7 alimentos que ajudam a diminuir a ansiedade

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(Imagem: Shutterstock)

Sabia que a ansiedade, junto com o cansaço mental e a depressão tem encabeçado a lista de doenças mentais mais prevalentes no mundo todo?

É verdade que a ansiedade pode ser tratada com medicação e terapia, mas não é muito melhor cuidarmos da saúde de maneira natural, trocando apenas alguns alimentos da nossa dieta?

Esteja você procurando novas maneiras de controlar os sintomas da ansiedade ou apenas experimentando novos truques para equilibrar seu humor e manter a saúde blindada, abaixo separei sete alimentos que não só podem, como devem fazer parte do seu cardápio, sempre aliados a frutas, vegetais, proteínas magras, carboidratos complexos e gorduras saudáveis. Anote aí!

Peixe

Certos tipos de peixes, como o salmão, ajudam a reduzir o risco de doenças cardiovasculares e inflamações no corpo, e ainda protegem o sistema imunológico. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos, no entanto, mostram que os benefícios vão além: peixes são ricos em ácidos graxos (ômega-3), que desempenham um papel essencial na função cerebral normal.

Alimentos fermentados

Baixos níveis do neurotransmissor GABA (ácido gama-aminobutírico) têm sido associados a transtornos de ansiedade e humor. Alimentos fermentados, entretanto, produzem o GABA em maior quantidade, criando uma rica fonte dessa molécula responsável pelo relaxamento.

Chocolate Amargo

Quer mais um motivo para incluir o chocolate na sua dieta? A versão amarga (acima dos 70%), além de ser antioxidante e melhorar o funcionamento do cérebro, ajuda a reduzir o desejo por doces, ao mesmo tempo que diminui os sintomas de ansiedade provocados muitas vezes pelo excesso de açúcar no organismo.

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(Imagem: Shutterstock)

Chá Verde

Que tal tomar uma xícara de chá pela manhã ou antes de ir para cama? Um estudo publicado na revista Nutrients comprovou que o principal ingrediente da bebida, a L-teanina, tem efeito anti-estresse e ajuda a acalmar os nervos, além de aumentar a taxa de serotonina e dopamina, responsáveis pela nossa energia e bom humor.

Sementes de Abóbora

Nada de descartar as sementes da abóbora quando for cozinhar. Elas são ricas em triptofanos, um precursor da serotonina que não só ajuda a regular o nosso sono, como também equilibra nosso humor e mantém nosso nível de ansiedade lá embaixo.

Nozes

Nozes, em geral, desempenham um papel importante a nossa saúde. Fonte rica de ácidos graxos ômega-3, assim como os peixes, elas ajudam a blindar a saúde do cérebro contra doenças mentais como a ansiedade, o estresse e a depressão. Já pensou em incluir um mix de nozes no seu lanche da tarde?

Chá de Camomila

Se você tem ansiedade leve a moderada, o chá de camomila pode ser um poderoso aliado na sua rotina diária. Especialistas em nutrição e saúde da NBC Today garantem que a camomila age como um sedativo leve e pode ajudar a aliviar a tensão muscular, a ansiedade e a irritabilidade em poucos minutos. Para os dias de maior estresse e compromissos importantes, andar com uma garrafinha na bolsa é uma boa pedida.

Partiu supermercado?

Bjs,
Fabi Scaranzi

Tchau, depressão! 1 hora de exercício por semana ajuda a prevenir a doença, diz estudo

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Não é a primeira vez que falo aqui sobre os benefícios do exercício físico: ele melhora nossa respiração, foco, memória, equilíbrio, força, condicionamento físico e, lógico, blinda nosso corpo de diferentes doenças.

Se você ainda procura por motivos para deixar a vida sedentária de lado, aqui vai: segundo um estudo recente liderado pelo Instituto Black Dog, um grupo de cientistas da Austrália, Noruega e Reino Unido, apenas uma hora de atividades físicas por semana é o suficiente pra você prevenir quadros de depressão. Bom, né?

Entenda o estudo
Ao longo da pesquisa, os cientistas analisaram os dados de 34 mil noruegueses adultos, sem históricos de problemas de saúde mental, considerando níveis de depressão e ansiedade, além de hábitos de atividades físicas durante os últimos 11 anos. O grupo dos saudáveis ainda revelou a frequência e a intensidade da sua rotina de exercícios.

