quem dividi-los.

Pensando nisso, talvez valha a pena considerar uma mudança para um espaço menor depois do divórcio, onde você não precise se preocupar com gastos mensais como jardineiro e diarista. Além de ser mais prático e econômico, um lugar menor vai te permitir poupar uma parcela maior do seu salário mensal e, com o tempo e as contas em ordem, gastar com o que realmente importa: se divertir, espairecer, curtir os filhos, viajar…

Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

 

*Fonte: finançasfemininas

 

Descubra a regra de ouro para economizar dinheiro em 2020

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(Imagem: Shutterstock)

Existem diferentes motivos pelos quais a gente precisa economizar dinheiro:

Quando lidamos com as nossas finanças de “salário em salário”
Quando não temos um fundo de poupança de emergência
Quando estouramos a fatura do cartão de crédito
Quando não temos controle dos nossos gastos
Quando ainda não começamos a economizar para a aposentadoria

O problema é que, mesmo sabendo que precisamos dar uma segurada nos gastos, pensar no que fazer pode nos deixar completamente paralisadas. É verdade que existem muitos truques inteligentes pra economizar, eu mesma já compartilhei alguns deles com vocês aqui no site, mas se a ideia é sair do vermelho de uma vez por todas e fazer um bom fundo para qualquer emergência futura, existe uma regra de ouro que você não só pode, como deve colocar em prática já: mudar sua mentalidade!

Parece besteira, mas a nossa mentalidade é uma influência poderosa, capaz dos segurar ou nos empurrar rumo ao sucesso. Aliás, algumas pesquisas apontam que os nossos pensamentos são mais poderosos do que nossos conjuntos de habilidades.

Como você muda sua mentalidade?
Não vou mentir, mudar nossa mentalidade pode ser um processo longo. Geralmente, é preciso fazer uma mudança no nosso estilo de vida e isso requer muita prática. Antes de mais nada, você deve listar seus objetivos por ordem de importância.

O que é prioridade pra você nesse momento: trocar de carro? Comprar um apartamento? Criar uma poupança para a faculdade dos filhos? Sair do vermelho? Qualquer que seja a sua meta, todas as suas ações futuras devem ser focadas nela e só nela, a não ser que surja uma emergência.

Questione suas despesas
O próximo passo agora é questionar todas as suas despesas atuais. Você não pode deixar de pagar o plano de saúde, mas será que não dá pra diminuir os gastos com TV a cabo, refeições fora de casa, plano na academia? Essas contas, que aparentemente não são significativas, não são obrigatórias e nem absolutamente necessárias.

No caso dos exemplos acima, você pode economizar fazendo seus exercícios físicos em casa, cozinhando para a semana toda e congelar pequenas porções, cancelando a TV a cabo e pagando apenas serviços de streaming, como Netflix, por exemplo… que tal?

Para todas as suas despesas, reserve um tempo para se perguntar:

  “Eu precisava mesmo disso na hora da compra ou agi por impulso?”
– “Esse gasto foi realmente significativo ou só serviu para matar um desejo de curto prazo que vai passar rapidamente?”

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(Imagem: Shutterstock)

E na hora das compras….

“Quero comprar esse item porque realmente gostei e preciso ou porque é tendência?”
“Essa compra vai agregar algum significado na pessoa que eu quero ser no futuro?”

Embora não haja nada de errado em comprar algo um pouco mais caro ou por impulso simplesmente pela vontade de se dar um presente e se sentir bem, é sempre bom estar ciente da sua verdadeira motivação antes da compra, assim você não só impede essa vontade impulsiva nas compras futuras, como descobre se há outras maneiras de se sentir feliz que não envolva gastar seu dinheiro sem necessidade.

Não deixe de pensar também em diferentes formas de conseguir o que você precisa sem precisar, de fato, comprar. É possível emprestar de alguém? Alugar mais barato ou usado? Obter gratuitamente? Será que dá pra esperar até o mês de Black Friday?

