O que você pode aprender com a mentalidade mamba de Kobe Bryant

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(Imagem: reprodução/si.com)

No dia 26 de janeiro o esporte mundial sofreu uma grande perda. O ex-jogador de basquete Kobe Bryant foi vítima de um acidente fatal de helicóptero em Calabasas, na Califórnia, junto com sua filha Gigi de 13 anos, o piloto e outros seis passageiros.

Muito mais do que um astro da NBA, Kobe era conhecido por seu humor e personalidade, e deixa um legado que vai além dos seus números dentro de quadra. Bryant também era autor, chefe de seu próprio estúdio de mídia, filantropo, sócio de uma empresa de capital de risco, marido e pai de quatro meninas.

O segredo para o sucesso dentro e fora das quadras? Um estilo de vida criado pelo próprio Kobe Bryant, que ele chamava de “mentalidade mamba”.

Mentalidade mamba: o início
Como toda boa ideia, a mentalidade mamba de Kobe Bryant surgiu de uma necessidade. Ao enfrentar uma fase ruim em sua carreira e vida pessoal, o jogador decidiu criar um alter-ego e assim surgiu o apelido “The Black Mamba”, uma referência à perigosíssima cobra mamba do filme “Kill Bill” de Quentin Tarantino.

“Eu fui de uma pessoa que estava no topo, para um ano depois, não ter absolutamente nenhuma ideia de para onde minha vida estava indo”, disse o jogador em Muse, documentário sobre sua história. “Parecia que tudo estava acontecendo ao mesmo tempo e eu estava muito confuso. Eu tive que parar e me organizar. E foi aí que criei o ‘The Black Mamba'”, contou.

E não é que deu certo? Esse estilo de vida “matador” e que colocava o suor, a determinação e a força de vontade como pilares principais para cada um dos objetivos que se propunha a cumprir, deram a Kobe uma melhoria contínua dentro de uma filosofia inovadora.

Entendendo a mentalidade mamba
A fórmula de sucesso do Kobe Bryant uniu alguns fatores determinantes: a vontade de ser melhor a cada dia e buscar resultados constantes, ao mesmo tempo em que ajudava a elevar o nível dos seus colegas de equipe. Afinal, tanto na vida, quanto no esporte, não se ganha sozinho.

“A mentalidade mamba é focar no processo e confiar no trabalho árduo quando mais importa”, disse ele à Amazon Book Review. “É o mantra definitivo para o espírito competitivo. Começou exatamente como uma hashtag que chegou até mim um dia e se transformou em algo que atletas – e até não atletas – abraçam como uma mentalidade.”

“O trabalho duro supera o talento – sempre”, continuou ele. “A mentalidade mamba é levantar para treinar as quatro da manhã; é fazer mais do que o oponente ao seu lado e confiar no seu trabalho quando chegar a hora de coloca-lo em prática. Sem estudar, se preparar e praticar, você está deixando o resultado para o destino. Eu não acredito em destino.”

Em outras palavras, a mentalidade mamba nada mais é do que tentar melhorar a cada dia e, principalmente, acreditar que você é capaz de superar os próprios limites.

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(Imagem:  Highsnobiety / Neil Bedford)

Mentalidade mamba x O sucesso do Kobe Bryant
A mentalidade mamba se tornou um fenômeno tão grande que Bryant escreveu um livro sobre o assunto. Em “The Mamba Mentality: How I Play”, o jogador explica detalhes sobre essa filosofia, conta sobre as lições que aprendeu vivenciando o fracasso e como a obsessão o ajudou a chegar ao topo.

“Se você quer ser ótimo em uma área específica, precisa ficar obcecado por isso. Muitas pessoas dizem que querem ser ótimas, mas não estão dispostas a fazer os sacrifícios necessários para alcançar a grandeza. Eles têm outras preocupações, importantes ou não, e se dispersam”, disse.

Acredite, o sucesso de Kobe Bryant foi muito além de um dom ou habilidade natural. Ele era o primeiro a aparecer nos treinos, às vezes machucado e muitas vezes antes que as luzes do ginásio acendessem. Ele chegava cinco horas antes do treino começar e se recusava a parar de treinar enquanto não alcançasse o objetivo estabelecido.

Fora da quadra, o emprenho era o mesmo. Bryant era conhecido por ligar e mandar mensagens para empreendedores bem sucedidos – muitas vezes às 3h da manhã – para compartilhar uma ideia ou pedir um conselho. Com tanto empenho, não demorou até que ele fundasse a sua própria empresa de mídia e que a sua produção de um pequeno documentário animado ganhasse um Oscar – o principal prêmio do cinema mundial.

Como incluir a mentalidade mamba na sua realidade
Além da obsessão, da vontade de ser cada vez melhor e de superar seus próprio limites, um ponto importante da mentalidade mamba que cabe para todas nós, atletas ou não, é a importância de aceitar o fracasso como parte de um complexo processo de aprendizado. Tenha em mente que o fracasso é inevitável, mas pode nos ensinar mais sobre como sermos melhores do que as nossas próprias vitórias.

