Exercícios que vão ajudá-la a aliviar a tensão facial

Exercícios faciais fazem bem para diferentes regiões do corpo
Que tal dedicar cinco minutos do seu tempo todos os dias para praticar os exercícios?

Existem momentos em nossa vida diante dos quais nos deparamos com diversos caminhos a seguir. E, dependendo da situação, podemos estar mais frágil ou sensível, o que pode acabar fazendo com que percamos de vista nossa principal meta.

A nossa beleza física é influenciada por linhas energéticas (ou linhas de meridianos), que percorrem todo o nosso corpo e órgãos internos e elevam nossa energia e dão vitalidade para a nossa pele e musculatura do corpo. Quando tempo algum tipo de bloqueio, como, por exemplo, rugas perto da sobrancelha, é sinal de má circulação no corpo. Por isso é importante trabalhar a musculação do rosto massageando a área entre as sobrancelhas de forma circular. Isso vai liberar as linhas energéticas da chave mestra (mais conhecida como hipófise), que ajuda no equilíbrio do corpo.

As seis vibrações sonoras:
Para ajudar no alívio da tensão facial, que vai ajudar no desbloqueio da musculatura e na revitalização da pele, basta reproduzir alguns sons com as palavras que estão na coluna abaixo. Ao fazer isso, ajudamos o corpo a se reorganizar internamento e se aliviar.

O exercício:
Em primeiro lugar, fique de pé e posicione a palma da mão para cima na altura da virilha, aspire o ar profundamente e sinta que você puxa o ar de baixo para cima. A mão deve subir acompanhando a respiração. Quando chegar na altura do rosto solte o ar. Faça repetitivamente esses movimentos acompanhando os sons com as respectivas palavras.

Sons:

XU – Entre molares, dê um sorriso suave e sinta como as maçãs do rosto se elevam. Fique com os lábios um pouco entreabertos e sinta a vibração vir de dentro para fora, estimulando o equilíbrio do fígado.

HE – Respire profundamente e dê um suave sorriso. Coloque a língua entre os dentes, sinta a vibração da palavra HE e solte longamente o som que é bom para o coração.

HU – Faça um biquinho e fale a palavra HU. Solte o som e sinta vibrar a garganta. O exercício vai liberar toda parte do maxilar.

SI – Dê um suave sorriso coloque a língua entre os incisivos e deixe vibrar o som nas maçãs do rosto. A atividade auxilia na saúde dos pulmões.

CHUI – Dê um suave sorriso e deixe a boca entre aberta de forma que você vê os dentes falando a palavra CHUI prolongando o CHUUUUUUUU IIIIIIIIIIIIIIIII. A prática ajuda a estimular o rim.

XI – Force bastante um sorriso, mostre os dentes e sinta a vibração da palavra XI de dentro para fora.

 

Os sons ajudam a estimular os órgãos internos e a trabalhar o seu equilíbrio. Repita os exercícios todos os dias por 10 minutos.

Por que funciona?
A tensão facial compromete a estrutura dos músculos faciais, além de bloquear a circulação e a oxigenação dos tecidos. Por exemplo, com a idade a boca tende a perder o tônus deixando-o mais fino. E estes exercícios vão ajudá-la a recuperar a juventude!

 

 

Você sabe escolher sua barrinha?

barra de cereal
(Foto: Shutterstock)

A mulher moderna tem um dia a dia super corrido. Leva e busca filho na escola, trabalha, cuida da organização da casa, faz ginástica. Fica o dia todo pra lá e pra cá. As famosas barrinhas de cereais convenientemente “moram” em bolsas ou mochilas e podem facilmente fazer parte de um estilo de vida saudável. A chave é usar as barrinhas como suplementos para equilibrar uma dieta com alimentos integrais e não como um substituto de refeições principais visando uma alimentação balanceada.

Elas se encaixam melhor como lanches, em vez de refeições, onde você deve equilibrar o seu prato com vegetais, frutas, proteínas magras, cereais integrais e gorduras saudáveis. Os lanches podem preencher longos intervalos entre as refeições, ou fornecer um impulso de energia para um treino diário.
Uma ótima e satisfatória combinação para um lanche seria uma mistura de proteínas e fibras, tais como iogurte desnatado com frutas, manteiga de amêndoas espalhada sobre fatias de pêra ou uma barrinha de cereais selecionada cuidadosamente.