O resultado? Quem não fazia nenhum tipo de exercício tinha 44% de chances a mais de ter depressão, em comparação com quem tirava pelo menos um ou duas horas por semana pra malhar.

Quer mais? A pesquisa descobriu ainda que 12% desses quadros de depressão poderiam ter sido evitados caso os participantes criassem o hábito de se exercitar, mesmo que por apenas uma hora por semana, independentemente da intensidade. Ao levar em conta o enorme benefício pra apenas 60 minutos de atividades físicas, um pouquinho de esteira e bicicleta vale a pena, né?

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O líder da pesquisa, o cientista Samuel Harvey, dá o aviso: “Nós sabemos há algum tempo que o exercício tem um papel importante no tratamento de sintomas da depressão, mas essa é a primeira vez que conseguimos quantificar o potencial de prevenção da atividade física na redução de futuros casos da doença. Essas descobertas são excitantes porque mostram que mesmo uma quantidade relativamente pequena de exercícios por semana pode oferecer uma significativa proteção contra o quadro”.

A doença, que normalmente é tratada com terapia e medicamentos agora conta com mais uma forte aliada. Notícia boa!!

Partiu academia?

Bjs,
Fabi Scaranzi

4 truques naturais para vencer a ansiedade

Não dá pra negar, todas nós sofremos de ansiedade em algum momento das nossas vidas – seja por conta da sobrecarga no trabalho, uma promoção na carreira, provas na faculdade, mudança de apartamento, casamento, gravidez, filhos pequenos… é muita coisa!

A boa notícia é que esses picos de ansiedade passageiros (e não aqueles mais profundos, normalmente ligados ao estresse e depressão!) podem, sim, ser tratados de formas naturais.

Um pouco de estresse pode até ser considerado saudável, afinal é ele que nos tira da cama pela manhã e que ajuda a nos manter motivadas todos os dias. Agora, se a ansiedade tem te deixado apreensiva e com comportamentos compulsivos, vale a pena colocar quatro truques em prática hoje mesmo para recuperar seu bem-estar mental. Anote aí!

1. Faça exercícios físicos regulares

Nosso corpo é como uma máquina e precisa ser movimentado regulamente, mas isso não significa correr na esteira da academia todos os dias – afinal, quem tem tempo, né? Entretanto, pesquisas já demonstraram que meia hora de atividades físicas três vezes por semana já é suficiente para manter a saúde em dia e blindar a mente da ansiedade, estresse e cansaço. Por isso, se você gosta de dançar, que tal colocar uma música bem animada em casa mesmo e se soltar pela sala? Ou então fazer uma caminhada rápida pelo condomínio? Os benefícios serão imediatos!

2. Durma mais

Estudos recentes comprovaram que o sono é muito mais do que apenas uma forma de recarregar as energias. É durante ele que processos complexos ocorrem em nosso corpo e mente. Através do sono liberamos toxinas, equilibramos nossos hormônios e assimilamos informações do dia a dia com muito mais coerência. E cuidado com o uso excessivo de celulares, computadores e tablets antes de dormir, viu? Eles não apenas interferem no ritmo natural do nosso sono, como redobram nosso estado de atenção, tornando a ansiedade um perigo eminente. O ideal é desligar todos os aparelhos meia hora antes de dormir.

3. Tente a fitoterapia

A fitoterapia nada mais é do que a utilização de plantas para o tratamento de doenças e melhora da saúde física e mental. No caso da ansiedade, por exemplo, o chá de passiflora pode ser uma boa opção, uma vez que seus princípios ativos estão presentes de maneira mais branda, e, ao mesmo tempo que acalma, reduz a probabilidade de outros sintomas comuns de remédios mais fortes, como sonolência excessiva.

4. Faça exercícios rápidos de respiração

Sempre que posso, pratico exercícios de respiração. Fáceis de serem praticados em qualquer lugar (no carro, em casa, no escritório), eles ajudam a melhorar nossa frequência cardíaca, equilibram nossos níveis de cortisol (o famoso “hormônio do estresse) e abaixam nossa pressão sanguínea naturalmente. Bora colocar alguns exercícios em prática agora mesmo e acabar de vez com a ansiedade? Para aprender meus 4 exercícios de respiração favoritos, basta clicar aqui!

