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Trabalhos temporários podem abrir portas

A crise econômica no Brasil atingiu em cheio o setores da indústria e do comércio e, como consequência, o desemprego volta a assustar. Quem perdeu seu emprego ao longo do ano junta-se a estudantes, a prestadores de serviço sem atividade e a donas de casa atrás do famoso emprego temporário de fim de ano para acertar dívidas e ganhar um extra, em geral como vendedores e gerentes de lojas no comércio varejista.

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Quem está sem ocupação parte em busca de trabalhos temporários e esta pode, sim, ser além de uma solução um investimento em possível contratação. As vagas para este tipo de vínculo caíram em relação ao ano passado, mas ainda há oferta e, felizmente, não apenas no comércio (que realmente movimenta 80% do setor nas estações de Natal, fim de ano e férias). Lembrem-se que as empresas reduziram suas folhas de pagamento e estão trabalhando com o número mínimo de funcionários para equilibrar finanças. Desta forma, quando vencem as férias de um ou outro, não há contingente para substituição interna e é aí que as agências de temporários aparecem como intermediadores para coberturas de férias e licenças.

Não deixa de ser uma chance se você está desempregada e sem perspectiva. Multinacionais, empresas de Marketing, Departamentos Jurídicos, Assessorias de comunicação, Consultores em T.I., etc… buscam bons profissionais, com qualificação, para substituir, temporariamente os funcionários em férias, afastados por doenças, licenças maternidade, viagens para cursos e por aí vai. A oportunidade temporária pode ser a chance de “mostrar serviço” e interessar o empregador numa possível contratação definitiva subseqüente.

A crise de empregos significa um mercado muito mais competitivo. Além de existirem hoje menos vagas, há mais candidatos qualificados, pessoas que perderam o emprego e agora buscam a recolocação, segundo Marcos Abreu, presidente da Employer, agência de trabalho temporário.

Isso, porém, não é motivo para desânimo, de acordo com os especialistas. “O momento é de crise, sim, mas de oportunidade para muita gente”, afirma o consultor empresarial Scher Soares. “Quando o mercado está aquecido, existe a tolerância com a baixa performance. Na crise, todas as empresas precisam de pessoas mais preparadas e estão substituindo quem está abaixo da média”. Invista em cursos relâmpago de qualificação, aprendizado de línguas e especialidades.

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Se antes bastava apenas disparar currículos e esperar as oportunidades aparecerem, neste momento crítico do mercado de trabalho, o processo deve ser de “caça à vaga”, identificando setores e empresas que estão abrindo novos postos. Um bom caminho para conseguir essas informações, segundo Scher Soares, são associações comerciais ou entidades de classe, como sindicatos, que costumam divulgar levantamentos sobre seus setores em jornais, revistas e sites. Outra forma são as redes sociais, seguindo e participando de grupos de empresas e entidades no Twitter ou LinkedIn, por exemplo.

Procure encontrar, nessa missão, “pessoas chave”, aqueles contatos profissionais quentes, que certamente poderão dar alguma informação sobre empresas que estão contratando ou até mesmo ajudá-lo no processo seletivo. Além disso, o número de pessoas que deve contatar é maior. “Evidentemente, se a gente amplia a base de contatos, aumenta a chance de êxito. Se antes tentava contato com 50, agora aumente para cem”, afirma o consultor.

“Vaga temporária não é a dos sonhos. Não se pode exigir o mesmo que tinha em um emprego efetivo”, afirma Marcos Abreu. “Aceite a oportunidade que aparecer e, depois que estiver lá dentro, procure alternativa interna para conseguir ser efetivado. O momento não é oportuno para escolher.” Por isso, segundo ele, é necessário ser mais flexível na escolha, aceitando dias, horários e locais de trabalho que, em outro momento, talvez não aceitasse.

Reivindicações e vantagens trabalhistas, infelizmente, não estão em alta. É um momento para se conformar com pouco e fazer de uma pequena oportunidade, a chance para uma posição fixa posterior, com os direitos mínimos garantidos e depois esperar que o seu talento e produtividade garantam melhorias, com o tempo. Nessa busca, evite o excesso de expectativas, mas por outro lado, seja sempre um otimista, apostando na sua capacidade de realização. Os setores de RH costumam valorizar pessoas com comportamento firme e positivo. Boa sorte nessa empreitada!

bj pra vcs
Fabi Scaranzi.

Fontes de informações: Valor Econômico| G1 | Portal Uol |R7

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