É fácil tornar-se oprimido pelas múltiplas variedades de barrinhas disponíveis, com sua vasta gama de calorias e ingredientes… Mas um pouco de investigação pode ajudá-los a encontrar uma barrinha saudável. Procure uma barrinha que atenda aos seguintes critérios:

Lista de ingredientes:
-Uma pequena lista de ingredientes onde todos os ingredientes listados sejam reconhecíveis;
-Mais aveia, cereais integrais, nozes e frutas secas;
-Menos açúcar e xaropes;
-Nenhum óleo parcialmente hidrogenado.

Informações nutricionais:
-Total de calorias: cerca de 120-250
-Proteína: 5 a 10 gramas
-Fibra: pelo menos 3 gramas
-Sódio: menos de 250 miligramas
-Gordura: menos de 2 gramas de gordura saturada e 0 gramas de gordura trans
-Açúcar: menos de 10 gramas

Se você está sempre em movimento, manter uma barrinha escondida na gaveta de sua mesa de trabalho, porta-luvas do carro ou saco de ginástica pode garantir que você sempre tenha um lanche saudável a mão, desde que saiba fazer a escolha certa!

Consiga mais espaço no seu armário e renove as energias

Ao se livrar de tudo o que não usa mais, você ganha espaço para coisas novas e ajuda quem precisa!
Ao se livrar de tudo o que não usa mais, você ganha espaço para coisas novas e ajuda quem precisa! (Foto: Nathan O’Nions/Flicker)

Se livrar de tudo aquilo que só ocupa espaço dentro de casa é uma ótima forma de não apenas ajudar o próximo, mas a você também. De acordo com a teoria do feng-shui, ao fazer uma doação, por exemplo, a energia dessa boa ação volta para ela e, ao se desprender de algo antigo e investir em coisas novas, você abre mão de energias estagnadas e deixa as positivas entrarem na sua vida.

Como fazer: Separe cada tipo de objeto em caixas com etiquetas e anote as instituições carentes para onde é possível doá-las sem burocracia, como creches, asilos, orfanatos, hospitais, igrejas e abrigos.

Faça disso um hábito: A cada começo de ano, pegue algumas caixas e separe os objetos que gostaria de dispensar, empacotando-os de acordo com seu destino. Objetos em bom estado, ou que custaram um pouco mais caros (vestidos de festa, sapatos e CDs), podem ser vendidos para sebos e brechós. O valor dado pelos objetos é pequeno, mas um dinheirinho extra é sempre bem-vindo.

O destino de cada caixa:

Livros e CDs- Muitos sebos compram mercadorias em bom estado, pagando até 5 reais por livro e 3 reais por CD. Ainda é possível trocá-los por outros itens do próprio sebo.

Roupas velhas- Instituições de gestantes desamparadas estão sempre aceitando doações. Nelas, são recolhidos todos os tipos de peças, em qualquer estado.

Roupas em boas condições – Procure por brechós. É possível receber, em média, 45 reais por um casaco e 25 reais por uma calça jeans.

Revistas- Instituições ou até mesmo hospitais, estão sempre precisando de entretenimento para os pacientes. Lá é um bom lugar para doá-los.

Sapatos- Brechós são novamente uma boa pedida. É possível conseguir até 50 reais por um par de sapatos de festa em bom estado.

Móveis e eletrodomésticos- Asilos e creches costumam aceitar esse tipo de doação, recolhendo de micro-ondas à colchões e ferro de passar.

Amores antigos fazem bem ao coração

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(Photo by Sylwia Bartyzel on Unsplash)

Sabe aquele amor antigo, que mexeu com você loucamente, mas infelizmente não deu certo? Vai ver precisou acabar simplesmente porque não era certo para você — não porque o amor ou a paixão, necessariamente, tenham diminuído. Ou, sei lá, um dos dois foi morar fora, o timing não bateu, alguém pisou na bola… Enfim, o tempo passou, sua vida mudou — mas ele não saiu da sua cabeça. Não, não é pecado se seu coração sair pela boca toda vez que vocês se esbarram — mesmo se hoje você já estiver comprometida e feliz com outra pessoa. Também não significa que você ainda seja apaixonada pela pessoa. “Na maioria das vezes, você nem está presa ao cara, mas, sim, ao relacionamento que idealizou e que por algum motivo não foi pra frente”, explica a terapeuta de casal Arlete Gravanic, de São Paulo.