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

A maneira ideal pra você relaxar, de acordo com o seu signo

Áries (21 de março a 19 de abril)

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Tome um fôlego
Apesar das pessoas de aries adorarem estar em ação o tempo todo, a enorme lista de compromissos pode trazer nervoso, ansiedade e tensão. Por isso, a astróloga Tali Edut, da The AstroTwins recomenda que os arianos montem em casa um cantinho da meditação ou saiam para uma caminhada de cinco minutos sempre que precisarem esfriar a cabeça. A respiração profunda ajuda a relaxar corpo e mente, além de acalmar os ânimos.

Touro (20 de abril a 20 de maio)

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Surpreenda o parceiro
Signo extremamente sexual, tudo ligado aos prazeres do corpo te ajuda a relaxar e aliviar o estresse. E nem precisa ser só sexo, não, viu? Pode ser uma massagem com óleos aromatizantes, um bom banho a dois, ou até mesmo preliminares bem gostosas. Não é de hoje que sabemos que o sexo é fundamental para blindar nossa saúde e, para o taurino, o contato físico é indispensável.

Gêmeos (21 de maio a 20 de junho)

gemeos

Monte um quebra-cabeça
Os signos do ar são pensadores e amam o estímulo mental. Por isso, se a ideia é relaxar e afastar a ansiedade, que tal exercícios que exijam foco e concentração, como palavras-cruzadas, quebra-cabeças, sudoku… “A necessidade de encarar um desafio e conclui-lo te ajuda a liberar conflitos mentais reprimidos”, explica Tracey L. Rogers, astróloga e coaching americana.

Câncer (21 de junho a 22 de julho)

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Prepare uma refeição especial
Um dos signos mais sentimentais do zodíaco, é natural que você passe o dia cuidando dos outros e se esqueça de cuidar de você. A dica dos astrólogos é que, num momento de estresse, você faça um prato quentinho e bem gostoso e saboreie enquanto assiste seu programa favorito embaixo das cobertas. Nem que seja apenas por algumas horas, você merece um momento só pra você.

Leão (23 de julho a 22 de agosto)

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Agende uma massagem
Os leoninos precisam estar no comando de tudo, o que naturalmente traz uma tensão extra, tanto à mente, quanto ao corpo. Já notou como os músculos do seu pescoço e ombros estão sempre rígidos? Para relaxar, agende uma massagem de pelo menos uma hora e se desligue dos problemas do mundo lá fora. Se puder tirar um dia de folga, que tal aproveitá-lo num spa? Assim, além da massagem, você pode cuidar da pele, do cabelo… Uma delícia! Só não se esqueça de manter o celular desligado, ok?

Virgem (23 de agosto a 22 de setembro)

virgem

Arrume a casa (ou o escritório)
Você gosta de planejar, criar estratégicas e executar! Mesmo que para os outros signos, esse comportamento pareça neurótico e exagerado, é isso que te desestressa. Por isso, quando se sentir tenso ou ansioso organize sua estante de livros, seu guarda-roupas ou até os mantimentos da sua despensa. Isso vai te ajudar a se sentir no controle e, de quebra, vai te ajudar com a bagunça acumulada.

Libra (23 de setembro a 22 de outubro)

libra

Recue um pouco e pense num plano B
Conhecido por ser sempre muito indeciso, melhor do que se concentrar em uma determinada atividade para relaxar, librianos devem fazer uma mudança radical de mentalidade durante os picos de estresse. “Olhe para o quadro geral da sua vida e tente se desapegar da busca por um resultado específico”, aconselha Rogers. “Isso permitirá que você se conecte mais facilmente com os outros, e aos poucos os resultados vão acontecendo naturalmente”, acrescenta.

Escorpião (23 de outubro a 21 de novembro)

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Tome um bom banho
Você é uma pessoa intensa, para dizer o mínimo. “O que sobrecarrega você é a sensação de falta de privacidade”, diz Edut. Por isso, procure por um lugar onde você pode ficar sozinha e que, de preferência, envolva água: pode ser uma banheira de hidromassagem, um mergulho na piscina ou no mar. E não é à toa: sons da natureza, como o fluxo da água corrente, são calmantes imediatos, segundo pesquisas.

Sagitário (22 de novembro a 21 de dezembro)

sagitário

Faça as malas
Signo de fogo, se você não tiver sua liberdade, não vai demorar até que você se sinta irritada. A dica dos especialistas? Aproveitar os dias de folga pra conhecer lugares diferentes, seja numa viagem internacional ou apenas conhecendo os pontos turísticos da cidade vizinha. Assim, você trabalha sua imaginação e processo criativo, conhece gente nova e recupera o bom humor, além de se sentir motivada a encarar os problemas do dia-a-dia novamente.

