Fim da dieta? Veja como acabar de vez com o efeito sanfona!

Se depois de alguns meses de dieta você recuperou os quilos perdidos, você faz parte da grande porcentagem que sofre com o efeito sanfona! Veja como pôr fim a esse mal!

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fabi dieta

“Dieta nenhuma funciona”, diz o médico americano Joel Fuhfman em seu livro “The End of Dieting”. De acordo com os dados apresentados no best-seller, 98% das pessoas voltam a engordar meses depois da encerrada a dieta.

Mas, não precisa desanimar. Joel Fuhfman oferece uma luz no fim do túnel para quem quer se ver livre do efeito sanfona de uma vez por todas. O segredo está no que ele chama de uma “não dieta”, focada especialmente na qualidade do que se come e não na quantidade de calorias ou proteínas presentes no prato. Suas sugestões são basicamente veganas, mas prometem ser eficientes para livrar você do ciclo vicioso do “emagrece-engorda” para o resto da vida. Espia só!

1º passo: foque nos nutrientes
O grande diferencial do livro de Joel Fuhfman é que ele propõe contar os nutrientes ao invés das calorias. Estranho, né? Mas faz sentido uma vez que o valor energético dos alimentos vem de carboidratos, gorduras e proteínas, já os nutrientes vêm de fatores não calóricos, como vitaminas, minerais e fibras. Por isso, não pense duas vezes antes de criar um cardápio cheio de sementes, vegetais, oleaginosas, frutas e grãos.

2º passo: acabe com a fome tóxica
A tal “fome tóxica” nada mais é do que ela compulsão de comer, mesmo depois de fazermos uma refeição. Normalmente ela é causada pelo excesso de consumo de alimentos industrializados que “enganam” o organismo através de suas toxinas e dispara o alarme da fome assim que começa a metaboliza-los. E mais: os conservantes, aditivos químicos e o sódio presentes nos alimentos industrializados aumentam a nossa pressão arterial, a quantidade de toxinas no sangue e ainda provocam inflamações que retardam o metabolismo.

3º passo: corte a proteína animal
Radical, né? É nesse passo do livro do especialista que entra o lado mais vegano. Joel defende a quase abolição da proteína animal (ela pode ocupar apenas 5% do seu cardápio). “Impossível ignorar a quantidade de pesquisas que associam produtos animais como carne e peixe ao câncer e a doenças do coração”, afirma. E completa: “Ao consumirmos derivados animais, como leite, ovo e iogurte, estimulamos nosso organismo a produzir uma espécie de insulina do crescimento, desnecessária na fase adulta, que ajuda na proliferação de células cancerígenas no futuro, o que não acontece com a proteína vegetal”. Mas, não precisa se preocupar! Joel Fuhfman garante que dá, sim, para suprir suas necessidades – que variam de 60g a 120g de proteína/dia – com fontes vegetais variadas, como soja, amêndoas, feijão-branco, grão-de-bico e até chia.

4º passo: considere o índice glicêmico
Esse é o momento de reanimar o metabolismo, que fica desacelerado depois de várias dietas restritivas. Como? Fugindo dos alimentos à base de farinha de trigo, batata e açúcar uma vez que eles têm rápida absorção no organismo – chamado índice glicêmico – e, por isso, acabam causando picos de insulina, que aumentam a fome e fazem nosso corpo metabolizar o alimento de forma de gordura.

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Dica do especialista: Para se ver livre do efeito sanfona e se alimentar com saúde, Joel Fuhfman indica os seis pilares da chamada “não dieta”. Anote!

Consuma uma salada reforçada como prato principal todos os dias, cheia de verduras e legumes.
Inclua em pelo menos uma das refeições diárias vegetais no vapor.
Oleaginosas e sementes devem fazer parte do cardápio, mas não como snacks, mas sim como complemento de pratos ricos em vegetais.
Cogumelos e cebolas tem propriedades poderosas que previnem nosso organismo contra alguns tipos de câncer. Inclua-os na sua dieta sem medo
Feijões devem ser fazer parte da sua dieta, seja na forma de hambúrguer, sopa, pasta… Eles são uma delícia e super nutritivos.
Frutas devem ser consumidas todos os dias, mas somente três pedaços, de preferência como sobremesa. Elas evitam os picos de insulina e aumentam a saciedade.

Gostou? Efeito sanfona, nunca mais!

Bjs,
Fabi Scaranzi