Em seguida, aplique essa mesma linha de questionamento a futuras decisões de compra, independentemente do seguimento: roupas, sapatos e bolsas, itens de decoração para casa, livros e DVDs, maquiagem…

Eu sei que essa é uma longa lista de perguntas, mas quanto mais rápido você começar a fazê-las a si mesma, mais cedo esses pensamentos vão se manter frescos na sua mente sempre que for fazer uma compra.

É preciso mudar sua mentalidade, mas sem pressa, um passo de cada vez. Não crie a falsa expectativa de que você é capaz de fazer essas mudanças da noite para o dia. Faça essas adaptações nos seus hábitos financeiros de maneira ponderada e intencional.

Ah, e uma última dica: suas economias não devem ficar paradas e bem guardadinhas! Coloque seu dinheiro numa conta poupança, na previdência privada ou invista para que você alcance sua meta final muito mais rapidamente.

Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

Inteligência emocional x Dinheiro: como cuidar melhor das nossas finanças

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Conforme os anos vão passando, vamos perdendo aquela necessidade desenfreada de comprar tudo o que temos vontade e entendemos que dinheiro nem sempre traz felicidade.

É verdade que nada supera a paz de viver uma vida tranquila, com saúde, sem inimizades e cercada de pessoas que a gente ama, mas nada nos impede de curtir bons momentos usando aquele dinheirinho extra que sobrou no fim do mês.

Um estudo realizado nos Estados Unidos pelos pesquisadores Gilbert e Wilson Dunn procurou entender no que as pessoas mais gastavam seu dinheiro e de que forma esse investimento influenciava na sua felicidade e bem-estar. Como conclusão, o estudo sugeriu que o dinheiro resulta num bem-estar maior quando é gasto com experiências, e não em bens materiais. E mais: que são as diferenças individuais que explicam a felicidade que as compras trazem, e não as compras de fato.

Outra conclusão importante da pesquisa foi que aqueles que eram mais felizes com seus gastos eram, automaticamente, os mais conscientes com onde investiam seu dinheiro – um aspecto básico da inteligência emocional.

Por isso, separei cinco maneiras pra você aproveitar melhor o seu dinheiro levando em conta sua inteligência emocional e ser ainda mais feliz. Espia só!

1. Descubra o que te faz feliz
Infelizmente, não é todo mundo que sabe como entrar em contato com as próprias emoções e ter uma ideia real do que querem e do que as faz felizes. Para muitas pessoas, o fato de ter dinheiro disponível na conta e prontinho pra gastar  já é motivo de sucesso. O problema é que essas pessoas dificilmente sabem criar uma relação real entre o que estão gastando e o que de fato lhes dá felicidade. Estar em contato com as suas emoções e o que te faz feliz permite que você concentre o seu tempo e recursos no que realmente importa.

2. Não se preocupe com as expectativas dos outros
Quantas pessoas você conhece que seguiram a carreira do pai ou da mãe para, anos mais tarde, descobrirem que não eram apaixonadas por aquela profissão? O mesmo vale na hora de gastar dinheiro. Pessoas que não se conhecem bem, podem facilmente cair na armadilha de gastar dinheiro com aquilo que outras pessoas julgam ser bacana ou interessante. Pessoas autoconscientes diferenciam suas necessidades e expectativas das dos outros e são capazes de suportar a pressão e críticas da sociedade.

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3. Deixe pra depois pequenos mimos
Definirmos o que queremos na vida a longo prazo nos permite negar a nós mesmas recompensas imediatas, como aquela blusinha em promoção ou um sapato novo. Quando vemos os resultados da luta por uma meta ou objetivo que desejamos profundamente, somos capazes de apreciar muito mais os resultados. Saber o que queremos e nos esforçar para chegar lá cria um senso maior de propósito e dá significado à nossa vida.