“Se eu queria implementar algo novo no meu jogo, eu tentava incluir aquele passe, jogada ou estratégia imediatamente. Eu não tinha medo de perder, fazer papel de bobo ou ficar envergonhado. Isso porque eu sempre busquei o resultado final, o sucesso a longo prazo. Eu sempre me concentrei no fato de que precisava tentar algo para chegar onde eu queria e, uma vez que conseguisse, teria mais uma ferramenta no meu arsenal”, disse o astro no documentário Muse.

Ou seja, se você quiser melhorar ou aprender algo novo, é muito capaz que você falhe nas primeiras tentativas. Mas, através da repetição e do esforço continuo, você vai acabar evoluindo. E é somente quando você entende esse processo de crescimento, que o fracasso se torna uma ferramenta essencial para melhorar a si mesma.

Agora, é com você! Em que áreas da sua vida VOCÊ pode aplicar a mentalidade mamba? Pare para pensar um segundo:

> Existem áreas em que você é boa e que pode vir a se tornar a melhor se treinar, se especializar e ir mais a fundo?
> Você é capaz de aumentar o foco, o esforço e a dedicação necessária para chegar onde deseja?
> Será que o medo do fracasso e a vergonha não estão inibindo a sua busca pelo sucesso?

Se a resposta for SIM para pelo menos duas das perguntas acima, fica aqui mais alguns motivos para se espelhar em Kobe Bryant: algumas das frases mais marcantes do jogador, que demonstram que a competitividade e a busca por excelência são capazes de te levar aonde você quiser. Inspire-se!

“Quanto mais tempo eu treinar, mais distante eu fico dos concorrentes. Assim, eles não serão capazes de recuperar a diferença”

“Você precisa buscar ser a melhor versão de si mesmo. Todos os dias você vai tentar se tornar melhor. É uma missão constante. Uma missão infinita”

“Você recebe mais informações quando perde do que quando ganha. Mas não esqueça que as respostas também estão na vitória. Você só precisa olhar para elas. Descobrir coisas que você fez bem e que funcionaram”

“Quando eu era mais novo eu queria ser melhor que todos, mas a partir do momento que fui ficando mais velho eu comecei a pensar como eu poderia ajudar meus colegas de equipe a serem melhores do que eles mesmos”

“Como você inspira os outros a encontrarem a si mesmos é que é a verdadeira vitória”

Kobe Bryant partiu cedo, mas seu legado permanece. Seja através do impacto da sua mentalidade positiva e persistente, ou do seu bom humor e humildade, uma coisa é certa: ele sempre será um modelo de dedicação, determinação e excelência.

Bjs,
Fabi Scaranzi

Preparo mental: como não deixar o medo e o nervosismo tomarem conta!

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Não é novidade que o medo desencadeia algumas reações bem negativas, como a fuga, a insegurança e a ansiedade. Não importa o quanto estamos preparadas para uma situação nova, o medo do desconhecido causa reações de defesa, inclusive no nosso corpo. Já notou como, minutos antes de uma apresentação ou reunião importante, nosso coração acelera, as mãos suam frio, o estômago fica embolado?

Como já disse aqui no site, o estresse e a adrenalina podem ser bem positivos, afinal, além de darem um up na nossa energia e entusiasmo, eles nos deixam mais alertas para reagir rapidamente a qualquer emergência.

Entretanto, quando o medo parece dominar nossas reações e até abalar a nossa autoconfiança, é preciso nos prepararmos mentalmente para não deixarmos o nervosismo tomar conta. Como? Eu ensino abaixo:

1. Medite por alguns segundos antes de se apresentar. Dessa forma, você recupera a concentração e não corre o risco de perder o foco no real objetivo da sua mensagem.

2. Repita para si mesma o principal objetivo da sua apresentação. E volte para ele sempre que sentir a ansiedade e o nervosismo se aproximando.

3. Crie mantras especiais pra você. Repetir frases como “EU CONSIGO FAZER ISSO” ou “MINHA MENSAGEM É IMPORTANTE” algumas vezes antes de começar sua apresentação ajuda a recuperar seu foco e diminuir a ansiedade.

4. Faça exercícios de respiração. Expire e inspire fundo 10 vezes, puxando o ar pelo nariz e soltando pela boca.

5. Caminhe. Caminhar ajuda a liberar a adrenalina acumulada no corpo.

6. Pratique o “tapping”. Também chamada de Terapia de Liberação Emocional, na técnica, você usa os dedos para aplicar pressão em alguns pontos dos meridianos, com o objetivo de desbloquear e estimular o sistema energético do corpo e mente.

7. Se permita ser vulnerável. Ao expor suas inseguranças para o público você gera uma aproximação natural entre vocês e torna sua apresentação mais “humana”.

8. Procure um amigo na plateia. Assim que começar sua apresentação, procure dois ou três rostos conhecidos ou que pareçam simpáticos e dirija sua apresentação à eles, sempre olhando de um para o outro. Esse “incentivo” traz uma sensação quase que instantânea de calma e segurança.