A boa notícia é que você não precisa mais fazer terapia para tentar entender ou matar de vez esse sentimento. Até porque… Talvez nem dê para matá-lo. Afinal, essa pessoa pode ser alguém de quem você vá gostar por toda a vida. Que só de encontrá-la, vai despertar felicidade, carinho, ternura e até saudade. Mas nem por isso fará com que você largue tudo — muito menos seu relacionamento atual –, para lutar por essa relação. Mesmo porque, você já tentou uma vez e não deu certo. Fora que sentimentos assim fazem bem ao coração e têm muito a ensinar ao seu relacionamento atual ou ao futuro. “Você aprende a ver o outro como alguém que te complemente em vez de te completar, além de ajudá-la a ser mais paciente, a relevar bobagens e a ceder a alguns desejos do parceiro. Descobre, também, que pode mostrar ao seu amor (do seu jeito, é claro!) tudo aquilo que gostava no antigo relacionamento e mudar o que não gostava.”

Pense que ao preservar esse amor antigo no peito é como guardar uma joia de família, que você guarda a sete chaves, sem ter coragem de usar ou mostrar para alguém. Mas que te traz boas memórias e que, vira e mexe, quando você reencontra, é familiar, confortável. “Quando se tem um grande amor, independentemente da idade, o coração se acalma e, nesse caso, passa a ocupar um cantinho próprio na memória, que não precisa ser remexido a toda hora. E, com o tempo, vai ficando menor”, completa Arlete.

Portanto, agora é a hora de mudar! Passar a ver o sentimento que antes te incomodava de um jeitinho diferente. Trate-o como uma motivação para correr atrás de tudo o que você idealiza em um novo relacionamento. Ele pode pode ser a peça que faltava para você encontrar o equilíbrio na sua vida amorosa e, por mais que tenha feito sofrer você antes, hoje não faz ideia do bem que lhe traz. Que seja sempre assim!

Bebê e bicho de estimação em casa: pode ou não pode?

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(Photo by Alicia Jones on Unsplash)

No Brasil, há cães ou gatos morando em 44% das residências brasileiras, sendo que 40% dessas são de casais com filhos pequenos, de até 9 anos, segundo a pesquisa Radar Pet 2013 da Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal). Para ajudá-la a decidir se a sua família vai aumentar, resolvemos aqui seis preocupações:

1. Essa convivência é benéfica? “As pessoas precisam ter a consciência de que é positivo para o desenvolvimento emocional e social do bebê ter a companhia de um bichinho de estimação. Essa convivência ensina muito sobre amizade, carinho, parceria e perda, uma vez que os animais costumam morrer antes”, afirma a veterinária Jacque Felippetto, de Curitiba (PR). Para garantir a saúde tanto do animal quanto do bebê, leve o bichano ao veterinário regularmente para atualizar as vacinas, realizar exames e tirar qualquer dúvida que você possa ter. “Com acompanhamento profissional regular, dificilmente ele passará doenças, como verminoses, sarna ou micoses, para a criança”, diz Jacque.

2. Como preparar seu gato ou cachorro para a novidade? Os cuidados devem começar no início da gestação, se possível. Deixe-o cheirar a sua barriga e acompanhar as mudanças da casa. Quando estiver na maternidade, peça para que seu marido ou uma amiga leve algumas roupinhas do bebê para o animal sentir o cheiro e ir se acostumando. E quando levar seu filho para casa pela primeira vez, em vez de já chegar com o bebê, faça o contrário: leve o cão ou gato até o carro para conhecê-lo e, depois, entrem todos juntos. “A pior coisa para um animal que era tratado como filho é não poder mais ficar perto dos donos nem receber seu carinho com tanta frequência. É o mesmo sentimento do primogênito, que pode alimentar ciúme do irmãozinho, ficar deprimido ou agressivo”, diz Jacque.