4. Aprecie a jornada
As pessoas com mais inteligência emocional são capazes de encontrar formas de se recompensar em sua jornada rumo ao sucesso, mesmo que seja de maneira pequena e que não exija, necessariamente, gastando dinheiro. Para elas, pequenos prazeres que custam pouco, mas que não deixam de ser satisfatórios, ajudam a alcançar objetivos maiores e melhores. Saber o que nos agrada nos permite cuidar do nosso bem-estar psicológico e nos dá mais motivação para seguir em frente. Troque as compras por produtos alugados, visite brechós, faça passeios gratuitos… todas essas trocas inteligentes ajudam você a economizar, sem descuidar do carinho e afeto que você deve ter por si mesma.

5. Pratique a gratidão
Quem é grato pelo que tem, têm mais chances de se divertir quando puder gastar seu dinheiro com novas compras. É menos provável, inclusive, que pessoas com inteligência emocional caiam em um ciclo de compras intermináveis que só causam satisfação a curto prazo. Isso permite que elas gastem tempo e esforço para curtir e realmente desfrutar daquilo que compraram. Sentir-se grata e feliz por cada uma das suas conquistas aumenta o valor do seu tempo, esforço e dinheiro, e te ensina a valorizar ainda mais os gastos futuros.

Bjs,
Fabi Scaranzi

3 maneiras de investir seu dinheiro em pequenos caprichos sem deixar o orçamento no vermelho

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Como tudo na vida, caprichos também exigem moderação. São eles que dão aquela quebra na rotina do trabalho ou estudo e fazem a gente se sentir mais animada, motivada, feliz… Afinal, ser adulta não significa viver exclusivamente em função das nossas responsabilidades.

Quando trabalhamos duro todos os dias, passamos a poupar onde podemos e, especialmente nos momentos de crise, são os nossos caprichos que normalmente sofrem cortes rigorosos. Abrimos mão do cinema no final de semana, do cafezinho depois do almoço, da balada, dos tratamentos estéticos…

Entretanto, é preciso lembrar de “se tratar” de tempos em tempos e se dar pequenos mimos, mesmo com o saldo bancário um pouco apertado. Esses caprichos vão ajudar você a manter corpo e mente sã e vão gerar combustível pra você se empenhar ainda mais no mês seguinte.

Quer aprender como gastar com responsabilidade e ainda criar oportunidades para cuidar do seu bem-estar? Confira minhas dicas!

1. Fala uma lista dos caprichos que você não abre mão e monte um orçamento
O primeiro passo para encontrar uma brecha em meio a tantas responsabilidades é determinar quais são os caprichos que mais fazem você feliz. Seja comer fora uma vez por semana, assistir a shows, viajar ou aproveitar liquidações, não importa, desde que você seja honesta consigo mesma. Até porque existe uma grande diferença entre gastar dinheiro em coisas que você realmente gosta e em coisas que você acaba comprando por impulso.

Depois de identificar seus maiores caprichos, você deve calcular mais ou menos o quanto eles devem custar e o quanto você tem para gastar com eles. Se você se sente mais confortável com um orçamento rigoroso, minha dica é determinar quanto dinheiro extra você terá em sua conta todos mês, subtraindo o restante dos seus gastos necessários com contas fixas, como aluguel, conta de luz, condomínio… O valor restante vai te permitir calcular o quanto você pode gastar com esses caprichos e com que frequência. Seu salário pode, por exemplo, permitir que você almoce fora toda semana, mas pode ser que ele exija que você economize por alguns meses se quiser comprar algo mais caro ou fazer uma viagem no final de semana.

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2, Se possível, programe seus caprichos
Agora que você sabe quais caprichos não abre mão e o quanto pode gastar, minha dica é que você determine com que frequência vai se render a eles. Será que você precisa mesmo comprar uma peça de roupa nova todo mês?

Programar seus caprichos com antecedência evita que você passe por cima de gastos fixos e não corra o risco de perder o sono por ver sua conta no vermelho. Com um pouco de planejamento, você avalia melhor suas opções e aproveita ao máximo aquelas vontades que você não abre mão, mesmo que isso signifique aumentar o espaço entre elas.