9. Tenha um plano B. Se sentir que as coisas podem dar errado, mantenha um roteiro ou rascunho ao alcance das mãos e compartilhe com a plateia alguma história pessoal que possa exemplificar a mensagem que está passando. Dessa forma, você aumenta a sensação de aproximação e deixa sua apresentação mais informal e acalorada.

10. Revise seu discurso e mensagem. Ao treinar uma última vez a sua apresentação sem a ajuda de rascunhos ou outros recursos visuais, você descobre o quanto domina o assunto e percebe que o medo é um sentimento irracional que não merece espaço.

Dicas anotadas?

Bjs,
Fabi Scaranzi

Insegurança: Não deixe que ela sabote seu futuro profissional

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Você já parou para pensar que nunca tivemos tantas mulheres universitárias, informadas, preparadas em quase todas as áreas, tanto quanto os homens, mas que ainda somos absoluta minoria nas posições chaves de grandes multinacionais, dos governos e de projetos avançados? E já se perguntou o porquê disso?

Pense no seu próprio exemplo. Na sua área de atuação e de trabalho. Você acha que hoje ocupa uma posição que equivale ao seu conhecimento, experiência, capacidade e dedicação? Se sim, a pergunta é: e por que parou por aí? Se não, a pergunta é: o que a impede de mostrar que você é capaz e está pronta para muito mais?

Em ambos os casos é claro que existem as implicações de algumas posturas ainda machistas regendo elencos de altas cúpulas, a diferenciação salarial e coisas do gênero, aliás diretamente ligadas ao gênero… Mas será que você, mulher, profissional, tem se posicionado com segurança em relação a realmente querer novos desafios e provar do que é capaz por mérito próprio?

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Levantei essa série de questionamentos quando soube da nova mundial feita pela multinacional de tecnologia HP sobre o mercado de trabalho feminino e as conclusões às quais a pesquisa chegou. A mais importante revela que as mulheres são mais inseguras que os homens. Que por mais que a empresa se empenhe em estimular o desenvolvimento e capacitação femininas, e por mais que elas própria se preparem, elas ainda hesitam na hora de provar para si mesmas e para a empresa (que espera resultados), que ao final dessa aposta, ela será capaz e eficiente. Ou seja, em muitos casos, inconscientemente, elas se sabotam, por falta de confiança e perdem inúmeras oportunidades de crescer.

Quem também se interessou por essa insegurança foram as americanas Claire Shipman e Katty Kay, autoras do livro The Confidence Code (O Segredo da Confiança). Em entrevista, Katty contou que elas conheceram algumas mulheres em cargos poderosos e sentiram que mesmo quando estavam no auge, não tinham certeza de que mereciam estar ali. “As mulheres dizem que deram sorte de chegar onde chegaram, coisa que os homens raramente diriam, isso nos levou a questionar se as mulheres eram de fato menos confiante e depois de muitas conversas e pesquisas, concluímos que sim”, revela.

Alguns fatores físicos e psicológicos são apontados como causadores desse comportamento. Os hormônios, por exemplo têm muito a ver com isso. Cientistas descobriram que a atuação do estrogênio (principal hormônio feminino) no cérebro faz com que as mulheres tenham mais facilidade em criar laços e conexões e mais dificuldade para discordar e correr riscos — essas últimas atitudes são, muitas vezes, necessárias para aumentar a confiança. Há ainda a facilidade feminina em ativar a amígdala cerebral -parte fundamental do sistema límbico, que controla as emoções. Isso resulta em gastar muito tempo remoendo os erros do passado e temendo o futuro: coisa rara no universo masculino.

Se quiserem alçar vôos maiores, as mulheres vão ter que parar de pensar tanto e agir mais: só assim, serão mais confiantes. “Viver numa zona de conforto pode se tornar monótono e triste. Portanto, ajam. A ação separa os tímidos dos ousados”, dizem Claire e Katty em um trecho do livro. Claro que é importante ponderar sobre o que fazer e sobre os riscos atrelados a cada passo — desde que isso não paralise a tomada de decisão.

Uma pesquisa feita pela consultoria McKinsey com mais de 1 000 pessoas mostra que, enquanto 86% dos homens acreditam que chegarão a ocupar um cargo executivo, apenas 69% das mulheres dizem o mesmo. Outro levantamento, da consultoria Bain&Company, revela que, quando mulheres ingressam no mercado, metade aspira a um cargo de alta gerência. Após cinco anos, só 16% delas têm a mesma ambição, enquanto 34% dos homens acreditam que chegarão lá. A falta de confiança pesa, mas há outro problema: por achar que têm a obrigação de dar conta, sozinhas, de todas as responsabilidades profissionais e domésticas, as mulheres recuam quando se veem diante de uma promoção. Conciliar a vida pessoal com a carreira é mais um fator que aumenta a insegurança feminina.