Capricórnio (22 de dezembro a 19 de janeiro)

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Se comunique com a natureza
É natural pra você pensar em trabalho o tempo todo. O problema é que isso pode te levar ao esgotamento físico e mental rapidinho. Edut, lembra, entretanto, que, signos da terra precisam se um contato com a natureza de tempos em tempos. A sugestão? Planejar uma viagem ao ar livre, com muitas trilhas e cachoeiras, onde você é forçada a se desconectar. Não tem tempo pra viajar? Uma caminhada com os pés descalços na grama do quintal também ajuda bastante.

Aquário (20 de janeiro a 18 de fevereiro)

aquario

Passe algumas horas com os amigos
Como um signo de ar, você é uma pensadora, superinteligente e muito inovadora. “Você é conhecida por ser a rebelde do zodíaco já que não gosta de conformidade”, diz Rogers. É importante pra você estar rodeada de amigos- aqueles que amam todas as suas peculiaridades e não vão tirar sarro das suas ideias ousadas. Pesquisas mostram que ter apoio social ajuda você a permanecer calma e resiliente diante de situações estressantes e também estimula os hormônios do bem-estar.

Peixes (19 de fevereiro a 20 de março)

peixes

Reveja fotos, diários e relembre momentos felizes
Peixes é o signo mais sensível, sonhador e romântico do zodíaco. “Você ama incondicionalmente e fornece apoio emocional para todos a sua volta”, diz Rogers. O problema é que a sua empatia te força a absorver os sentimentos e problemas dos outros, tornando-os seus. “É difícil reconhecer quais são seus estresses e quais são os estresses dos outros”, acrescenta ela. É preciso resgatar as suas lembranças pessoais e lembrar constantemente por quais motivos você deve sorrir, mesmo que as pessoas à sua volta estejam passando por momentos difíceis.

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Fonte e Imagens: oprah.com

Reconheça sintomas inusitados do stress e suas formas de tratamento

A notícia de que a atriz Demi Moore chegou a perder os dois dentes da frente por conta de crises de stress deixou muita gente surpresa! Será que esses picos de nervosismo e ansiedade são capazes de interferir tanto assim na nossa saúde? Segundo dentistas, o estresse acumulado é um dos fatores que podem levar à queda dentária em adultos, ainda mais se as crises estiverem associadas a doenças como periodontite e gengivite.

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(Imagem: Divulgação)

Esse sintoma nada comum do stress me deixou intrigada. Afinal, que outras consequências a ansiedade em nível máximo pode causar? Segundo o neurologista Paulo Alves Junqueira, a lista de sintomas é enorme, afetando não apenas nosso físico, mas o psicológico também. Dá uma olhada.

Sintomas psicológicos:
– Preocupação que não são proporcionais ao impacto do evento
– Incapacidade de relaxar, inquietação e sensação de nó na garganta
– Dificuldade em se concentrar, ou a sensação de que sua mente “dá um branco”
– Preocupação excessiva
– Tensão na hora de tomar decisões por medo de errar
Dificuldade em lidar com incerteza ou indecisão
– Irritabilidade

Sintomas físicos:
– Cansaço excessivo
Tensão muscular ou dores musculares
– Tremor
– Problemas para dormir
– Suor excessivo
– Náuseas, diarreia ou síndrome do intestino irritável
Dores de cabeça
Queda de cabelo em grande quantidade
– Erupções na pele
– Enfraquecimento dos dentes
– Aparecimento de manchas e hematomas
– Menstruação desregulada

Dá pra acreditar? É claro que todos nós temos momentos de stress do dia-a-dia, seja por problemas no trabalho, crise na relação, doença na família. Paulo Junqueira explica, entretanto, que esse pico de ansiedade merece atenção quando nossas preocupações causam grande sofrimento nas áreas sociais, ocupacionais ou profissionais da sua nossa vida. “Se o seu stress passar a interferir no seu trabalho, relacionamentos e se você notar que se sente deprimida e passa a ter problemas mais graves como consequência dessa ansiedade (como o abuso de bebidas alcoólicas, por exemplo), é imprescindível procurar ajuda médica”, diz.