3. Faça trocas inteligentes
A dica aqui não é trocar seu restaurante italiano favorito por um fast food, mas fazer trocas que te permitam economizar sem que você deixe de aprovar ao máximo os caprichos que não abre mão.

Quer um exemplo? Se você gosta de ler, mas sabe que comprar livros novos todo mês fazem um rombo significativo no seu orçamento, que tal pedir livros emprestados para amigos e parentes, frequentar uma biblioteca pública ou até mesmo comprar o exemplar no formato digital, que costuma ser bem mais em conta?

Outra alternativa é cortar os gastos com a academia, ainda mais se você for o tipo de pessoa que não frequenta aulas e treinos religiosamente. Como? Comprando alguns halteres, caneleiras e um tapete de ioga e seguindo canais específicos de exercícios disponíveis no YouTube.

Guarde cupons de desconto, aguarde liquidações e black Fridays, experimente fazer compras em brechós, frequente xepas, espere por dias grátis ou com descontos para fazer passeios em museus, cinemas e teatros. Assim, você garante que não está gastando mais do que precisa e se diverte da mesma forma.

Não importa o tamanho da sua renda, você não só pode, como deve fazer o seu melhor para priorizar as coisas que você gosta. Afinal, a vida pode ser curta demais para ser irresponsável com seu dinheiro – mas também é curta demais para não se divertir.

Agora eu quero saber de você: com qual capricho você gasta mais dinheiro? Conte pra mim nos comentários.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Personalidade financeira: descubra a sua e aprenda como gastar seu dinheiro

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(Imagem: Shutterstock)

Todo mundo tem um estilo único e bastante pessoal. Essa personalidade pode ficar bastante visível no trabalho, nos relacionamentos e até mesmo na maneira como você gasta seu dinheiro.

Quando o assunto são finanças, dentro de uma mesma família, inclusive, é possível encontrar aqueles que poupam para uma emergência, aqueles que gastam tudo o que ganham, os que investem… Nossa personalidade financeira é baseada nas habilidades que desenvolvemos, nos valores que aprendemos desde a infância e até mesmo nas experiências que vivenciamos ao longo da vida.

Curiosa pra saber qual é a sua personalidade financeira e como você cuida do seu dinheiro a longo prazo? Confira abaixo os quatro tipos mais comuns!

Líder
A pessoa líder é aquela que gosta de matemática, números e tem uma boa relação com seu dinheiro. É essa pessoa quem normalmente assume a gestão financeira de toda a casa – mensalidade da escola dos filhos, contas de luz, condomínio, supermercado…

Quer mais? Se a sua personalidade financeira é a “líder”, com certeza a palavra final nas compras e investimentos é sempre sua, uma vez que você passa segurança a todos a sua volta. Até mesmo na hora de programar uma viagem, a cotação de preços de passagens e hotéis fica por sua conta, afinal, pra você vale a pena pechinchar qualquer centavo.

Mas, atenção: cuidado para não excluir seu parceiro, familiares e amigos de decisões importantes. O convívio só é bacana se todos se sentirem importantes e valorizados.

Delegador
Quem tem o perfil financeiro delegador normalmente prefere se concentrar em compromissos que costumam ser prioridade (carreira, filhos…) e passa para o outro a tarefa de cuidar das contas. O perfil delegador sabe da importância de dividir gastos e conquistas, mas prefere que o parceiro ou outra pessoa da família lide com tudo o que for relacionado a dinheiro.

A principal preocupação com esse tipo de personalidade financeira é que, aos poucos, quem tem esse perfil passa a perder a tão importante educação financeira que tanto falo aqui no site e consciência básica sobre o funcionamento diário de um orçamento doméstico. Resultado? Gastos desenfreados e até mesmo algumas dívidas no futuro se não houver um “líder” do lado para controlar as finanças.

Minha dica? Mesmo que você prefira delegar as contas da família, tente participar ativamente, ainda que de maneira mais sutil, seja anotando os gastos com um cafezinho no meio da tarde, um presente, o conserto de uma roupa… Parece simples, mas esses pequenos valores, quando somados, fazem uma diferença enorme no orçamento de uma família.