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Apesar de estudos mostrarem que mulheres em cargos de liderança contribuem mais para o sucesso das empresas (quando compõem os conselhos de administração, trazem para as companhias um lucro bruto 48% superior), elas ainda se sabotam. De onde então brota essa maldita autocrítica que as leva à estagnação?  Talvez esse seja um dos muitos motivos por que as mulheres são exceção no alto escalão das empresas.

E então? Não está na hora de virarmos esse jogo? Afinal somos maioria e temos agido timidamente, como se os séculos de desigualdade tivessem deixado cicatrizes que nos impedissem de ir além, mesmo quando as portas estão abertas… Não tenha medo! Confie mais em você e em todo o investimento que já fez para poder dizer SIM a cada novo desafio.

bj pra vcs
Fabi Scaranzi

Síndrome da Impostora: descubra o que é e como lidar com ela

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(Imagem: Shutterstock)

Se constantemente você sente que não merece todos os méritos e realizações que já conquistou, se tem vergonha de se expor e acha que nunca tem nada de verdadeiramente importante para contribuir, seja numa conversa com amigos ou em uma reunião de trabalho, você sofre da Síndrome da Impostora.

De acordo com um artigo publicado no International Journal of Behavioral Science, estima-se que 70% das pessoas experimentam esses tais sentimentos impostores em algum momento da vida. E mais: a Síndrome da Impostora afeta todos os tipos de pessoas, de todas as classes sociais e meios de atuação: mulheres, homens, estudantes, gerentes, empreendedores, funcionários, freelancers, executivos…

Mas, afinal, o que é a Síndrome da Impostora?
A pessoa com Síndrome da Impostora sofre constantemente com um misto de sentimentos negativos que vão desde insegurança, baixa autoestima e complexo de inferioridade, até perfeccionismo, apreensão, ansiedade e medo de ser descoberta e exposta. A Síndrome foi identificada pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas americanas Pauline Rose Clance e Suzanne Imes, que comprovaram, inclusive, que são as mulheres quem mais sofrem de pensamentos autodestrutivos.

No livro “The Secret Thoughts of Sucessful Women”, ou “Os Pensamentos Secretos das Mulheres Bem-sucedidas”, em tradução literal, a autora Valerie Young, qualificou quais são os perfis psicológicos que mais experimentam os sentimentos da Síndrome da Impostora. Dá uma olhada!

> O “perfeccionista” – são aquelas pessoas que estabelecem expectativas extremamente altas para si mesmas e, mesmo que atinjam 99% de suas metas, continuam se sentindo fracassadas. Qualquer pequeno erro as faz questionar sua própria competência.

> O “especialista” – sentem a necessidade de conhecer todas as informações antes de iniciar um projeto e procuram constantemente novas garantias ou treinamentos para aprimorar suas habilidades. Essas pessoas não se candidatam a um emprego se não atenderem a todos os critérios descritos na vaga e podem hesitar em fazer uma pergunta durante uma reunião no trabalho, por exemplo, por medo de parecer estúpida por não saber a resposta.

> O “gênio natural” – são pessoas que não se acham bons o suficiente simplesmente por precisarem lutar ou trabalhar duro para realizar algo. Elas estão acostumadas com trabalhos “fáceis” e automáticos e, quando precisam se esforçar para realizar uma tarefa, seus cérebros automaticamente lhes dizem que elas são uma farsa e que não merecem reconhecimento.

> O “solitário” – sentem que precisam realizar tarefas por conta própria e, ao se verem precisando de ajuda, concluem que são um fracasso ou uma fraude.

> O “super-homem” ou “super-mulher” – se esforçam para trabalhar mais do que qualquer outro colega ao seu redor simplesmente para provar que não possuem pensamentos autodestrutivos.  Essas pessoas sentem também uma necessidade constante de ter sucesso em todos os aspectos da vida e podem se sentir estressados quando deixam de alcançar uma meta.

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(Imagem: Shutterstock – Ilustração GoodStudio)

Sintomas da Síndrome da Impostora

A Síndrome da Impostora nada mais é do que alimentar a ideia de que você só tem sucesso, seja na carreira ou dos relacionamentos interpessoais, por pura sorte, e não por causa do seu talento ou qualificação. Alguns sintomas dessa desordem psicológica você confere abaixo!

1. Necessidade de se esforçar demais
2. Autossabotagem
3. Adiar tarefas
4. Medo de se expor
5. Constante comparação com colegas
6. Necessidade de agradar os outros o tempo todo
7. Duvidar da própria capacidade ou do merecimento por certas conquistas

Por que as pessoas experimentam a síndrome do impostor?
É impossível dar uma resposta única, uma vez que ela pode estar tanto ligada a traços da nossa personalidade, como a ansiedade, até a memórias da infância, como sentimentos de inferioridade por não alcançar notas altas na escola ou a constante comparação com os irmãos, por exemplo. Resultado? Desde pequenas essas pessoas aprendem que, para ser amado ou admirado, é preciso alcançar resultados e se superar constantemente.