3. Como escolher a raça do cachorro? Jacque complementa que o maior motivo para os donos pensarem em afastamento ou doação tem a ver com o comportamento. “Precisa ser dócil para conviver com bebês. No caso de cachorros pequenos, os da raça Shih-Tzu e Yorkshire são tranquilos. Quanto aos grandes, boxer, golden retriever e labrador, por exemplo. Importante: seu grau de docilidade também depende de como esse animal é criado”, avisa a veterinária.

4. O que os pais devem evitar? Estudos como o publicado na revista americana Pediatrics mostram que crianças que convivem nos primeiros anos de vida com cães e gatos estão menos propensas a desenvolver problemas respiratórios e infecções. Mesmo assim não deixe o animal lamber ou cheirar o bebê, já que a imunidade ainda é baixa e nem tomou as vacinas necessárias. Para evitar crises alérgicas, os veterinários recomendam manter a higiene e escovação do bicho em dia e procurar o pediatra se a doença se manifestar. No mais, cada casal estabelecerá novas rotinas para toda a família, conforme seu estilo de vida. Vai definir modos e horários para comer, dormir, fazer barulho, brincar, passear.

5. O que ensinar a seu filho sobre bichos? Como crianças pequenas não distinguem seu bichinho de pelúcia do verdadeiro, podem machucá-lo apertando, jogando-o para o alto, batendo se acharem que ele fez algo “errado”. Essa relação pode causar danos físicos ao animal e à criança. O gato pode arranhar, o cachorro morder e o pássaro bicar. Então, o adulto tem que estar sempre atento e conversar com o filho, levando-o mais às consultas com o veterinário, para ele saber como se relacionar com seu fiel companheiro.

Aplicativo gratuito para smartphones ajuda você a tomar decisões

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(Imagem: Shutterstock)

Tomar certas decisões na vida pode ser bastante desgastante: qual oferta de emprego aceitar, ter ou não filhos, morar na cidade ou buscar qualidade de vida no interior… Sem contar o stress diário — principalmente se você for daquelas que mal conseguem decidir para onde viajar nas próximas férias ou a qual filme assistir no cinema com facilidade. A sorte é que agora você não precisa mais passar por esses momentos de incerteza sozinha… Olha só que legal: descobri um aplicativo de celular que dá uma mãozinha na hora de tomar decisões! A ideia do ChoiceMap (gratuito para qualquer celular) é bem simples: ele lista todas as suas opções sobre um determinado assunto e usa um algoritmo para descobrir qual é a ideal para você — basicamente, uma lista de prós e contras, só que bem mais inteligente. Mas o melhor de tudo é que, ao final, a decisão ainda terá sido sua! É ou não é o sonho de toda pessoa indecisa?

Como funciona?
Imagine que o maior problema do seu dia hoje é decidir o que pedir para jantar. O app simplifica o processo da tomada de decisão, listando uma série de opções de escolha. Você começa nomeando o que está tentando decidir — no caso, o jantar. Em seguida, insere as opções que tem, como comida japonesa, uma saladona, um lanche natural, um hambúrguer… O aplicativo, então, pede que você monte uma lista de prioridades para ajudá-la a definir a melhor escolha, como sabor, valor calórico, quantidade. Com base nessas respostas, o ChoiceMap mede o grau de cada uma das opções e as classifica por ordem de preferência e importância. Legal, né?

O que vale a pena perguntar?
Há certos assuntos que a escolha deve partir somente de você (se você deve ou não pedir o divórcio, por exemplo), e por isso devem ser tratados à moda antiga: com muita ponderação e conselhos de pessoas em que realmente confia. Mas nada impede que ele dê uma forcinha: da próxima vez que precisar comprar um carro, porque não usar o app? Claro, não precisa adquirir o veículo que o app escolheu para você, mas que tal afunilar sua lista de modelos a partir dos três primeiros resultados que ele te fornecer? Pelo menos, saberá quais são suas principais opções e quais itens básicos prioriza, como ar-condicionado, airbag, direção hidráulica, sensor de estacionamento, entre outros.