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Colaborador
O perfil financeiro “colaborador” preza pelo poder da união. Dentro de um relacionamento, por exemplo, quem tem esse tipo de personalidade gosta de dividir as contas, além de contribuir igualmente para novos projetos financeiros (quitação de dívidas, compras de imóveis, fundo de emergência…) Embora possa haver algumas divisões de trabalho nos projetos, há coerência nas conscientização financeira e consenso em torno de projetos financeiros maiores.

A princípio, o perfil “colaborador” parece ser a dinâmica ideal, especialmente em um relacionamento a dois. Mas, atenção: quanto mais vocês dependerem um do outro na hora gastarem e investirem, mais estreita será a sua relação com o dinheiro ganho mensalmente. Será que não vale a pena separar uma quantia para você gastar como quiser, sem pressão?

Distante
“Eu odeio matemática. Números nunca foram a minha praia, então não tenho outra escolha a não sei deixar rolar”. Se o seu perfil financeiro for o “distante”, com certeza você já deu alguma das desculpas a cima para ignorar os gastos no cartão de crédito e comprar só mais uma blusinha, mesmo que isso signifique entrar no cheque especial.

Pode até ser que você não tenha tirado boas notas em matemática lá no ginásio, mas não dá pra deixar que um boletim ruim dite a sua narrativa futura. Essa mentalidade, inclusive, pode ser contagiosa e até passada para as crianças.

Num primeiro momento, pode até parecer o cheque especial pode até parecer inofensivo, pois nada te impede de cobrir os gastos com o salário do mês que vem. Mas, será que vale a pena passar a vida inteira vivendo no limite, sem considerar uma emergência? As opções são muitas: você pode perder o emprego, ficar doente, precisar fazer uma cirurgia, ter problemas com o carro, receber um convite imperdível para uma viagem… Sem um fundo de garantia, fica possível deitar a cabeça no trabalho e dormir sem a preocupação de estar desprotegida.

Como indivíduos, parceiras e profissionais, convido você a se perguntar: o que eu sei sobre educação financeira? Se a resposta te assustar, vale a pena tomar medidas para mudar essa dinâmica em sua própria vida e além dela, e estreitar sua relação com seu dinheiro. Aqui no site, todo mês tem uma matéria nova sobre educação financeira especialmente para mulheres que, assim como você, sabem da importância de controlar o próprio destino.

E aí, qual dessas quatro personalidades financeiras mais combina com você? Conte pra mim nos comentários!

Bjs,
Fabi Scaranzi

 

7 promessas financeiras que você finalmente vai conseguir cumprir!

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(Imagem: Shutterstock)

Promessas… enquanto para alguns elas agem como motivação para alcançar um objetivo, mas outros, elas adicionam uma tonelada de estresse desnecessário, além do peso da frustração de muitas vezes não conseguir manter o plano em prática.

Se a meta que você sonha em seguir tem a ver com manter a sua conta bancária no azul (e, porque não, até poupar um pouquinho), aqui vai a boa notícia: separei não uma, mas sete promessas financeiras realmente acessíveis para todas nós. Confira!

1. Estipule um orçamento para o ano todo
Orçamentos são ferramentas fundamentais para que você controle seu dinheiro com consciência. É através do orçamento que você vai poder analisar quanto consegue poupar mensalmente, além de permitir que você analise, com antecedência, o que fazer com esse dinheiro. Ao invés de criar um orçamento comum, desses que sugerem que você estipule valores para a semana ou mês, sugiro que você passe a pensar em quanto pode gastar e investir durante todo o ano, assim fica mais fácil para você ter uma visão geral do quanto está realmente conseguindo poupar.