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(Imagem: Thinkstock)

Quando procurar um médico
O stress tem lá suas vantagens. É ele que nos faz ficar mais ligadas ao que nos cerca e aumenta nossa capacidade de foco, concentração e até reação.  Os transtornos de stress e ansiedade, entretanto, diferem dos sentimentos normais de nervosismo e envolvem medo ou ansiedade excessivas, aí vale a pena procurar um especialista a fim de diagnosticar qual o melhor tratamento pra você, seja apenas com acompanhamento psicológico ou até mesmo com a ajuda de remédios como calmantes e anti-depressivos.

Diagnóstico e tratamento
O primeiro passo é ver seu médico para garantir que nenhum problema físico esteja causando os sintomas citados no começo dessa matéria. Se eles forem resultados de uma crise de stress, um profissional de saúde mental é o mais indicado para trabalhar com você no melhor tratamento. “Infelizmente, muitas pessoas com transtornos de ansiedade não buscam ajuda. Elas não percebem que têm uma doença que possui tratamentos efetivos. Embora cada transtorno de ansiedade tenha características únicas, a maioria responde bem a dois tipos de tratamento: psicoterapia e medicamentos”, explica o dr. Paulo Junqueira.

A terapia cognitivo-comportamental (TCC), também pode ajudar até as mais estressadas a aprender uma maneira diferente de pensar, reagir e se comportar para se sentir menos ansiosa. “Os medicamentos não curarão transtornos de ansiedade, mas podem dar alívio significativo dos sintomas”, complementa o especialista.

E que tal incluir na sua rotina exercícios regulares de meditação? Eu melhorei muito desde que comecei a fazer meditação. Faço todos os dias pela manhã, antes de pegar no celular pra checar emails, redes sociais….Dr. Paulo Junqueira garante que técnicas de respiração se mostram eficazes no tratamento de stress e são geralmente recomendados. “Grupos de apoio também são muito positivos, já que oferecem uma oportunidade para compartilhar experiências e estratégias de enfrentamento. Aprender mais sobre os gatilhos do seu stress e ansiedade e ajudar a família e amigos a entender melhor como essa doença funciona pode ser útil na melhora da qualidade de vida não apenas sua, mas daqueles que a cercam”, explica.

Ah, e evite a cafeína! Ela pode piorar os sintomas, assim como o uso de outros medicamentos controlados que devem ser analisados se começarem a apresentar como efeito colateral qualquer um daqueles sintomas listados anteriormente.

Vamos tentar desacelerar um pouco?

Bjs,
Fabi Scaranzi

12 dicas para vencer a timidez de uma vez por todas

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Quem não tem problema de timidez pode achar até bonitinho essa vergonha toda, mas só quem sofre desse mal sabe que a timidez não é nem de longe um truque para ser “fofa e meiga”. Pelo contrário, ela pode fazer um estrago danado, tanto nas relações sociais, quanto no ambiente corporativo, principalmente quanto a pessoa tímida em questão se sente fragilizada, insegura e se isola com frequência.

Sabia que uma a cada dez pessoas sofre de timidez e ansiedade crônica? Se você faz parte desse grupo que já fica vermelha, sua frio e começa a gaguejar só de pensar em dirigir uma palestra ou ser apresentada à novos colegas, aqui vai uma boa notícia: pesquisadores dos Estados Unidos descobriram 12 formas eficientes de vencer a timidez definitivamente, você só precisa ter paciência e vontade de mudar suas próprias atitudes.

1. Não faça propaganda
As pessoas acreditam que, ao revelarem seus problemas de timidez, serão facilmente poupadas de se exporem em público. Entretanto, o estudo revelou que o melhor é guardar esse traço da sua personalidade só pra você. Quem te conhece já sabe que você não gosta de “aparecer”, e quem está te conhecendo agora, talvez nunca tenha a oportunidade de notar. Afinal, a timidez não é uma característica tããão visível quando você pensa!

2. Saia das sombras
Se alguém tocar no assunto ou se uma situação surgir e sua timidez vir a tona, tente manter o tom casual. Mesmo que ela se torne parte de uma discussão, fale sobre seu problema de ansiedade despreocupadamente e admita que prefere ser uma telespectadora do que ter os holofotes todos sobre você.