Fatores externos, como o ambiente de trabalho também pode desempenhar um papel importante no estímulo da Síndrome da Impostora, uma vez que ao sentir que você pertence a um grupo ou lugar, você ganha confiança. Quando não, você pode desenvolver quadros de estresse, depressão e ansiedade.

Síndrome da Imposta, como lidar?
Um dos primeiros passos para superar os sentimentos impostores é reconhecer que eles existem e o quanto eles te atrapalham, seja no trabalho, nas relações familiares ou no convívio com amigos e parentes.

Depois, tente reformular seus pensamentos, afinal a única coisa que difere quem sofre da Síndrome da Impostora e quem não sofre é a forma como essas pessoas respondem aos desafios da vida, aos problemas, as boas e más notícias.

Peça ajuda! Seja a de um amigo confiável ou de um profissional, escolha um mentor para compartilhar seus anseios e angústias e peça opiniões e conselhos sinceros.

Aceite os próprios defeitos e qualidades, e evite se comparar aos outros. Entenda a importância de não estabelecer metas inalcançáveis e reconheça não somente seus erros, mas também suas limitações e, principalmente, procure aprender com elas.

E, por fim, entenda que passar por um momento ou outro de dúvida sobre a sua capacidade é normal, o importante é não deixar que essas dúvidas controlem as suas ações.

Dicas anotadas?


Bjs,
Fabi Scaranzi

Comunicação x liderança! Aprenda como usar as palavras a seu favor!

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(Imagem: Shutterstock)

Sabia que já foi comprovado em pesquisa que a linguagem que usamos tem o poder de afetar nosso humor, mentalidade, resultados e realidade? É por isso que a comunicação é uma ferramenta completa… e complexa! Ela determina nossos sentimentos, nossas experiências de vida e, porque não, até mesmo nosso fracasso e sucesso.

Embora o contexto seja extremamente importante, as palavras que usamos são um papel importante na hora de buscarmos um determinado resultado, uma vez que elas dão apego emocional ou experimental a qualquer situação, história ou problema.

As palavras são tão poderosas que não só dão significado a nossa comunicação e mensagem, como causam um impacto direto aos nossos ouvintes. Quer alguns exemplos?

Você diz “DESCULPE”…. O outro assimila “FIZ ALGO ERRADO”
Você diz “NÃO SEI”…. O outro assimila “NÃO SOU CAPAZ DE…”
Você diz “ESPERO”… O outro assimila “VOU CONTAR COM O ACASO OU SORTE”
Você diz “ESTOU OCUPADO”…. O outro assimila “SEU PROBLEMA NÃO É IMPORTANTE”
Você diz “ESTOU ATRASADO”…. O outro assimila “SOU IRRESPONSÁVEL”

Algumas associações podem até serem um pouco diferentes, mas com certeza, a maioria é negativa. Por isso, se você sonha em se tornar uma boa líder, chefe ou gestora, aqui fica a minha dica: escolha as palavras certas e escreva com cuidado suas mensagens, e-mails e apresentações, principalmente se você busca aumentar:

* Engajamentos e relacionamentos
* Resultados a curto e longo prazo
* Mentalidade positiva e motivação da equipe

Esses cuidados, além de fortalecerem o espírito de colaboração dos seus funcionários, são capazes de mostrar o seu poder de liderança. Ao escolher palavras positivas, objetivas e de alto impacto, você:

* Se mostra uma profissional com capacidade de liderança
* Indica autoconsciência
* Demonstra gratidão e foco no crescimento
* Cultiva uma mentalidade positiva e um ambiente de trabalho saudável e seguro

Vale lembrar que não existem maneiras “certas” ou “erradas” de falar, mas sim algumas habilidades capazes de aprimorar o seu empoderamento.

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(Imagem: Shutterstock)

Aprenda a falar como uma lider
Abaixo, separei alguns exemplos simples pra você entender como criar mensagens positivas e motivacionais. Espia só!

Para expressar gratidão:
Não diga: “Por favor, desculpa minha falta de…”
Troque por: “Agradeço sua paciência por/com…”

Para expressar curiosidade, dúvida ou pedido de ajuda:
Não diga: “Desculpe, não entendi…”
Troque por: “Você pode me ajudar a entender melhor…”

Para demonstrar um interesse genuíno:
Não diga: “Espero que você esteja bem”
Troque por: “Como foi a sua reunião/apresentação?”

Para indicar liderança e hierarquia:
Não diga: “Estou muito ocupada”
Troque por: “Minhas prioridades agora são… Vamos discutir essa questão em um momento mais apropriado”

Para admitir um erro:
Não diga: “Desculpe por…”
Troque por: “Obrigada pela sua paciência, da próxima vez eu…”

Parece complicado fazer essas mudanças no começo, afinal algumas expressões parecem que já vão no “automático”, mas, acredite, ao tirar algumas palavras de vez do seu vocabulário, sua comunicação vai se tornar muito mais positiva, assertiva e eficaz.