2. Comece a investir ou melhore seu fundo de investimentos
Criar o hábito de guardar uma quantia fixa todo mês e não tocar nesse dinheiro pode ser um verdadeiro desafio, especialmente se você tem algumas dívidas pra pagar. Algumas pessoas dizem que não se deve começar a poupar sem antes ter quitado todas as dívidas, mas eu acredito que criar um fundo de emergência é um investimento à longo prazo tão importante quando deixar seu orçamento no azul. Não se preocupe se a quantia que você tem para poupar ou investir ainda for pequena. O importante é que você crie o hábito de juntar dinheiro, até ter condições de aumentar esse valor.

3. Use apenas um cartão de crédito
Ter mais de um cartão de crédito pode te deixar tentada a fazer novas compras por impulso, afinal você não está vendo na prática o dinheiro ir embora. Resultado? Dívidas cada vez maiores. Uma promessa financeira simples de seguir, é cancelar todos os cartões de crédito adicionais e ficar somente com aquele com menores as taxas, ou que te ofereça melhores benefícios.

4. Desafie a si mesma a não gastar
Apostar consigo mesma que você é capaz de cortar alguns hábitos financeiros ruins é uma maneira simples de começar a salvar dinheiro. Como fazer? Escolha um período em que a sua meta seja não gastar nenhuma quantia além daquelas já pré-definidas (aluguel, condomínio, contas de luz, telefone…) O período é você quem escolhe: um mês inteiro, uma semana, um dia… Você vai ver que sair do shopping sem nenhuma sacola não é tão difícil como parece – e a economia no final do ano é incrível!

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5. Pare de gastar dinheiro em serviços que você não usa
Vamos ser sinceras: quantos canais da sua TV a cabo você realmente assiste? Você de fato lê todas as revistas que recebe na sua casa mensalmente? Faça uma lista de todos os serviços que você assina. Não usa? Cancela. Simples assim! Depois, é só juntar essa quantia e investir ou até mesmo aplicar no seu fundo de emergência. Outra sugestão é fazer trocas inteligentes: ao invés de continuar pagando pelo serviço premium da sua academia, use esse gasto extra para contratar um personal trainer e finalmente colocar seus músculos pra suar.

6. Diga NÃO para as coisas que você não tem condições de comprar
Dizer “não” nem sempre é fácil, eu concordo! Mas, acredite, quando o assunto é dinheiro, o “não” é necessário para deixar suas contas em dia e, principalmente, criar alguns limites na sua vida. Percebeu que as suas amigas estão sempre te arrastando para viagens, shows e restaurantes caros? Mesmo que seja difícil resistir à tentação, explique que você tem outras prioridades financeiras no momento. Recusar o convite pra uma balada pode parecer um erro, mas eu garanto: a satisfação de ver o saldo bancário no azul (e com folga!) vale muito mais a pena à longo prazo. E outra: uma noite com pipoca, Netflix e as amigas pode ser igualmente divertido – e muito mais barato!

7. Pare de se comparar com os outros
Em tempos de redes sociais, deixar se comparar sua situação financeira com a do outros é um grande desafio, ainda mais se seus amigos não param de postar fotos em viagens e boates caras. Aí, não dá outra: a gente passa a questionar nossa profissão, nossas decisões passadas e até mesmo a forma como estamos gastando nosso dinheiro. Que tal trocar essas comparações por pensamentos positivos, como a gratidão por tudo o que você já conquistou até agora? Ao mesmo tempo, tente identificar o que, na vida do outro, chama tanto a sua atenção e tente incorporar isso na sua rotina, mesmo que numa dimensão menor. Quer viajar mais? Mesmo que o seu orçamento ainda não te permita fazer duas ou três viagens internacionais por ano, que tal começar a poupar para passar alguns finais de semana em cidades diferentes aqui dentro do Brasil? A experiência pode ser igualmente incrível!

Dicas anotadas? Não esqueça de dividir comigo nos comentários suas maiores dúvidas e dificuldades na hora de poupar ou investir seu dinheiro.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Investimento: será que seu dinheiro está mesmo rendendo?

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Em tempos de crise é preciso, mais do que nunca, acompanhar seus investimentos de perto. E quando eu digo “de perto”, não é apenas confiar na palavra do seu gerente, mas também ficar de olho nas pesquisas e programar direitinho o quanto do seu salário vai poupar no fim do mês. São tantas perguntas pra se fazer e tantas decisões para considerar que, entre uma escolha e outra é natural se questionar se seu dinheiro está mesmo rendendo.