Mas deixando as escolhas pessoais de lado, o aplicativo pode ser uma mão na tomar decisões mais práticas, que vão desde qual deve ser seu próximo livro de cabeceira até se você deve se inscrever na aula de ioga ou pilates. Simples e prático, como sua vida deve ser! Agora, que tal pedir uma ajuda ao ChoiceMap para escolher qual filme assistir hoje à noite, hein?

 

Cólica não é apenas menstrual: identifique sua dor e saiba como se tratar

Nem toda cólica é igual! Sabendo identificar a sua, fica mais fácil definir o tratamento.
Nem toda cólica é igual! Sabendo identificar a sua, fica mais fácil definir o tratamento. (Foto: Shutterstock)

Dá vontade de chorar só de pensar que aquela dorzinha incômoda na região da barriga está prestes a dar as caras, não é mesmo? A cólica, ou “dor com hora marcada”, pode ser suave ou até representar noites em claro, uso exagerado de analgésicos e, muitas vezes, até mesmo internação. De acordo com o ginecologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Sérgio Podgaec, a sensibilidade à dor é muito pessoal e a intensidade da cólica menstrual pode variar, inclusive, pela forma como cada mulher lida com esse sintoma. “Por isso, peço a toda mulher que chega se queixando de cólica no meu consultório para dar uma nota de zero a dez para a dor. Notas acima de sete são significativas e devem ser investigadas”, ressalta.



Viu Isso?

Entretanto, quando a dor não passa mesmo após a ingestão de medicamentos ou vem acompanhada de incômodo na relação sexual, fluxo intenso, corrimento ou febre, o quadro pode ir além da cólica menstrual, apresentando sintomas de doenças como a endometriose, mioma ou até inflamação pélvica. Não sabe a diferença? Abaixo, todos os tipos de cólica para você saber identificar qual é a sua e descobrir qual é o melhor tratamento.

Cólica menstrual
Causas: Ela não tem uma causa determinada. Aparece, principalmente, devido à alterações inflamatórias normais do útero durante o período menstrual. O endométrio, camada que recobre a parte interna do útero é preparado durante o ciclo menstrual para a gravidez. Se ela não ocorre, o endométrio sofre uma descamação, liberando o sangue. Para evitar uma possível hemorragia, o útero se contrai, provocando a dor.
Sintomas: Sabe aquela sensação de que aquela região logo abaixo ventre está sendo esmagada? Então… Ela costuma durar aproximadamente dois dias e, dependendo da intensidade, pode vir acompanhada de náuseas, dor de cabeça e nos seios, irradiação lombar e mudança no hábito intestinal.
Alívio já: O tratamento é bem simples: bolsas de água quente na região da barriga e aquele santo remedinho para cólica que toda mulher carrega na bolsa (sempre com indicação médica, claro). O uso de anticoncepcionais pode ajudar na prevenção de alguns sintomas, além de exercícios físicos, como a corrida, que eleva os níveis de betaendorfinas, aliviando a dor.

Cólica de mioma
Causas: Uma doença ginecológica muito comum, que acomete mais de 50% das mulheres. A causa desse tumor benigno que se desenvolve na parede muscular do útero é possivelmente genética e o crescimento de miomas depende da ação dos hormônios estrogênio e progesterona, produzidos durante o ciclo menstrual.
Sintomas: A dor normalmente surge no baixo ventre, na região lombar, no flanco ou nas perdas, mas depende, principalmente, da posição e do tamanho desses nódulos. Miomas volumosos e dentro da cavidade uterina podem provocar aumento do fluxo menstrual e cólicas constantes ou somente no período menstrual. Miomas muito grandes também podem pressionar a bexiga e o intestino, apresentando sintomas urinários e intestinais, como vontade de usar o banheiro várias vezes ao dia.
Alívio já: Procure um médico para saber o que tomar para diminuir o sangramento e as cólicas. Em alguns casos, há necessidade de cirurgia para a retirada do tumor ou, dependendo da idade e antecedentes obstétricos da paciente, há a indicação da retirada do útero. A doença infelizmente não pode ser prevenida, porém, depois de diagnosticada, o acompanhamento clínico e exames de imagem periódicos ajuda a observar se os tumores estão, ou não, crescendo.