Um último conselho: tome um cuidado extra ao usar cinco palavras bem “comuns”. Especialmente num papel de liderança, elas podem desencorajar (e muito!) a produtividade da sua equipe. São elas:

mas
experimentar
deve
– proibido
infelizmente

Esteja você na área de vendas, de chefia, atendimento ao cliente ou simplesmente querendo ser uma profissional mais produtiva e bem-sucedida, procure sempre demonstrar confiança e capacidade usando minhas dicas acima. Você vai sentir que pode chegar onde quiser muito mais rapidamente, e com muito mais autoconfiança. Pode acreditar!

Bjs,
Fabi Scaranzi

O que é impossível pra você?

Tive o prazer de conversar com o palestrante motivacional, Marcos Rossi e olha, que exemplo de superação, viu? Marcos, que nasceu com uma síndrome rara, é uma verdadeira inspiração para nossa autoconfiança! Quer saber como ele venceu suas limitações e como lida com os desafios da vida todos os dias? Aperte o play e confira!

Como superar um fracasso na carreira?

Você é daquelas que se sente frustrada e desmotivada diante de uma situação de erro ou fracasso? Acredite, é possível transformar sua falha na sua maior motivação.

Quer saber como superar um fracasso, especialmente na carreira? Aperte o play e confira as minhas dicas!

Como usar habilidades de comunicação para se autopromover

O ditado de que a propaganda é a alma do negócio, não é a toa. Para conquistar as pessoas ao seu redor e se destacar, principalmente no ambiente de trabalho, é preciso aprender a se comunicar bem, vender seu peixe e principalmente, confiar em si mesma.

Assumir uma postura confiante diante de qualquer situação –  e aqui vale até mesmo ficar atenta à sua comunicação corporal, com coluna e ombros eretos, peito estufado e cabeça sempre levantada – é a maneira mais eficaz de se autopromover. Não basta ser apenas competente naquilo que faz, você só alcançará o sucesso que tanto procura na carreira se souber comunicar aos outros o que você tem de melhor, ressaltando seu potencial e apontando suas principais qualidades.

Melhore sua autoconfiança
Confiar na sua capacidade de realizar grandes atos é muito importante — tanto no trabalho quanto em qualquer outra área da vida — já que ninguém consegue transmitir confiança se não confia em si mesmo. Para Adriana Prates, Presidente da Dasein Executive Search, a formação da autoconfiança começa bem cedo na infância e vai se consolidando ao longo da vida. “Essa competência pode ser traduzida numa atitude de firmeza, segurança pessoal e credibilidade que inspira os outros a ter confiança em você.” Para transmitir autoconfiança para os outros é preciso ter coerência, cumprir as promessas feitas, se comunicar de maneira clara e objetiva, e ter coragem para enfrentar os desafios. “Ao adquirir a confiança dos outros, você passa a criar um ambiente favorável para vender produtos, serviços, ideias e opiniões”, ressalta.

Respeite seus valores (e o dos outros!)
Esse é o resultado da prática diária da paciência, da flexibilidade e da tolerância – características cada dia mais raras – seja no trabalho ou na vida pessoal. O início é o respeito a si. Tente conhecer suas próprias potencialidades e limitações. Valorize aquilo que é coletivo ou até mesmo a forma do outro se comunicar e se manifestar. Adriana enfatiza que você não precisa concordar, apenas compreender e respeitar a forma diferente do outro de pensar ou agir. É preciso acreditar que a diversidade de valores contribui para um mundo mais criativo e melhor.

Aponte suas qualidades
Tenha em mente quais são as qualidades mais requisitadas pelas empresas, como a multifuncionalidade, comunicação coesa, sensibilidade, paciência, espírito de cooperação, boa gestão de equipes, maior atenção a detalhes relevantes, valorização da qualidade, humanização do espaço de trabalho, intuição e maior resistência para lidar com crises, conflitos e frustrações. Você possui pelo menos três delas? Então, está na hora de deixar isso visível ao seu chefe! Como? Trabalhando suas habilidades de comunicação! Quanto mais artimanhas você tiver para ser reconhecida como a profissional boa e competente que é, maiores as chances de uma promoção, por exemplo, ou até aumento de salário.

Evolua, sempre!
Num mundo cada vez mais competitivo e individualista, Adriana lembra que, mais do que vontade, a evolução se tornou uma questão de sobrevivência. “As profissionais formam um grande e poderoso ‘exército’ na busca por conhecimento, portanto a constante atualização e troca de experiências deixam as mulheres sempre “antenadas”, com a mente cheia de novas ideias.” Assim, elas passam a influenciar de forma direta os processos decisivos da empresa. Esse é um grande diferencial do estilo feminino de trabalhar: valorizar o conhecimento e a constante evolução, seja ela técnica, emocional ou gerencial.