3. Camufle suas reações
Se você é daquelas que sente o rosto arder só de notar todos os olhares em você, não confesse que a reação é consequência da sua timidez. O estudo garante que o melhor é recorrer a um plano B e dizer de forma casual que você sempre foi de corar facilmente. Afinal, uma situação desconfortável sempre aumenta a atenção dada à você e é exatamente isso o que você não quer!

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4. Evite o rótulo
Não rotule a si mesma como tímida – ou como qualquer coisa que envolva “ansiedade” ou “fobia social”. Deixe-se ser definida como uma mulher única e sem igual. Não é uma característica da sua personalidade que vai definir você. Você é muito mais do que isso!

5. Pare de se auto sabotar
Às vezes, nós realmente somos o nosso pior inimigo. Não permita que seu senso crítico te coloque para baixo. Em vez disso, procure analisar o poder da sua voz interior para que possa desarmar suas fraquezas.

6. Conheça os seus pontos fortes
Faça uma lista de todas as suas qualidades – vale até pedir ajuda aos amigos e parentes para descobrir pontos positivos que você nem sequer havia notado que tinha. Mantenha essa lista sempre por perto e leia-a em voz alta sempre que se sentir insegura. Isso vai ajudá-la a lembrar o quanto você tem a oferecer ao mundo. Go, girl!

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7. Escolha relacionamentos com cuidado
As pessoas tímidas tendem a ter menos, mas mais profundas amizades – o que significa que a sua escolha por amigos ou parceiro é ainda mais importante. Abra espaço para pessoas encorajadoras, calorosas e proativas. Com o tempo, elas vão forçar você a vencer barreiras tão naturalmente que você mal vai perceber.

8. Evite provocações
Todo mundo tem no seu círculo aquele amigo que adora fazer um comentário cruel ou piada sarcástica, mesmo sem perceber o mal que podem estar causando. Mesmo que seja difícil – afinal, amigo é amigo, né? – mantenha uma distância saudável dessas pessoas, pelo menos por um tempo. Por exemplo: se você sem uma apresentação importante para fazer daqui a três meses, afaste-se dessa pessoa que você colocando uma capacidade a prova pelo menos até a data. Depois que a apresentação passar, vá retomando a amizade aos poucos, mas imponha limites.

9. Observe com cuidado
Para não ser tão rigorosa com você mesma, crie o hábito de observar as pessoas a sua volta, mas sem fazer muito alarde. Aos poucos, você vai perceber outras pessoas que estão sofrendo com seus próprios sintomas de insegurança e que sua timidez não é tão incomum quanto você pensa. Você não está sozinha!

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10. Um momento ruim não significa um mau dia
Pessoas tímidas tendem a gastar muito tempo avaliando suas próprias atitudes e reações, então fica fácil distorcer experiências e pensar que sua timidez arruinou um evento inteiro, quando, provavelmente, aquela sua pequena crise interna não chamou a atenção de quase ninguém, só de você.

11. Desligue sua imaginação
De acordo com a pesquisa americana, pessoas tímidas muitas vezes sentem aquela nuvem de desaprovação ou rejeição, mesmo quanto ela não existe. As pessoas provavelmente gostam de você muito mais do que você se dá crédito. Pare de imaginar tanta negatividade, menina!

12. Dê nome às suas inseguranças
Hora de fazer mais uma lista, dessa vez com tudo aquilo que te deixa nervosa, preocupada e que traz à tona sua timidez. Depois, é só se planejar para eliminá-las uma a uma, não importa quanto tempo leve. Você consegue.

Agora, se você seu acanhamento ocorrer com grande frequência e com muita intensidade ou se a sua timidez for se tornando uma fobia social, que te impede até mesmo de sair de casa e conviver socialmente, o melhor é sempre procurar ajuda profissional para identificar suas causas e escolherem juntos a melhor forma de trata-las.

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

Fim da ansiedade! Pesquisa revela como dar fim a esse mal

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Sabe aquele friozinho na barriga, mãos suando frio, e borboletas no estômago que a gente normalmente sente antes de uma apresentação importante, de pegar o resultado de um exame ou até mesmo fazer uma prova? O nome disso é ansiedade! E essa sensação normalmente vem quando estamos prestes a encarar uma situação nova e desafiadora.
Se para alguns, ela tem seu lado positivo, já que força a pessoa a ficar atenta e com o radar ligado, para outras ela ocupa um papel importante no dia-a-dia – e muitas vezes até negativo!
Para quem sofre com o mal da ansiedade, uma boa notícia: cientistas querem descobrir como “desligar” essa sensação em nosso corpo e parecem já estar perto de desenvolver uma solução definitiva para esse mal.