Cólica de endometriose
Causas: De acordo com o ginecologista, a doença está presente em até 15% das mulheres que ainda menstruam e acomete 50% das pacientes que têm dor pélvica e 30 a 40% das mulheres com sintomas de infertilidade. A dor relacionada à endometriose ocorre quando um componente genético, relacionado à defesa do organismo, faz com que o tecido do endométrio se desenvolva em outros órgãos, como trompas e ovários. Sua causa normalmente está ligada à genética ou a falhas no sistema imunológico.
Sintomas: Dor intensa se apresenta em forma de cólica durante o período menstrual. Dor pélvica constante fora do período da menstrual, além de incômodos no fundo da vagina durante a relação sexual. “Algumas mulheres ainda sentem dor ao evacuar ou ao urinar durante a fase em que está menstruando”, diz Sérgio.
Alívio já: O tratamento da endometriose pode ser realizado pelo bloqueio do fluxo menstrual com o uso de hormônios anticoncepcionais contínuo, porém, a grande maioria das mulheres tem indicação de procedimento cirúrgico para a retirada das lesões da doença, melhorando os quadros de dor intensa na pélvis e na parte inferior do abdome.

Cólica de doença inflamatória pélvica
Causas: Aguda ou com sequelas crônicas, a inflamação pélvica, de fato, é uma infecção dos órgãos genitais femininos que pode evoluir gravemente, afetando útero, trompas uterinas e ovários. Ela aparece por meio de uma bactéria transmitida pela relação sexual.
Sintomas: A doença aguda, em geral, provoca dor na região pélvica, febre e corrimento vaginal com a presença de pus e odor forte, e pode eventualmente deixar sequelas, como dor constante na região da pélvis, sem relação com o ciclo menstrual e infertilidade.
Alívio já: O tratamento é realizado com antibióticos, porém em casos muito graves, há necessidade de cirurgia. Nas sequelas crônicas, em especial na dor pélvica, Sérgio recomenda acupuntura, fisioterapia e tratamento específicos para a dor. Para prevenir a doença é fundamental o uso de preservativos durante as relações sexuais.

Cólica de ovulação
Causas: “Esse tipo de cólica pode ocorrer no meio do ciclo menstrual, justamente no período ovulatório e dura, em média, um ou dois dias”, explica o ginecologista. Mulheres que tomam anticoncepcionais hormonais não apresentam esse sintoma pois a pílula bloqueia a ovulação. A cólica ocorre porque, durante a ovulação há um pequeno sangramento no ovário, o que causa uma irritação no peritônio, membrana que recobre o abdome, provocando a dor.
Sintomas: Dor em forma de pontada, mais constante na região pélvica e na parte baixa do abdome. Normalmente se apresenta somente de um lado e dura apenas alguns minutos. Em alguns casos, pode durar por um ou dois dias, além de resultarem em um pequeno sangramento vaginal.
Alívio já: Por se tratar de uma reação ocasional do organismo, o único modo de aliviar a dor é com o uso de analgésicos, antiespasmódicos ou anti-inflamatórios.

Mas antes de se medicar, procure um médico para saber se sua cólica é mesmo provocada pela ovulação ou se tem outro motivo.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Descubra como os exercícios físicos podem alterar o seu DNA

Fazer exercícios regularmente reduz o risco de doenças graves. Que tal uma caminhada?
Fazer exercícios regularmente reduz o risco de doenças graves. Que tal uma caminhada?

A solução para nos tornarmos pessoas mais saudáveis pode estar em nosso DNA. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, a forma e o funcionamento dos nossos genes são quesitos importantes no caminho para a melhoria de nossa saúde e condicionamento físico.

O segredo está em um processo chamado “epigenética”. Nele, ocorre uma alteração na operação dos genes, mas não no próprio DNA. Assim que essa alteração no exterior do gene acontece, principalmente por meio de um processo chamado metilação, eles se tornam mais ou menos capazes de receber ou responder aos sinais bioquímicos do corpo.