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Mantenha boas relações
O famoso “networking” é uma poderosa ferramenta  de comunicação na carreira, tanto para a ascensão profissional, quanto para criar fóruns de discussão e debates. De acordo com Adriana Prates, as mulheres fazem isso com muita frequência na vida pessoal, mas ainda estão aprendendo a utilizar de forma saudável e positiva as boas relações construídas no trabalho como fonte de novos negócios, renda e possibilidades de promoção ou mudança de empresa.

boaouvinte

Seja uma boa ouvinte
As empresas procuram tanto alguém que saiba “falar bem” que quase não percebem a falta de bons ouvintes. Por isso, use esse fato a seu favor: Mesmo que a gente adore um bom papo, temos a vantagem de sermos boas ouvintes, além de demonstrarmos empatia e ajudarmos as pessoas que vem em busca de apoio. É algo natural, já que sempre buscamos ter boas amizades e uma boa amizade é pautada pela arte de ouvir. Esse acaba sendo um grande diferencial no trabalho e um dos principais pilares da comunicação, desde que a escuta seja ativa e que ajude o outro a refletir sobre o tema que o preocupa.

E aí, preparada para usar a comunicação a seu favor e chegar ao topo? O céu é o limite. Acredite em você!

Bjs,
Fabi Scaranzi

*Imagens: Shutterstock

Autoconfiança: como conquistar e manter a convicção em si mesma

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Autoconfiança! Todo mundo sonha em ter, mas como é difícil conquistar e acreditar que somos capazes, né?

Sabia que a palavrava “autoconfiança” é um dos assuntos mais buscados no Google quando o tema é bem-estar pessoal? A verdade é que a insegurança vira e mexe bate à nossa porta, principalmente quando estamos diante de grandes decisões, seja na carreira ou nos relacionamentos.

Para mulheres em cargos de liderança – inclusive empreendedoras – conquistar a autoconfiança parece uma tarefa ainda mais difícil. O grande vilão? A necessidade de administrar um negócio de sucesso ao mesmo tempo que precisa ser sempre perfeita, tanto para os filhos, quanto para o marido, os pais, irmãos, funcionários… é muita pressão!

Estudos revelam que mulheres têm menos probabilidade de assumir um novo papel ou desafio, a não ser que se sentam próximas dos 100% de certeza de que são capazes. Já os homens? Assumem novos tarefas, mesmo que poucos seguros.

Então, como mulheres que realizam grandes feitos em suas vidas lidam com aqueles momentos de se insegurança? Dizendo SIM a qualquer oportunidade que parecer assustadora, se jogando de cabeça e, consequentemente, se permitindo aprender com qualquer resultado adquirido, bom ou ruim.

Como manter sua autoconfiança afiada

O primeiro passo é não deixar que outras pessoas decidam qual é o novo desafio que você vai enfrentar. Escolha você em quais oportunidades apostar e, principalmente, aprenda a colocar a culpa somente em si mesma por estar onde está.

Depois, se organize de forma a executar um passo de cada vez. O medo e a ansiedade podem atrapalhar (e muito!) se você buscar apenas o resultado final, pulando ou dando menos importância para etapas menores. A cada passo, seu nível de confiança vai ficando mais forte e, ao final de cada tarefa realizada você vai perceber que é capaz de cumprir qualquer missão, seja ela qual for.

E por fim, não se esqueça: o fracasso é certo quando você vive com medo de errar! É muito mais fácil corrigir ou se reerguer após um fracasso do que voltar atrás e recuperar uma oportunidade perdida. E acredite: o arrependimento é muito pior que qualquer erro!

Saia, procure novos desafios, se permita testar seus limites e prove a si mesma que é capaz de fazer sempre mais. Você tem todos os dons e talentos que precisa para vencer. Trabalhe duro, se prepare, treine, diga sim, não tenha medo. Aos poucos, sua autoconfiança vai estar lá no topo e o céu será o limite do seu sucesso.

Bjs,
Fabi Scaranzi

7 maneiras de melhorar sua autoconfiança todos os dias

fabi autoconfiança

Sair da sua zona de conforto pode ser algo complicado e normalmente, até ter certeza de que é possível encarar mais esse desafio, você se vê procurando maneiras de aumentar sua confiança e provar que é capaz. Saiba que isso já aconteceu comigo e com várias pessoas a seu redor. Ao se sentir inexperiente e insegura diante de algo novo, o desconforto diante de uma nova situação pode levá-la, inclusive, a uma crise existencial.

Mas calma! Não é só porque viu sua autoconfiança se abalar um pouquinho que você vai deixar de acreditar no seu potencial. Ainda bem que existem alguns truques capazes de te lembrar que essas inseguranças não devem dominar a pessoa poderosa que você é. Anote já essas sete maneiras para você dar um up na sua autoconfiança todos os dias e não deixar que seus medos fiquem entre você o seu sucesso.