Entendendo a pesquisa
Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte descobriram a pouco tempo que algumas proteínas presentes no nosso cérebro, chamadas KORs, podem ser a resposta para essa sensação de nervosismo e mal-estar. Segundo o estudo, essas proteínas seriam responsáveis por diversas doenças mentais, inclusive o transtorno de ansiedade.
Os cientistas explicaram que as KORs têm a função de liberar o neurotransmissor glutamato, que está ligado a dor e às alterações de humor. Está difícil de entender? Eu ajudo! Essas proteínas agem como um interruptor que libera ou não a saída do glutamato para o resto do corpo. E controlar essa liberação é a chave que faltava para “desligar” a ansiedade em nosso organismo.

O lado negativo
Infelizmente, a pesquisa traz alguns prejuízos já que os cientistas ainda não sabem quais os efeitos secundários em mexer nessas proteínas. Não podemos negar que é graças a sensação de ansiedade que nos tornamos mais atentas e aumentamos nossos reflexos diante de uma situação de perigo, preparando nossa cabeça, inclusiva, para o que pode acontecer em seguida. Por isso, manter aquele bolo no estômago diante de uma situação desconhecida, nem sempre é tão ruim.
Mesmo assim, estima-se que mais de 40 milhões de pessoas sofram com transtornos de ansiedade em todo o país. Então, se a descoberta der mesmo certo, será possível tratar os casos mais sérios da doença, aumentando, inclusive, a qualidade de vida dos ansiosos.

Bom, né? E você, se considera uma pessoa ansiosa?

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

Ansiedade. Quais os sintomas, causas e tratamentos

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(Imagem: mediabakery.com)

Ser ansiosa tem lá suas vantagens! Uma leve dose de ansiedade é capaz de preparar você para futuros apuros, além de evitar certas situações perigosas para si e para todos aqueles a quem você faz questão de proteger. Entretanto, o desequilíbrio entre a quantidade e a velocidade de pensamentos ansiosos e de sentimentos de preocupação, ou medo, podem resultar em transtornos psiquiátricos para lá de preocupantes. “Estes transtornos são diagnósticos clínicos, reconhecidos pela academia científica internacional em áreas como psiquiatria e outras especialidades clínicas, como psicologia e neurociência”, explica Arthur Guerra, médico psiquiatra e professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Exemplos facilmente encontrados nos consultórios são: o transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade generalizada, stress pós-traumático e fobias, social e específicas, com sintomas que variam para cada condição.

Cada vez mais comum, a ansiedade é vista como um problema generalizado e, por isso, são poucos os pacientes que procuram um profissional de saúde em busca de ajuda. Não encare como natural se ele persistir. “É essencial realizar o que chamamos de diagnóstico diferencial, ou seja, avaliar se estamos realmente falando de ansiedade ou de algum outro sintoma psiquiátrico que seja percebido pelo paciente como tal. Isso porque, muitas vezes, outros estados de humor se assemelham a sintomas ansiosos, mas necessitam de tratamentos diferentes”.

Por que ficamos tão ansiosas?

Dr. Arthur Guerra explica os transtornos de ansiedade (que vão muito além de um momento ou outro de nervosismo e preocupação), são causados pela interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais, além da vulnerabilidade genética, que interage com situações de stress para produzir as síndromes. “Fatores genéticos influenciam de forma importante o risco para muitos transtornos de ansiedade, enquanto fatores ambientais, como trauma na infância, rotina maçante, agenda atribulada e múltiplas funções, tanto no ambiente familiar, quanto profissional, podem contribuir para o risco dos sintomas na fase adulta”, ressalta.

É por isso que algumas pessoas se mostram mais resistentes ao stress, ou até mesmo resilientes – com uma facilidade maior de se reerguer diante de situações que geram nervosismo e tensão. “Pessoas mais vulneráveis ao stress apresentam mecanismos de defesa menos adaptados, sendo constantemente “agredidas” pela interação entre genes e ambiente, podendo levar a crises de ansiedade constante”, diz Dr. Arthur.