Foi durante essas pesquisas que os cientistas de Estocolmo perceberam como os padrões de metilação são capazes de alterar nosso estilo de vida. Seguir uma dieta balanceada ou ser exposto a poluentes, por exemplo, pode mudar os padrões de metilação em alguns dos genes em nosso DNA e as proteínas que afetam a forma como esses genes se expressam nos nossos hábitos e costumes. Por isso, dependendo de quais genes estão envolvidos, a prática do exercício físico ou até mesmo a falta dela pode afetar nossa saúde ou aumentar o risco de doenças graves, como as cardiovasculares.

O estudo revelou ainda que uma única sessão de exercícios gera mudanças imediatas nos padrões de metilação de alguns genes musculares. Portanto, mesmo que a pesquisa ainda não tenha respostas conclusivas sobre sua eficácia a longo prazo, vale acreditar que esse é mais um motivo para não desistir tão cedo da academia.

TOP 7 atitudes para ter o corpo perfeito

A conquista do corpo perfeito pede muito trabalho e dedicação.
A conquista do corpo perfeito pede muito trabalho e dedicação.

Antes de passar horas puxando peso e revezando entre esteiras e bicicletas, anote as sete atitudes que fizeram nossas fontes de inspiração, a conquistarem o corpo dos nossos sonhos!

1. Defina uma meta
Antes de começar encarar o treino, procure uma nutricionista e um personal trainer. Eles serão seus maiores aliados, já que desenvolverão o plano de exercício ideal para você alcançar suas metas da forma mais eficaz e saberão indicar se é o caso de você tomar algum suplemento para garantir resultados melhores . E mais: eles servirão de estímulo para que você não desista da academia quando bate aquela vontade de dormir até mais tarde.

2. Se exercite — nem que seja um pouco
Preguiça, falta de tempo, hábitos alimentares pouco saudáveis… Nada disso é desculpa para você trocar os 20 minutinhos que poderia gastar na esteira em frente à televisão. Inclusive você pode fazer esteira em frente a televisão! Para ter um corpo incrível, é preciso movimentar os músculos todos os dias, nem que seja com uma caminha leve.

3. Altere suas séries
Melhor do que passar horas levantando e puxando peso (e correndo o risco de causar uma distensão muscular e dores na coluna ou articulações), invista no combo exercícios aeróbicos + musculação. Esse mix, feito em dias intercalados, é fundamental para quem quer secar as gordurinhas e definir o corpo. “Artes marciais e atividades como natação e cross fit são uma boa pedida para quem quer conquistar o corpo dos sonhos, já que trabalham várias áreas do corpo de uma só vez”, diz o médico de esportes Sérgio Barcellos, de São Paulo. Mas não substituem a musculação, ok? Por isso é tão importante o auxílio de um personal trainer, que pode lhe indicar quais músculos trabalhar no treino.

4. Foco no agachamento
O exercício é excelente, pois estimula mais de uma parte do corpo de uma única vez. Portanto, pratique a atividade todos os dias (três séries de 20 minutos) para malhar principalmente pernas e glúteos.

5. Tenha equilíbrio
De nada adianta frequentar a academia religiosamente de segunda a sexta-feira e enfiar o pé na jaca aos finais de semana. Para a vida não ficar chata (e, inclusive, para a dieta ser mais fácil de ser cumprida), basta ter equilíbrio! Tudo bem comer um docinho ou degustar uma taça de vinho com o seu amor — desde que você compense com algum exercício ou encare um prato mais light na refeição seguinte.

6. Não se esqueça do carboidrato
Isso não significa correr em direção à padaria mais próxima. Entretanto, você deve incluir no seu cardápio alimentos como a batata doce, o grão de bico, a lentilha, o aipim… O nutriente é ótimo para repor a energia do corpo e ficam ótimos se combinados com frango ou peixe.

7. Tenha paciência
Se você espera ver resultados depois da sua primeira semana de exercícios, aqui vai o choque de realidade: é preciso três meses de atividades físicas para que as primeiras mudanças no seu corpo comecem a aparecer. Por isso, mesmo que pareça frustrante, não desista logo no começo — assim que o resultado começar a aparecer, a motivação virá mais forte do que nunca. Bora malhar!