Pensando nisso, separei as dúvidas mais comuns quando o assunto é investimento pra você fazer direitinho seu planejamento financeiro e ver seu patrimônio crescer cada vez mais.

1. Planeje o quanto você vai poupar por mês
Nada de deixar pra pôr na poupança apenas o que sobra dos seus gastos no fim do mês, afinal não dá pra garantir você vá criar essa reserva mensalmente. Lembre-se que a poupança serve para uma necessidade e deve ser planejada com antecedência. Senão, as chances de você gastar tudo o que ganha todo mês são enormes e você corre o risco de achar que não recebe o suficiente para criar uma reserva.

Portanto, o mais indicado é montar uma planilha de gastos mensais e se certificar de que está realmente poupando tudo o que pode e calcular o quanto mais ainda consegue guardar. Lembre-se que o mais indicado é que uma pessoa poupe 20% da sua renda líquida, mas nada te impede de começar aos poucos, poupando 5% ou 10% até conseguir adequar totalmente seus gastos.

2. Liste suas metas
A principal função de um investimento é ajudar você a realizar seus sonhos, por isso é imprescindível que você saiba onde colocar seus recursos e principalmente quais são os seus objetivos a curto e a longo prazo. Sabia que existem aplicações mais recomendadas para metas de curto prazo? Enquanto outras funcionam melhor para aqueles planos mais distantes? É através desse planejamento e de uma conversa franca com o seu gerente que você vai conseguir manter a disciplina na hora de economizar e vai fazer exatamente o momento certo de resgatar o seu dinheiro e investir naquilo que tanto deseja.

3. Aprenda como funciona o seu investimento
Lembra quando eu disse lá no começo dessa matéria sobre não apenas confiar nos conselhos do seu gerente, mas também ficar atenta às pesquisas? São elas que vão te ajudar a escolher um bom investimento! Só que pra isso, antes de tudo, é preciso entender o seu perfil como investidora, qual a rentabilidade (mensal e anual) daquele investimento, quais taxas serão cobradas por ele, quando você está liberada para resgatá-lo, se existem cobranças de imposto de renda e até qual é o risco envolvido na sua escolha.

Parece complicado, né? Mas existem muitos sites que ajudam você a entender essas questões. Dá uma olhada nesse ebook de investimentos para iniciantes oferecido pelo Finanças Femininas. Ele é ótimo e ajuda bastante que ainda é um pouco leiga nessas questões econômicas.

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4. Conheça as suas opções
Parece uma dica óbvia, né, mas muita gente esquece de comparar seus investimentos a outras opções disponíveis no mercado antes de tomar suas decisões. Para garantir uma escolha segura e certeira, não tem jeito: só uma boa pesquisa de mercado vai te ajudar a saber se seu dinheiro realmente está rendendo tudo o que poderia.

Por isso, é necessário comparar as condições oferecidas em sua aplicação com outros produtos oferecidos pelo banco. Compare seu investimento também às vantagens oferecidas por outros bancos e corretoras e tente negociar. Você vai ver que encontrará opções muito mais benéficas do que as oferecidas inicialmente.

5. Por fim, compare a rentabilidade do seu investimento à inflação
É verdade que ver o nosso dinheiro rendendo um pouquinho todo mês passa aquela sensação de segurança. Porém, seu investimento só será um bom negócio se ele superar a inflação e, assim, garantir o seu poder de compra com o passar do tempo. Por isso, não deixe de fazer esse comparativo, se certificando de que a rentabilidade supera de fato o IPCA e, mais pra frente, te traga um bom retorno real. Até por que, a intenção é exatamente essa, né? Ver seu dinheiro investido crescer cada vez mais e gerando bons frutos no futuro.

Fim das dúvidas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Fonte: financasfemininas
*Imagens: Shutterstock