1. Extravasa, libera e joga tudo pro ar!
A raiva é um grande motivador para mudanças, por isso, minha sugestão é que você coloque para fora toda a sua ira! Mas nada de destruir seu escritório ou arremessar vasos e pratos janela abaixo (além prejuízo vai ter que limpar tudo depois) e , mas sim extravasar seus sentimentos negativos a ponto de não deixar que suas inseguranças fiquem no caminho de qualquer boa oportunidade. De acordo com Travis Bradberry, autor do livro Inteligência Emocional 2.0, ao estar estagnada na sua zona de conforto, você raramente vai conseguir se expandir por conta própria. É por isso que pessoas pouco confiantes ficam presas em empregos e relacionamentos sem futuro por anos e deixam passar oportunidades valiosas.

2. Faça uma festa para suas pequenas vitórias
Um dos caminhos para construir e melhorar sua confiança é celebrar todas as coisas que você conquistou até agora, não importa quão pequenas elas sejam. Uma vitória é uma vitória, e uma vez que você começar a fazer progressos, você vai aprender a confiar nas suas próprias habilidades e deixar suas inseguranças de lado. Para Bradberry, as pessoas confiantes tendem a se desafiarem e competirem, mesmo quando seus esforços levam apenas à pequenas vitórias. Seja entregando seu relatório antes do prazo, ou comprando um vestido um pouco mais ousado… tudo é uma vitória se você ultrapassar sua própria insegurança. Por isso, dê parabéns a si mesma, se presenteie, escreva um bilhete se parabenizando por mais essa conquista. Você merece saborear o gostinho dessa vitória, mesmo que seja comemorando mentalmente.

3. Transforme sua insegurança em curiosidade
Normalmente, o que abala nossa autoconfiança é o medo de não sermos boas o suficiente. Uma forma de encarar esses novos desafios é transformando seu medo em curiosidade. Ao se sentir curiosa, você se vê mais animada a descobrir novos caminhos e fazer perguntas. E vai ser esse entusiasmo que vai motivar você a aprender coisas novas e superar seus temores. Ruth Zive, coaching de carreira americana, sugere sempre encarar desafios que te assustem um pouquinho, como liderar uma reunião ou pedir aquele gato em namoro. Independentemente do resultado, a atitude fará você se sentir confiante e capaz de ir atrás daquilo que tanto deseja.

4. Ao infinito e além
Uma ótima maneira de melhorar sua autoconfiança é tentar superar suas expectativas dia após dia. Seu chefe pediu um relatório até o fim do expediente. Tente impressioná-lo entregando tudo antes do almoço e mostre, ainda, aquela apresentação em Power Point que você montou enquanto ele estava em reunião. Essa é uma forma excelente e supere ficar de conseguir um feedback positivo e ver crescer, não só sua confiança, mas também a admiração do seu gestor pela profissional maravilhosa que você é.

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(Imagem: Shutterstock)

5. Você merece estar onde está
Nossa autoconfiança leva uma surra quando sentimos não pertencer a algum lugar e, na maioria dos casos, só o tempo é capaz de nos mostrar porque nossa presença era tão importante, seja dentro do ambiente corporativo ou entre um círculo de amigas. Por isso, quando aquele medo bater à porta, lembre-se que não foi à toa que você conseguiu o emprego naquele cargo que tanto sonhou, por exemplo. Você foi selecionada entre dezena de candidatos e se mostrou ser a melhor para suprir as necessidades daquela empresa. Tenha fé em você e trabalhe até mostrar todo seu potencial e alcançar o sucesso. E nada de ter medo de pedir ajuda se você se sentir um pouco deslocada no começo. Seu chefe acredita no seu potencial e não precisar de apoio até se estabilizar não deve nunca ser motivo de vergonha.

6. Transforme o “novo” em algo normal
Novos desafios, apesar de assustadores, não devem ser um bicho de sete cabeças. Portanto, você precisa deixar de se sentir intimidada sempre que uma nova responsabilidade bate à porta. Receba esse medo de braços abertos, reconheça que está nervosa, mas abrace o fato de que sua ansiedade e nervosismo vão passar assim que você começar a encarar esse novo desafio. Não deixe que isso te atrapalhe, mas sim espere que a tensão do primeiro impacto vá diminuindo aos poucos. O medo não significa que você é incompetente, mas sim que está diante de uma situação completamente nova. E se essa nova responsabilidade chegou até você, seja no trabalho, ou na vida pessoal, é porque você é totalmente capaz de resolve-la sem crise.

7. E se nada der certo… finja!
Sério! Se todas as dicas anteriores falharem, basta fingir. Ninguém precisa saber que você está se sentindo insegura e tendo um ataque de nervos por dentro. Quanto mais confiante você agir, mais confiante você vai se sentir. Finja até que você se torne a própria imagem que inventou para você. Escolha quais virtudes gostaria de ter aquela que elas façam parte da sua verdadeira identidade. Viva o personagem e absorva a melhor parte da nova pessoa que você se tornou. O segredo é fingir que você sabe o que está fazendo no começo e descobrir aos poucos o resto do caminho. Com o tempo, você perceberá que a sua força e confiança estava o tempo todo dentro de você. Tudo o que você precisava era de um empurrãozinho.

Bjs,
Fabi Scaranzi