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Compulsão alimentar: saiba mais sobre esse distúrbio
Ansiedade, depressão, nervosismo... pra muita gente, a relação com a comida vai muito além da fome. Entenda um pouco mais sobre a compulsão alimentar e como tratar esse distúrbio

LANCHONETES-SP

Quantas vezes você já não se pegou assaltando a geladeira depois de ter discutido com o marido, devorou um pacote de bolachas enquanto esperava um e-mail importante ou parou numa padaria na volta pra casa e compensou aquele dia ruim no trabalho com uma coxinha?

Agora tente se lembrar quantas vezes o prazer na comida pareceu valer a pena no momento, mas fez você se sentir incrivelmente culpada depois. Muitas, né? Isso acontece porque em muitos casos não comemos com o intuito de saciar a fome, mas sim para sentir conforto, aliviar o stress, celebrar uma data…

Uma vez ou outra, tudo bem, afinal, a gente merece, mas quando o primeiro impulso é comer sempre que nos sentimos chateadas, ansiosas, solitárias ou exaustas, estamos frente a um problema muito maior: a compulsão alimentar.

Entendendo a compulsão alimentar
Quando pensamos em distúrbio alimentar logo vem à mente casos de anorexia e bulimia. Mas e daqueles que sofrem de binge eating disorder, já ouviu falar? Essas pessoas são aquelas que podem ter muito, pouco ou até nenhum excesso de peso, mas estão focadas compulsivamente na comida.

Mesmo sabendo da importância da alimentação balanceada e regrada e até passando pelo acompanhamento de nutricionistas, quem sofre de compulsão alimentar não consegue controlar as quantidades e a frequência com que comem. Para eles, a comida nada mais é do que um degrau usado como escape, compensação ou conforto par algum problema emocional.

O que acontece em seguida é que não demora para o prazer e o bem-estar ligados aos alimentos se transformarem em culpa, perda de controle e arrependimento, aumentando, inclusive, as chances de que essa situação se repita nua situação futura, se tornando um ciclo vicioso.

Fome física x fome emocional
Aprenda já a identificar a sua fome:

Fome física
– Tende a surgir gradualmente e poder ser adiada
– Por ser satisfeita com qualquer tipo e quantidade de alimento
– Uma vez cheia, consegue facilmente parar de comer
– Não causa sentimentos de culpa
-Vem do estômago, que pode roncar

Fome emocional
– Surge súbita e urgentemente
– Provoca desejos muito específicos (como pizza ou sorvete)
– Há uma tendência para comer mais do que o normal ou necessário
– Pode desencadear sentimentos de culpa, vergonha ou impotência
– Vem da cabeça: foca-se nas texturas, nos gostos e nos cheiros

pizz

A ajuda de profissionais
Para muitos, o problema não está em entender a importância da alimentação correta e estilo de vida saudável. Quem sofre de compulsão alimentar normalmente tem noção da sua fraqueza e descontrole quando o assunto é comida. É aí que entra a presença de especialistas, principalmente psicólogos e psiquiatras.

Nesses casos, é preciso reconhecer que as questões emocionais que levam uma pessoa a descontar seus problemas e reações na comida variam de pessoa pra pessoa, com questões comuns do cotidiano, como: financeiras, profissionais, familiares ou sentimentais, bem como suas esperanças, sonhos e receios e que somente uma pessoa capacitada é capaz de diagnosticar a origem do problema e trabalhar para que ela se dissipe a cada sessão.

De acordo com especialistas, o primeiro passo para identificar a compulsão alimentar e começar a trata-la é distinguindo se a fome sentida diariamente é emocional ou real. Caso seja emocional, é preciso reconhecer se ela está ligada a grandes acontecimentos como uma morte ou divórcio, ou se sua causa são as pequenas tensões que vivemos todos os dias, como o stress e a ansiedade. O motivo? Esse nervosismo diário aumenta nosso nível de cortisol, hormônio que provoca o desejo por doces, salgados e alimentos com alto teor de gordura, gerando uma explosão de prazer e energia, nos levando a comer compulsivamente e tornando esse hábito vicioso.

Pra parar e pensar
Quer avaliar se sua fome é emocional? Faça a si mesma essas perguntas:

– Como mais quando se sente estressada?
– Como quando não tenho fome ou mesmo quando já me sinto cheia?
– Como quantidades maiores do que o normal?
– Costumo comer em horários pouco comuns?
– Como para me sentir melhor (para me acalmar e me distrair quando estou triste, com raiva, aborrecida, ansiosa, etc)?
– Costumo me recompensar com comida?
– A comida faz eu me sentir segura? Sinto como se ela fosse minha amiga?
– Me sinto impotente ou com pouco controle perto de comida?
– Houve uma alteração brusca no meu peso recentemente?
– Cumpro um cardápio saudável à risca durante a semana, mas acabo perdendo o controle no fim de semana?
– Penso frequentemente na próxima vez que vou comer?
– Me sinto culpada e envergonhada depois de comer certos alimentos ou quantidades?

Se você respondeu que “sim” à maioria destas perguntas, cuidado: você pode estar usando a comida como mecanismo de compensação em frente a certas emoções. Aí, o melhor é procurar a ajuda de um especialista.

Bjs,
Fabi Scaranzi


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