Sintomas da doença

Durante uma crise de ansiedade, é comum apresentar os sintomas abaixo. Fique atenta e avalie se você apresenta dois ou mais sintomas quando se você encontra em momentos de stress e tensão:

– Alteração de humor

– Comprometimento da memória

– Insônia

– Perda de apetite

– Queda da libido e desempenho sexual

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(Imagem: mediabakery.com)

Enfim, a cura

Assim como a síndrome do pânico, o tratamento de transtorno de ansiedade pode ser tratado a partir da combinação da terapia à base de remédios + psicoterapia.

Tratamento à base de remédios:

Para tratar distúrbios de ansiedade, os antidepressivos são os remédios mais indicados. Medicamentos ansiolíticos como benzodiazepínicos, conhecidos como “calmantes tarja preta” podem ser utilizados com eficácia por períodos determinados de acordo com cada caso. Mas segundo o dr. Arthur, são especialmente eficazes em situações de ansiedade aguda, ou seja, em que os sintomas acontecem de forma rápida e intensa. “Vale lembrar que estes medicamentos podem induzir quadros de dependência, por isso é sempre recomendado o acompanhamento com especialista”, alerta.

Tratamento psicológico:

A terapia comportamental e a cognitivo-comportamental têm mostrados grandes resultados. Em muitos casos, o tratamento busca abordar pontos da história do paciente, realizando exercícios de autoconhecimento e avaliação de sintomas e fantasias apresentadas. Decidir qual tratamento (ou combinação de tratamentos) é melhor para cada paciente, depende de uma entrevista cuidadosa.

O resultado do tratamento e determinado por vários fatores, incluindo:

– Gravidade do diagnóstico

– Nível de funcionamento antes do início dos sintomas

– Grau de motivação para o tratamento

– Nível de apoio familiar, de amigos, colegas de trabalho

– Habilidade para cumprir os horários de medicação ou regime psicoterapêutico

É melhor prevenir

Praticar exercícios físicos e técnicas de respiração regularmente se mostram eficazes no tratamento de ansiedade e são geralmente recomendados. Entretanto, o comprometimento de quem sofre de crises de ansiedade vez ou outra com esse tipo de exercício precisa ser total.

O abuso de álcool, cigarros, calmantes e drogas ilícitas também aumentam as chances de manifestação do transtorno, portanto é fundamental manter um estilo de vida saudável e longe de vícios. “Pessoas que apresentam dificuldades em controlar o uso de qualquer substância podem – e devem! – se beneficiar do tratamento de ansiedade para melhorar a qualidade de vida”, diz Arthur.

Ótimas informações pra gente compartilhar com as amigas, né? Controlar a ansiedade  é possível, sim. É só buscar ajuda e seguir o tratamento indicado… a começar pela atividade física, alimentação saudável e sua determinação por uma vida de menos estresse e mais qualidade.

bjs pra vcs,
Fabi Scaranzi

Como identificar se você está com fome ou com vontade de comer?

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(Photo by Rod Long on Unsplash)

Essa história você certamente já conhece. Algo deu errado no trabalho, alguém querido está doente, enfim, um fator externo abala as estruturas psicológicas, em maior ou menor grau.

Eis que, sem pensar, a pessoa devora uma pizza tamanho família ou fica beliscando doces o dia inteiro. É tão automático que parece até que o próprio indivíduo não se dá conta, mas se permite o direito de esmagar aquele mal-estar com algumas barras de chocolate.

O chocolate, aliás, é o maior representante dos comfort foods, alimento bastante procurado para aliviar uma situação emocionalmente desconfortável. Nessas horas, os carboidratos tendem a cair muito bem, já que facilitam a síntese do neurotransmissor serotonina, que, no cérebro, promove a sensação de bem-estar.

O problema é que esse misto de emoções pode levar a um estresse crônico, que, é altamente tóxico para o nosso organismo, pois hormônios como cortisol, adrenalina e noradrenalina são liberados e, em longo prazo podem trazer algumas consequências desagradáveis.

O cortisol, especialmente, causa o maior estrago. Ele faz o organismo armazenar triglicérides, uma gordura que altera a os receptores de insulina, impedindo que o hormônio se encaixe como deveria – essa condição, chamada de resistência insulínica, é um dos estopins para o diabetes…

Por isso, a maneira como reagimos às emoções e problemas do cotidiano também ditam o ritmo com que o nosso corpo funciona e a mensagem que queremos deixar aqui é clara: procure se policiar nesses momentos, afinal, comida não é calmante. Gente, fome da alma nenhuma comida acalma!